San Siro, uma sexta-feira fria. A atmosfera estava pesada. A Inter vinha de uma noite frustrante contra o Arsenal e o que o torcedor viu no início contra o Pisa foi um choque: o placar marcava 0 a 2 para os visitantes. Mas o verdadeiro mistério não estava no placar, e sim no banco de reservas. Onde estava Federico Dimarco?
Sem Dimarco, a Inter era um deserto de ideias. Pela direita, Luis Henrique jogava com o peso do medo nos ombros. Pela esquerda, Carlos Augusto fazia apenas o básico. Chivu, no banco, não escondia a irritação. Sem Calhanoglu para bater faltas e escanteios, cada bola parada parecia perda de tempo. A Inter insistia pelo centro, jogando no colo da defesa do Pisa.
Mas aos 34 minutos, o jogo mudou. Cristian Chivu percebeu que o descanso planejado de Dimarco era um luxo que ele não podia pagar. O número 32 entrou. E no primeiro toque? Quase um gol. A partir dali, o pé esquerdo de Dimarco começou a desenhar uma das maiores viradas da temporada.
O que vimos em menos de uma hora foi um massacre técnico. Dimarco originou o pênalti. Dimarco cruzou para o empate feroz de Lautaro. E prestem atenção no efeito dominó: com Dimarco em campo, Bastoni sentiu-se livre para ser atacante e virar o jogo para 3 a 2.
No segundo tempo, veio o momento de antologia. Um gol com a marca Dimarco: técnica apurada, uma bola "suja", mas letal, onde o goleiro Scuffet jamais chegaria. E para quem diz que ele não defende, o vídeo não mente. Bloqueios defensivos de alta precisão mostraram que ele estava em todos os lugares ao mesmo tempo.
Até a rodada 22: 5 gols. 8 assistências. Isso em apenas metade da temporada. Dimarco hoje não é apenas um lateral; ele é o potencial ofensivo da Inter. Chivu admitiu o erro ao poupá-lo, mas aqui reside o dilema milanês: Dimarco é humano e, em uma temporada carregada de jogos, o descanso é vital. Contudo, sobrecarregá-lo por não ter outras opções à altura no elenco será um problema grave para a equipe. O segredo foi revelado: deixar Dimarco fora é um convite à derrota, mas não dar a ele o repouso necessário pode custar ainda mais caro. A Inter aprendeu a lição, mas agora precisa resolver o seu maior risco: a dependência de um homem só.
San Siro, un venerdì gelido. L'atmosfera era pesante. L'Inter arrivava dalla frustrazione contro l'Arsenal e quello che i tifosi hanno visto all'inizio contro il Pisa è stato uno shock: 0-2 per gli ospiti. Ma il vero mistero non era nel punteggio, bensì in panchina. Dov'era Federico Dimarco?
Senza Dimarco, l'Inter era un deserto di idee. A destra, Luis Henrique giocava con il peso della paura. A sinistra, Carlos Augusto faceva il compitino. Chivu, in panchina, non nascondeva l'irritazione. Senza Calhanoglu per punizioni e angoli, ogni palla inattiva sembrava tempo perso. L'Inter insisteva centralmente, regalando ordine alla difesa del Pisa.
Ma al 34', tutto è cambiato. Cristian Chivu ha capito che il riposo di Dimarco era un lusso che non poteva permettersi. Entra il numero 32. Primo tocco? Quasi gol. Da quel momento, il mancino di Dimarco ha iniziato a disegnare una delle più grandi rimonte della stagione.
Quello che abbiamo visto in meno di un'ora è stato un massacro tecnico. Dimarco propizia il rigore. Dimarco crossa per il pareggio feroce di Lautaro. E guardate l'effetto domino: con Dimarco in campo, Bastoni si sente autorizzato a osare, firmando il 3-2.
Nella ripresa, il momento di antologia. Un gol marchio di fabbrica: tecnica pura, palla colpita in modo sporco ma letale, dove Scuffet non poteva arrivare. E per chi dice che non difende, il video non mente: chiusure difensive di precisione millimetrica hanno mostrato un giocatore totale.
Fino alla giornata 22: 5 gol. 8 assist. In mezza stagione. Dimarco oggi non è solo un esterno; è il potenziale offensivo dell'Inter. Chivu ha ammesso l'errore del turnover, ma qui risiede il dilemma milanese: Dimarco è un essere umano e, in una stagione così carica di impegni, il riposo è fondamentale. Tuttavia, sovraccaricarlo per mancanza di valide alternative sarà un grosso problema per la squadra. Il segreto è svelato: lasciare fuori Dimarco è un invito alla sconfitta, ma non concedergli il giusto riposo potrebbe costare ancora più caro. L'Inter ha imparato la lezione, ma ora deve gestire il suo rischio più grande: la dipendenza totale da un solo uomo.

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