Hércules Meneses: Série B 2025/2026: 3ª Rodada                                                                       

Série B 2025/2026: 3ª Rodada

 


O Monza, time com aspirações de promoção na Série B, enfrentou sua primeira grande prova e falhou, sendo superado pelo Avellino em uma partida que expôs suas fragilidades. O resultado de 2 a 1, longe de ser uma mera derrota, é um alerta para a equipe, que demonstrou uma abordagem displicente e a falta de seriedade necessária para enfrentar um campeonato tão competitivo. A derrota não foi apenas um revés, mas um resultado merecido para um time que não soube se impor e que pareceu subestimar o adversário.

A principal fraqueza do Monza reside na sua mentalidade. O "approach leve" mencionado na análise italiana é um eufemismo para a falta de intensidade e a postura passiva que o time adotou desde o início. A equipe cedeu espaço e iniciativa ao Avellino, que soube aproveitar a oportunidade para impor seu ritmo e buscar o resultado. A defesa do Monza, que deveria ser um dos seus pilares, mostrou-se vulnerável, evidenciada pelo gol contra de Azzi e, mais tarde, pela falta de atenção que permitiu o espetacular gol de bicicleta de Russo. O gol de Alvarez nos acréscimos, por mais que tenha sido um alento, não apaga a imagem de um time que se comportou como se a vitória fosse uma consequência inevitável, e não o resultado de esforço e dedicação.

Por outro lado, a vitória do Avellino foi um triunfo da superação e da disciplina tática. O time soube capitalizar os erros do Monza, jogando com garra e inteligência. O gol de Russo, além de ser tecnicamente impressionante, simboliza a determinação da equipe em buscar a vitória, mesmo contra um adversário mais badalado. O resultado não apenas dá ânimo para o Avellino na tabela, mas também serve como uma prova de que a Série B é um torneio onde a dedicação e a estratégia podem superar a superioridade técnica. Para o Monza, a derrota é uma lição amarga, mas necessária, que o obriga a rever sua postura e a se preparar para as próximas batalhas com mais humildade e concentração.




O início da temporada da Sampdoria se tornou um verdadeiro pesadelo, com o time sofrendo sua terceira derrota consecutiva na Série B em um jogo que terminou em meio a intensas vaias de sua própria torcida no Estádio Luigi Ferraris. Sob o comando do técnico Donati, a equipe tentou uma nova abordagem, escalando Antonin Barak desde o pontapé inicial, mas a estratégia não impediu uma atuação marcada por equívocos.

A partida contra o Cesena, um dos líderes do campeonato, expôs as fragilidades defensivas da Sampdoria, especialmente as do goleiro Coucke, que demonstrou insegurança em diversos lances. O Cesena, aproveitando-se desses erros, abriu o placar com uma jogada de pura técnica. O veterano recém-contratado, Michele Castagnetti, que fazia sua estreia, marcou um belíssimo gol de falta, mostrando seu valor e dando a vantagem a sua nova equipe aos 37 minutos do primeiro tempo.

No segundo tempo, a situação da Sampdoria só piorou. Apesar das mudanças promovidas por Donati, o time se desorganizou. Em um lance de escanteio, a defesa falhou, e um toque de Shpendi desorientou o goleiro, permitindo que Zaro ampliasse o placar para 2 a 0 aos 53 minutos. O Cesena chegou perto de transformar a vitória em goleada, enquanto a Sampdoria parecia incapaz de reagir.

A reação tardia só veio nos momentos finais. O jovem Simone Pafundi foi o responsável por injetar alguma vida na equipe, dando um passe preciso para Ioannou que resultou no único gol da Sampdoria na partida. Contudo, esse gol não foi suficiente para evitar a terceira derrota, que deixou o clube com zero pontos na tabela e um ataque ineficiente, com apenas dois gols marcados até o momento. A frustração da torcida é evidente, e a equipe precisa urgentemente encontrar um caminho para sair da crise.

No entanto, a realidade é dura: parece inevitável que a Sampdoria passe toda a temporada lutando contra o rebaixamento, e tudo indica que o clube genovês não estará na Série A na próxima temporada. A situação é tão crítica que a única solução viável seria o surgimento de um investidor disposto a colocar muito dinheiro no clube, reestruturando o elenco e o projeto esportivo para tentar devolver a Samp ao protagonismo e à estabilidade que sua torcida exige.



O Estádio Ceravolo foi palco de um duelo equilibrado entre Catanzaro e Carrarese, que terminou em um empate por 1 a 1, mantendo a invencibilidade de ambas as equipes no campeonato. A partida começou com a Carrarese criando a primeira oportunidade, neutralizada por uma intervenção defensiva de Antonini. A resposta do Catanzaro veio rapidamente com Cissé. O primeiro tempo foi marcado por momentos de grande emoção. A Carrarese teve uma chance incrível de abrir o placar, mas o atacante Bozhanaj desperdiçou a oportunidade com o gol desprotegido, em um lance que se seguiu a um erro do goleiro Pigliacelli. Este, por sua vez, se redimiu com uma sequência de defesas importantes. A etapa inicial também viu Nuamah acertar a trave em ambos os lados do campo, em lances que quase resultaram em um gol contra e em um gol para sua equipe, respectivamente.

O placar, que permaneceu inalterado no intervalo, foi movimentado logo no início da segunda metade. Aos dois minutos, Antonini, do Catanzaro, finalizou com sucesso para colocar o time da casa em vantagem. A reação da Carrarese foi imediata, com Zanon, e o empate veio aos 64 minutos. Após uma jogada de escanteio, Pittarello manteve a posse de bola para Illanes, que finalizou para o fundo da rede, restabelecendo a igualdade no marcador.

Apesar da pressão do Catanzaro para buscar a vitória, com tentativas perigosas de Oudin e Iemmello nos minutos finais, o resultado não mudou. O empate mantém o Catanzaro com três pontos, somados em três jogos, enquanto a Carrarese chega a cinco pontos no campeonato. Ambas as equipes continuam sua jornada sem derrotas, mas deixam o campo com a sensação de que a vitória esteve ao alcance.



O Modena teve uma performance dominante e garantiu uma vitória expressiva de 3 a 0 sobre o Bari, jogando em casa. O confronto, embora não tenha começado com um ritmo acelerado, foi controlado desde o início pela equipe anfitriã. Aos 32 minutos, a superioridade do Modena foi traduzida em gol quando Gliozzi foi derrubado na área e, com precisão, converteu a penalidade máxima.

O gol não mudou o panorama da partida; o Bari, aparentemente sem forças, não ofereceu uma resposta à desvantagem. O placar permaneceu inalterado até o intervalo, refletindo o controle tático do time da casa. A segunda etapa começou com a mesma dinâmica. Logo aos 54 minutos, o Modena teve outra oportunidade de pênalti, novamente convertido por Gliozzi, que marcou seu segundo gol no jogo e ampliou a vantagem para 2 a 0.

Com o placar elástico, as esperanças de reação do Bari se esvaíram. Nos minutos finais, a vitória do Modena foi selada com um terceiro gol, marcado por Pedro Mendes aos 89 minutos. O resultado de 3 a 0 consolida a ascensão do Modena na tabela, somando 7 pontos. Por outro lado, o Bari se encontra em uma situação delicada, estagnado com apenas 1 ponto. A goleada em casa não apenas garante os três pontos, mas também traz um alívio considerável para o Modena, que demonstra potencial para lutar por posições mais altas na tabela.



O Pescara, que vinha de resultados negativos, conseguiu seu primeiro ponto na tabela em uma partida emocionante contra o Venezia. O jogo, que parecia estar sob controle do time visitante, teve uma reviravolta digna de cinema, mostrando a garra dos Delfini.

Desde o apito inicial, o Venezia demonstrou superioridade, impondo um ritmo de jogo acelerado. A pressão inicial surtiu efeito, levando a um lance crucial na área. O atacante Doumbia foi derrubado pelo defensor Squizzato, resultando em um pênalti. Adorante foi o encarregado da cobrança e, com precisão, converteu para o Venezia, abrindo o placar. O Pescara, por sua vez, tentou reagir antes do intervalo, mas a equipe de Vêneto segurou a vantagem mínima.

No segundo tempo, a expectativa era de que o Venezia ampliasse o placar, e isso aconteceu. Com apenas seis minutos em campo, o recém-chegado Fila mostrou seu valor ao aproveitar uma assistência de Hainaut e fazer o 2 a 0. O gol parecia selar a vitória dos visitantes, deixando o Pescara em uma situação delicada.

No entanto, a equipe da casa não se entregou. Em um ato de pura determinação, o Pescara iniciou uma reação tardia, mas eficaz. Aos 79 minutos, Olzer acendeu a esperança ao marcar o primeiro gol para os donos da casa, diminuindo a desvantagem. Com o tempo regulamentar se esgotando, a tensão no estádio era palpável. Aos 91 minutos, nos momentos finais do jogo, Di Nardo se tornou o herói da noite. Ele recebeu um passe preciso de Valzania e balançou as redes, cravando o placar em 2 a 2.

O resultado, que parecia improvável, garantiu o primeiro ponto para o Pescara no campeonato, um marco importante para a moral da equipe. O Venezia, por sua vez, somou 5 pontos na tabela, mas certamente lamentou ter deixado a vitória escapar de suas mãos no final. O jogo serviu como um lembrete do imprevisível e vibrante espírito do futebol.



Em um confronto disputado no estádio do Padova, o Frosinone demonstrou sua força e eficiência, garantindo uma vitória magra, mas extremamente valiosa, com o placar final de 1 a 0. A partida, que colocou frente a frente duas equipes com ambições distintas no campeonato, foi marcada pela resiliência da equipe visitante, que soube aproveitar o momento certo para se impor.

O início do jogo viu o Padova, jogando em casa e com o apoio de sua torcida, incapaz de ditar o ritmo da partida. O chamado "fator campo" não se manifestou, e foram os jogadores do Frosinone que se mostraram mais perigosos e incisivos. A defesa do Padova teve que trabalhar duro para conter os avanços do ataque adversário, que criava as melhores oportunidades.

A pressão do Frosinone foi recompensada pouco antes do apito final do primeiro tempo. Em uma jogada de ataque bem construída, o jogador Zilli fez um passe preciso que encontrou Bracaglia em posição de finalizar. Bracaglia não desperdiçou a chance, marcando o gol que abriu o placar para o Frosinone aos 37 minutos, dando a merecida vantagem para a equipe ir ao vestiário.

O segundo tempo foi um teste de resistência para o time do técnico Andreoletti. O Padova, agora em desvantagem, intensificou seus esforços para buscar o empate, lançando-se ao ataque com mais vigor. No entanto, a defesa do Frosinone, mesmo sob pressão, se mostrou bem organizada, resistindo às investidas do adversário. O momento de maior tensão na partida veio nos instantes finais, quando a arbitragem assinalou um pênalti a favor do Padova. A decisão, porém, foi revertida após a intervenção e análise do árbitro de vídeo (VAR), para alívio dos jogadores e da torcida do Frosinone.

Com a anulação da penalidade, o Frosinone conseguiu segurar o resultado até o apito final. A vitória por 1 a 0 representa um salto significativo para a equipe, que agora soma 7 pontos na tabela. Para o Padova, o resultado é um duro golpe, mantendo o clube com apenas 1 ponto e em uma posição delicada na competição, com a necessidade urgente de reverter o cenário nas próximas rodadas.



A partida entre Juve Stabia e Reggiana, realizada no Estádio Romeo Menti, terminou sem que nenhuma das equipes balançasse as redes. O placar de 0 a 0 reflete a ineficácia dos ataques da equipe da casa e a solidez da defesa visitante, em um confronto pela temporada atual do campeonato. Desde o apito inicial, a Juve Stabia buscou impor seu ritmo, controlando a posse de bola para construir jogadas ofensivas. O objetivo era claro: encontrar os atacantes Gabrielloni e Candellone em posição de finalização para abrir o placar.

No entanto, o planejamento ofensivo da Juve Stabia esbarrou na eficiente organização tática da Reggiana. A equipe visitante se postou bem defensivamente, bloqueando os espaços e impedindo que os lances de perigo se concretizassem. Essa postura cautelosa e reativa permitiu à Reggiana neutralizar as investidas da Juve Stabia ao longo de toda a primeira etapa. Com o tempo se esgotando e as defesas prevalecendo sobre os ataques, o árbitro encerrou o primeiro tempo sem alteração no marcador, consolidando o empate parcial.

A dinâmica do jogo não mudou significativamente na segunda metade. A equipe treinada por Ignazio Abate intensificou a pressão e a busca pelo gol da vitória. As oportunidades criadas se multiplicaram, mas a falta de precisão nas finalizações ou as intervenções pontuais da defesa da Reggiana impediram que a Juve Stabia transformasse sua superioridade em campo em gols. Apesar de todo o esforço e de uma série de investidas no campo adversário, a equipe da casa não conseguiu furar o bloqueio defensivo.

Com o apito final, o placar permaneceu inalterado em 0 a 0. O resultado representa a divisão de pontos entre os dois times, alterando suas posições na tabela. A Reggiana, com o ponto conquistado fora de casa, agora soma 4 pontos, enquanto a Juve Stabia, que contava com o fator campo para vencer, chegou a 3 pontos na competição. A partida, marcada pela ausência de gols e pela intensidade da disputa, deixou para os torcedores da Juve Stabia a frustração de não ver o time converter suas chances em uma vitória, enquanto a Reggiana celebra a consistência defensiva que garantiu um ponto valioso.



A derrota do Mantova por 1 a 0 para a Virtus Entella na casa do adversário não foi apenas um resultado negativo, mas um reflexo de uma atuação taticamente desorganizada. A equipe de Possanzini mostrou-se passiva e sem iniciativa durante grande parte do jogo, permitindo que a Virtus Entella dominasse e criasse as melhores oportunidades, especialmente no primeiro tempo. O gol de Tiritiello, logo aos 7 minutos, não foi um golpe de sorte, mas a consequência lógica de uma superioridade inicial que o Mantova não soube neutralizar.

Apesar de uma reação tardia nos minutos finais do primeiro tempo e de lampejos esporádicos na segunda etapa, o Mantova foi incapaz de impor seu ritmo e sua qualidade. A falta de criatividade no meio-campo e a ineficácia dos atacantes foram pontos fracos evidentes. A entrada de substitutos não alterou o cenário, indicando uma falha de planejamento tático ou de profundidade do elenco. Mancuso e Galuppini, nomes que deveriam desequilibrar, tiveram chances claras, mas a falta de precisão nas finalizações resumiu a frustração da equipe.

A partida em Chiavari expôs as fragilidades do Mantova, que parecia desconectado e sem a sua habitual qualidade. O time foi superado em intensidade e estratégia, sendo dependente de lampejos individuais que não foram suficientes para reverter o placar. Para o técnico Possanzini, a derrota serve como um alerta antes do importante clássico contra o Modena, onde será preciso mais do que um "acordar" tardio para garantir um resultado positivo. O time precisa de ajustes urgentes, tanto táticos quanto emocionais, para reencontrar o seu melhor futebol.

A defesa, apesar de ter sofrido o gol, não foi o principal problema. Festa, o goleiro, e Castellini, o zagueiro, foram os destaques positivos, com intervenções cruciais que evitaram uma goleada. O restante da equipe, no entanto, ficou devendo. O meio-campo não conseguiu controlar o ritmo de jogo, nem criar com consistência. Os atacantes, por sua vez, só conseguiram pressionar nos minutos finais, demonstrando uma falta de atitude desde o início do jogo. A inoperância do ataque e a vulnerabilidade da equipe como um todo deixam uma preocupação clara para o futuro próximo.

A atuação de Tiritiello pela Virtus Entella foi um ponto forte. O zagueiro-artilheiro mostrou-se uma ameaça constante em jogadas de bola parada. A equipe da casa foi mais organizada, com Franzoni e Di Mario causando problemas para a defesa do Mantova. A vitória da Virtus Entella foi merecida, resultado de uma abordagem mais agressiva e de um futebol mais direto e eficaz. O Mantova precisa aprender com essa derrota e corrigir seus erros rapidamente se quiser alcançar seus objetivos na temporada.




O futebol na Série B italiana vive um momento de grande emoção. A cada rodada, a disputa pela liderança se acirra, e novos protagonistas emergem. A notícia da vez é o Palermo, que, com uma vitória contundente, não só quebrou a invencibilidade da Südtirol em sua casa, o Druso, como também se instalou no topo da tabela.

A partida foi um verdadeiro show tático da equipe rosanera. O que se viu em campo foi um time com fome de bola, que não esperou o apito do árbitro para começar a construir a vitória. A frieza e o faro de gol de Joel Pohjanpalo, o atacante finlandês, foram determinantes. Seu primeiro gol, em menos de dois minutos de jogo, foi um soco no estômago do adversário e um claro recado de que o Palermo chegou para brigar de verdade pelo acesso.

A supremacia do Palermo não se limitou ao placar. A equipe controlou o ritmo do jogo, mostrando uma solidez defensiva e uma criatividade ofensiva que, mesmo com a reação da Südtirol, garantiram o controle da partida. A atuação de Palumbo no segundo tempo, coroada com uma assistência espetacular para o segundo gol de Pohjanpalo, apenas reafirmou a qualidade individual do elenco.

Com esta vitória, o Palermo se junta a Cesena, Frosinone e Modena no topo da classificação. A luta pela promoção para a Série A promete ser acirrada, e o Palermo, com seu início de temporada impressionante, se coloca como um forte candidato. A vitória do Palermo é um claro sinal de que a equipe tem ambição e talento para ir longe.




O Empoli e o Spezia protagonizaram um empate por 1 a 1 no estádio Castellani, em um duelo que manteve ambas as equipes em uma situação complicada na tabela. A partida, que começou com o Spezia ditando o ritmo, teve seu placar alterado ainda no primeiro tempo. Após uma jogada ofensiva, o jogador Cassata foi derrubado na área por Yepes, resultando em um pênalti. Salvatore Esposito converteu a penalidade, colocando o Spezia na liderança. Yepes, que demonstrou grande nervosismo durante o jogo, por pouco não foi expulso. Apesar de ter sido responsável pelo erro, ele também teve uma chance de redimir-se, mas o goleiro Mascardi fez uma grande defesa. O goleiro do Spezia continuou a ser o nome da partida ao impedir que Shpendi empatasse ainda antes do intervalo.

O empate do Empoli veio logo no início da segunda etapa. Um passe preciso de Elia encontrou Popov, cujo chute desviado venceu o goleiro Mascardi, marcando o quarto gol do atacante na competição. A partir do empate, o Empoli ganhou moral e passou a dominar a partida. Ilie e novamente Shpendi criaram oportunidades para a virada, mas o goleiro Mascardi, em mais uma atuação inspirada, manteve o placar igual.

Nos minutos finais, o Spezia, que havia se retraído após o gol sofrido, ressurgiu com chances de vitória. O atacante Artistico foi parado por uma defesa impressionante de Fulignati, e Soleri desperdiçou a última chance clara do jogo. O resultado final, 1 a 1, não agradou a nenhuma das duas equipes, que se mantêm nas posições inferiores da tabela: o Empoli soma apenas 4 pontos, enquanto o Spezia soma apenas 2 pontos na competição.


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