
O Rebaixamento do Bari para a Série C do futebol italiano abriu uma ferida profunda na relação entre a torcida e a família De Laurentiis. Luigi De Laurentiis, presidente do clube, assumiu publicamente a responsabilidade pelo fracasso esportivo em entrevista à emissora Antenna Sud, pedindo desculpas à cidade e admitindo a perda de credibilidade da gestão. Contudo, a promessa de um retorno imediato à Serie B e de um projeto ambicioso para o futuro esbarra em uma realidade jurídica e política complexa: as estritas regras da Federação Italiana de Futebol (FIGC) contra a multipropriedade de clubes, que impõem o ano de 2028 como limite definitivo para que a família venda o controle da equipe pugliese, já que também comandam o Napoli.
La retrocessione del Bari in Serie C ha aperto una ferita profonda nel rapporto tra la tifoseria e la famiglia De Laurentiis. Luigi De Laurentiis, presidente del club, ha assunto pubblicamente la responsabilità del fallimento sportivo in un’intervista rilasciata ad Antenna Sud, chiedendo scusa alla città e ammettendo la perdita di credibilità della gestione. Tuttavia, la promessa di un ritorno immediato in Serie B e di un progetto ambizioso per il futuro si scontra con una realtà giuridica e politica complessa: le rigide norme della FIGC contro la multiproprietà nei club, che impongono il 2028 come limite definitivo affinché la famiglia venda il controllo della squadra pugliese, dato che guidano anche il Napoli.
Estratégia de Negócio ou Falta de Ambição Esportiva?
Strategia di Business o Mancanza di Ambizione Sportiva?
Embora o discurso oficial da Filmauro – empresa dos De Laurentiis – seja de reestruturação imediata, com a chegada iminente do experiente diretor geral Pierpaolo Marino, existe uma perspectiva crítica que não pode ser ignorada. Para muitos analistas e torcedores, a crise atual não é um acidente de percurso, mas o resultado previsível de um modelo de negócios que sufoca o Bari. Sob a sombra do Napoli, o clube da Puglia é frequentemente visto como uma “filial” de desenvolvimento de atletas, desprovido de uma ambição genuína de alcançar a elite, dado que a multipropriedade na Serie A é estritamente proibida.
Sebbene il discorso ufficiale della Filmauro – azienda dei De Laurentiis – sia di ristrutturazione immediata, con l’arrivo imminente dell’esperto direttore generale Pierpaolo Marino, esiste una prospettiva critica che non può essere ignorata. Per molti analisti e tifosi, la crisi attuale non è un incidente di percorso, ma il risultato prevedibile di un modello di business che soffoca il Bari. Sotto l’ombra del Napoli, il club della Puglia viene spesso visto come una “filiale” per lo sviluppo di atleti, privo di una genuina ambizione di raggiungere l’élite, dato che la multiproprietà in Serie A è severamente vietata.
Desta forma, a insistência da atual propriedade em gerenciar a transição até o prazo limite de 2028 é interpretada por críticos como uma tentativa de inflacionar o valor de mercado do clube antes da venda, priorizando o retorno financeiro em detrimento da estabilidade esportiva. Manter o Bari sob o guarda-chuva da Filmauro enquanto se buscam compradores “perfeitos” pode condenar a instituição a anos de estagnação institucional, onde o foco principal não é vencer campeonatos, mas preparar a empresa para uma liquidação lucrativa.
In questo modo, l’insistenza dell’attuale proprietà nel gestire la transizione fino alla scadenza del 2028 viene interpretata dai critici come un tentativo di gonfiare il valore di mercato del club prima della vendita, dando priorità al ritorno economico a scapito della stabilità sportiva. Mantenere il Bari sotto l’ombrello della Filmauro mentre si cercano acquirenti “perfetti” potrebbe condannare l’istituzione ad anni di stagnazione istituzionale, dove l’obiettivo principale non è vincere campionati, ma preparare l’azienda a una liquidazione redditizia.
A Pressão Política e o Fator Malagò
La Pressione Politica e il Fattore Malagò
Este cenário de descontentamento ganhou força na esfera política local. O prefeito de Bari, Vito Leccese, posicionou-se firmemente ao comentar a eleição de Giovanni Malagò como novo presidente da FIGC. Leccese enfatizou que o tempo de espera da cidade acabou e exigiu que a federação atue como guardiã da paridade de dignidade entre os clubes. A declaração do prefeito reflete o desejo de uma comunidade que não aceita mais o papel de coadjuvante e clama por uma mudança imediata no comando acionário.
Questo scenario di scontentamento ha preso forza nella sfera politica locale. Il sindaco di Bari, Vito Leccese, si è schierato fermamente commentando l’elezione di Giovanni Malagò a nuovo presidente della FIGC. Leccese ha sottolineato che il tempo dell’attesa per la città è finito e ha esiguto che la federazione agisca come custode della pari dignità tra i club. La dichiarazione del primo cittadino riflette il desiderio di una comunità che non accetta più il ruolo di comparsa e invoca un cambiamento immediato nel controllo azionario.
O novo comando da FIGC representa uma encruzilhada. Por um lado, pode abrir um espaço para debater a flexibilização das regras de multipropriedade; por outro, a pressão de praças tradicionais como Bari exige um rigor ainda maior na fiscalização. A torcida teme que os diálogos com os “seis ou sete” investidores mencionados por Luigi De Laurentiis sejam apenas uma cortina de fumaça para ganhar tempo, enquanto o clube permanece refém de uma gestão dividida entre dois corações e dois balanços financeiros.
La nuova guida della FIGC rappresenta un bivio. Da un lato, potrebbe aprire uno spazio per discutere l’allentamento delle regole sulla multiproprietà; dall’altro, la pressione di piazze tradizionali come Bari richiede un rigore ancora maggiore nella vigilanza. La tifoseria teme che i dialoghi con i “sei o sette” investitori menzionati da Luigi De Laurentiis siano solo una cortina di fumo per guadagnare tempo, mentre il club rimane ostaggio di una gestione divisa tra due cuori e due bilanci finanziari.
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