Hércules Meneses: Champions, Europa e Conference League no Fio da Navalha: Oitavas em jogo                                                                       

Champions, Europa e Conference League no Fio da Navalha: Oitavas em jogo

 



O sorteio realizado em Nyon traçou oficialmente o caminho para a fase eliminatória da Champions League 2025/26. Após uma primeira fase de grupo único repleta di reviravoltas, dezesseis clubes disputarão as últimas oito vagas disponíveis para as oitavas de final. Entre eles, três representantes italianos — Inter de Milão, Juventus e Atalanta — que, por não terem terminado entre os oito primeiros, precisarão superar a barreira dos playoffs.

O Mecanismo do Sorteio

O regulamento da UEFA para este novo formato estabelece que as equipes classificadas entre o 9º e o 24º lugar se enfrentem em partidas de ida e volta. Os times entre a 9ª e a 16ª posição (cabeças de chave) têm a vantagem de decidir o confronto em casa. Os emparelhamentos seguem uma lógica de mérito: os clubes melhor posicionados enfrentam os de pior campanha (ex: 9º ou 10º contra 23º ou 24º).

As datas estão confirmadas: os jogos de ida ocorrerão em 17 e 18 de fevereiro, com a volta em 24 e 25 de fevereiro. Um ponto fundamental é que não há mais restrição de confrontos entre clubes do mesmo país nesta fase, exemplificado pelo duelo francês entre Monaco e PSG.

Os Desafios dos Italianos: Luzes e Sombras

O resultado do sorteio para as equipes da Serie A pode ser classificado como "agridoce".

  1. Inter vs Bodo/Glimt: Teoricamente, os comandados de Chivu tiveram o sorteio mais favorável. Ao evitar o perigoso Benfica do ex-técnico José Mourinho, a Inter terá apenas que lidar com o frio norueguês. Com a decisão no San Siro, o time de Milão entra como amplo favorito.

  2. Juventus vs Galatasaray: Um sorteio bem mais espinhoso para a Juventus de Spalletti. O Galatasaray conta com nomes de peso como Victor Osimhen e Mauro Icardi, além de um estádio pulsante na Turquia. A Juve esperava enfrentar o Club Brugge, mas terá um desafio de alto nível técnico.

  3. Atalanta vs Borussia Dortmund: A Atalanta enfrenta um gigante alemão que, embora não viva seu auge como na final de dois anos atrás, possui tradição internacional. Era um adversário indesejado comparado ao Olympiacos, que seria uma opção mais acessível.

O Chaveamento e o Caminho até a Final

A análise do quadro geral revela cenários curiosos. A Inter está em um lado da chave isolado das outras italianas, o que significa que um confronto nacional só seria possível em uma eventual final. Já Atalanta e Juventus compartilham o mesmo lado do chaveamento; caso avancem em suas jornadas, podem se enfrentar em uma semifinal, o que garantiria um clube italiano na grande final.

Se passarem pelos playoffs, os próximos passos (sorteio em 27 de fevereiro) prometem ser épicos: a Inter pode reeditar a final de 2023 contra o Manchester City, a Juventus pode cruzar com Liverpool ou Tottenham, e a Atalanta tem no horizonte potências como Bayern de Munique ou Arsenal.




Il sorteggio di Nyon ha ufficialmente tracciato la strada per la fase a eliminazione diretta della Champions League 2025/26. Dopo una prima fase a girone unico ricca di colpi di scena, sedici squadre si contenderanno gli ultimi otto posti disponibili per gli ottavi di finale. Tra queste, tre rappresentanti italiane — Inter, Juventus e Atalanta — che, non essendo riuscite a piazzarsi tra le prime otto della classifica generale, dovranno ora superare l'insidioso scoglio dei playoff.

Il Meccanismo del Sorteggio

Il regolamento UEFA per questa nuova formula prevede che le squadre classificate dal 9° al 24° posto si affrontino in sfide di andata e ritorno. Le squadre classificate dal 9° al 16° posto (teste di serie) hanno il vantaggio di giocare la gara di ritorno in casa. Gli accoppiamenti seguono una logica di merito basata sulla posizione in classifica: ad esempio, le squadre nelle posizioni 9 o 10 affrontano quelle nelle posizioni 23 o 24.

Le date sono già fissate: le gare d'andata si disputeranno il 17 e 18 febbraio, mentre il ritorno è previsto per il 24 e 25 febbraio. Un dato cruciale è l'abolizione del divieto di scontro tra club della stessa nazione, come dimostrato dal "derby" francese tra Monaco e PSG già in questo turno.

Le Sfide delle Italiane: Luci e Ombre

L'esito del sorteggio per le squadre di Serie A può essere definito "agrodolce".

  1. Inter vs Bodo/Glimt: Sulla carta, i nerazzurri di Chivu hanno pescato l'avversaria più accessibile. Evitato il pericolo Benfica guidato dall'ex José Mourinho, l'Inter dovrà comunque prestare attenzione alle condizioni ambientali in Norvegia. Il vantaggio del ritorno a San Siro rende però l'Inter la chiara favorita.

  2. Juventus vs Galatasaray: Sorteggio decisamente più complesso per i bianconeri di Spalletti. Il Galatasaray non è solo una trasferta calda, ma una squadra di talento che schiera stelle come Victor Osimhen e Mauro Icardi. La Juventus sperava nel Club Brugge, ma dovrà invece sudarsi la qualificazione contro i turchi.

  3. Atalanta vs Borussia Dortmund: La "Dea" si trova di fronte a una nobile decaduta, ma pur sempre temibile. Sebbene il Dortmund non sia ai livelli della finale di due anni fa, rappresenta un ostacolo di caratura internazionale superiore rispetto all'alternativa Olympiacos.

Il Tabellone e il Cammino verso la Finale

L'analisi del tabellone rivela scenari interessanti per il futuro. L'Inter è stata inserita in un lato del tabellone "isolato" rispetto alle altre italiane: un derby nerazzurro o una sfida con la Juventus potrebbe avvenire solo nell'eventuale finale. Al contrario, Atalanta e Juventus si trovano nello stesso lato; se dovessero superare i rispettivi turni, potrebbero incontrarsi in semifinale, garantendo all'Italia un posto nell'atto conclusivo.

Per quanto riguarda i possibili ottavi (sorteggio il 27 febbraio), le prospettive sono da brividi: l'Inter potrebbe ritrovare il Manchester City, la Juventus una tra Liverpool o Tottenham, e l'Atalanta il colosso Bayern Monaco o l'Arsenal.




O sorteio realizado em Nyon redesenhou o destino do Bologna na Europa League 2025/26 e colocou o clube diante de um cruzamento simbólico entre redenção e frustração. Única equipe italiana a disputar os playoffs, os rossoblù terão pela frente o Brann, da Noruega, em um confronto que não é apenas esportivo, mas também narrativo: trata-se de uma segunda chance, de um novo capítulo para um time que, por um detalhe mínimo, viu escapar a vaga direta para as oitavas de final. Enquanto a Roma já repousa entre as oito melhores, o Bologna agora carrega o peso de representar sozinho o país nesta fase intermediária — e, ao mesmo tempo, a possibilidade real de um derby italiano na próxima etapa.

O novo formato da Europa League, com uma classificação única e 36 clubes na fase inicial, mudou radicalmente a lógica da competição. Apenas os oito primeiros avançam diretamente as oitavas, enquanto as equipes posicionadas do 9º ao 24º lugar são obrigadas a atravessar os playoffs. O Bologna terminou nessa zona de risco, por margem mínima, e agora terá de confirmar em campo o que quase conquistou na tabela. O adversário sorteado foi o Brann, equipe que os italianos já enfrentaram na fase de grupos, em novembro, em um duelo que terminou sem gols. A alternativa era a Dinamo Zagreb, mas o destino apontou novamente para os noruegueses, em uma espécie de espelho do passado recente.

Por ser cabeça de chave, o Bologna jogará a partida decisiva em casa, no estádio Renato Dall’Ara. O jogo de ida acontece em 19 de fevereiro, em Bergen, enquanto o confronto de volta está marcado para o dia 26, em solo italiano. O regulamento favorece quem terminou melhor classificado, garantindo o mando de campo no segundo duelo — uma vantagem estratégica que pode ser determinante, sobretudo em um mata-mata de apenas 180 minutos. A atmosfera no Dall’Ara tende a ser de tensão máxima, pois não se trata apenas de um jogo: trata-se da continuidade do projeto esportivo do clube em nível continental.

Enquanto isso, a Roma já garantiu seu lugar nos oitavos ao empatar por 1 a 1 com o Panathinaikos. Mesmo atuando grande parte da partida em inferioridade numérica, os giallorossi conseguiram o resultado necessário para fechar a fase inicial na oitava colocação, avançando diretamente. Esse detalhe é crucial, pois evitou os playoffs e colocou o time em posição de vantagem física e emocional. Agora, os romanos aguardam a definição dos classificados para saber quem será seu adversário na próxima fase — e o Bologna está entre as possibilidades.

O regulamento estabelece que os vencedores dos playoffs se juntarão às oito equipes já classificadas para formar o quadro das oitavas de final. O sorteio dessa nova fase ocorrerá em 27 de fevereiro, apenas um dia após os jogos de volta dos playoffs. Nessa ocasião, além dos confrontos das oitavas, também serão definidos os cruzamentos das quartas de final e das semifinais, desenhando todo o caminho até a decisão. Para o Bologna, isso significa que, caso elimine o Brann, poderá enfrentar uma entre Roma e Friburgo. A hipótese de um derby italiano, portanto, não é apenas simbólica: é concreta.

Os confrontos dos playoffs estão divididos em dois lados do chaveamento. No lado esquerdo aparecem: Dinamo Zagreb x Genk, Ludogorets x Ferencváros, Panathinaikos x Viktoria Plzeň e PAOK x Celta Vigo. No lado direito, além de Brann x Bologna, estão Celtic x Stuttgart, Fenerbahçe x Nottingham Forest e Lille x Stella Rossa. Ao final desses duelos, apenas oito equipes seguirão vivas na competição, enquanto as demais darão adeus ao torneio.

O formato do sorteio segue critérios rígidos. Os clubes são agrupados de acordo com suas posições finais na fase inicial, formando pares de cabeças de chave (9º e 10º, 11º e 12º, 13º e 14º, 15º e 16º) e pares de não cabeças de chave (17º e 18º, 19º e 20º, 21º e 22º, 23º e 24º). Em seguida, esses grupos se cruzam: os melhores enfrentam os piores. Em termos práticos, isso significa que quem terminou mais acima na tabela encara quem se classificou com menor pontuação. O Bologna, por exemplo, teve a vantagem de decidir em casa.

Para a Roma, a classificação direta não foi apenas esportiva, mas também financeira. A UEFA distribui cerca de 565 milhões de euros entre os participantes da Europa League, divididos em três pilares: quotas de participação, bônus por desempenho e o novo critério “value”, que substitui o antigo market pool e ranking decenal. Cada um desses eixos representa uma fatia fundamental da sustentabilidade econômica dos clubes.

Somente pela presença na fase inicial, cada clube recebeu 4,31 milhões de euros. Em seguida, vêm os bônus por resultados: 450 mil euros por vitória e 150 mil por empate. Esses valores, somados ao bônus de posição na classificação, formam uma base sólida de arrecadação. A Roma, por exemplo, somou 2,4 milhões apenas em bônus por resultados e mais 2,34 milhões por sua posição final, além de 600 mil euros por terminar entre os oito primeiros.

O novo pilar “value” é ainda mais complexo. Ele combina critérios de valor de mercado do país e coeficiente histórico do clube, sendo dividido em duas partes: europeia e extraeuropeia. Cada uma é fracionada em 666 quotas, distribuídas conforme a posição relativa de cada equipe. Nesse cálculo, a Roma obteve aproximadamente 7,38 milhões de euros na parte europeia e 2,88 milhões na parte não europeia.

Somando todas as parcelas — participação, desempenho, bônus de classificação, pilar value e prêmio por chegar aos oitavos (1,75 milhão de euros) — a Roma já garantiu mais de 21,6 milhões de euros na atual edição da Europa League. Um valor que ultrapassa o arrecadado na temporada anterior, quando foi eliminada justamente nas oitavas, com cerca de 20,1 milhões.

Esses números ajudam a dimensionar o que está em jogo para o Bologna. Superar o Brann não significa apenas avançar esportivamente, mas também acessar uma nova camada de receitas, prestígio e visibilidade internacional. Cada fase ultrapassada representa não só mais minutos em campo, mas também milhões em caixa e maior poder de projeção institucional.

Assim, o duelo contra o Brann assume contornos que vão além de um simples playoff. É o ponto de inflexão de uma temporada europeia que pode se transformar em epopeia ou em frustração precoce. Entre a Roma já estabelecida e o Bologna ainda em construção, a Itália observa com expectativa. O destino europeu dos rossoblù será decidido em dois jogos, mas o significado ecoará por toda a temporada.



Il sorteggio di Nyon ha riscritto il destino europeo del Bologna e ha acceso una trama fatta di attese, rimpianti e possibilità concrete. I rossoblù, unica squadra italiana impegnata nei playoff di Europa League 2025/26, affronteranno il Brann in uno spareggio che rappresenta molto più di un semplice turno preliminare: è una prova di maturità, un esame di legittimità europea per una squadra che ha mancato l’accesso diretto agli ottavi per un soffio. Mentre la Roma osserva già dagli ottavi, il Bologna è chiamato a guadagnarsi il proprio posto tra le migliori sedici.

Il nuovo formato della competizione, con una classifica unica a 36 squadre, ha cambiato radicalmente le gerarchie. Solo le prime otto avanzano direttamente, mentre le squadre dal 9° al 24° posto devono passare per i playoff. Il Bologna ha chiuso appena fuori dalla zona privilegiata, ritrovandosi costretto a uno spareggio che riapre il discorso qualificazione. Il sorteggio ha messo di fronte ai felsinei il Brann, già incontrato nella fase a gironi in un pareggio a reti inviolate. L’altra opzione era la Dinamo Zagabria, ma il destino ha scelto la Norvegia.

Essendo testa di serie, il Bologna giocherà il ritorno in casa, al Dall’Ara. L’andata è fissata per il 19 febbraio a Bergen, mentre il ritorno si disputerà il 26 febbraio in Emilia. Il regolamento tutela le squadre meglio piazzate, garantendo loro il vantaggio del campo nella seconda gara. In un confronto così breve, questo dettaglio può fare la differenza tra eliminazione e sogno europeo.

Nel frattempo, la Roma ha già staccato il biglietto per gli ottavi grazie all’1-1 contro il Panathinaikos. Un pareggio sofferto, maturato nonostante l’inferiorità numerica, che ha permesso ai giallorossi di chiudere all’ottavo posto. Ora la squadra di Gasperini attende il sorteggio del 27 febbraio per scoprire il proprio avversario: potrebbe essere proprio il Bologna, in caso di qualificazione contro il Brann, dando vita a un derby italiano dal sapore continentale.

Il tabellone prevede che i vincitori dei playoff si uniscano alle otto squadre già qualificate. Il sorteggio degli ottavi, dei quarti e delle semifinali avverrà nello stesso giorno, tracciando l’intero percorso verso la finale. Per il Bologna, superare il Brann significa poter affrontare una tra Roma e Friburgo: una prospettiva che trasforma questo spareggio in una vera soglia narrativa.

Le sfide dei playoff sono suddivise in due lati: a sinistra Dinamo Zagabria-Genk, Ludogorets-Ferencváros, Panathinaikos-Viktoria Plzeň e PAOK-Celta Vigo; a destra Brann-Bologna, Celtic-Stoccarda, Fenerbahçe-Nottingham Forest e Lille-Stella Rossa. Otto squadre avanzeranno, otto usciranno di scena.

Oltre all’aspetto sportivo, c’è una dimensione economica fondamentale. La UEFA distribuisce circa 565 milioni di euro, suddivisi tra quote di partenza, bonus per le prestazioni e il nuovo pilastro “value”. La Roma, grazie alla qualificazione diretta, ha già incassato oltre 21,6 milioni di euro, tra partecipazione, risultati, bonus di classifica e quota value.

Il superamento degli ottavi vale 1,75 milioni di euro, i quarti 2,5 milioni, le semifinali 4,2 milioni, la finale 7 milioni e la vittoria 6 milioni. Numeri che spiegano perché ogni partita europea abbia un peso che va ben oltre il campo.

Per il Bologna, dunque, il doppio confronto con il Brann è una linea di confine. Da una parte l’eliminazione, dall’altra l’ingresso in una nuova dimensione. Tra tensione e speranza, il destino europeo dei rossoblù passa da due serate che possono cambiare una stagione intera.




A caminhada da Fiorentina na Conference League ganhou datas e horários carimbados. Depois do sorteio em janeiro, o time de Florença já sabe que o caminho para as oitavas de final passa pela Polônia. O adversário será o Jagiellonia, e a equipe do técnico Paolo Vanoli vai precisar de foco total para não tropeçar.

O cenário do duelo: Equilíbrio no papel

Ao contrário de outros torneios europeus onde rola muito mistério, a Fiorentina já sabia quem poderia enfrentar. O Jagiellonia não é nenhum bobo: eles terminaram a fase de grupos com a mesma pontuação da Fiorentina (chamada carinhosamente de Viola).

O que salvou os italianos foi o saldo de gols. Por terem um desempenho melhor nesse critério, a Fiorentina garantiu a vantagem de ser "cabeça de chave". Isso significa que eles ganharam o direito de decidir a vaga em casa, com o apoio da sua torcida.

Datas e Local: Anote na agenda

A UEFA já bateu o martelo sobre quando os jogos acontecem. A comissão técnica agora corre para organizar a viagem e o descanso dos jogadores:

  • Jogo de Ida (19 de fevereiro): A Fiorentina vai até a Polônia encarar o caldeirão do Białystok City Stadium. O plano é trazer um bom resultado (um empate ou uma vitória magra) para jogar com tranquilidade na volta.

  • Jogo de Volta (26 de fevereiro): A decisão final será em Florença, no Estádio Artemio Franchi. É o dia para a torcida empurrar o time e carimbar a classificação.

O que esperar do jogo?

O técnico Paolo Vanoli montou um time que aguenta o tranco, mas o sinal de alerta está ligado. Como o Jagiellonia fez os mesmos pontos que a Fiorentina na fase anterior, ficou claro que os poloneses são organizados e perigosos.

A Fiorentina é a favorita, mas vai precisar de uma defesa sólida na Polônia e caprichar na pontaria para não sofrer sustos. Decidir em casa é uma vantagem enorme, e o time italiano tem tudo para avançar se jogar com seriedade.



Il percorso europeo della Fiorentina entra nel vivo. Dopo il sorteggio dello scorso 16 gennaio, la squadra toscana ha finalmente delineato la propria marcia verso la fase a eliminazione diretta della UEFA Conference League. L'ostacolo tra i Viola e gli ottavi di finale si chiama Jagiellonia, formazione polacca che promette di essere un avversario ostico e ben organizzato.

Il Contesto della Sfida

A differenza delle dinamiche più incerte che caratterizzano la Champions o l'Europa League, la Fiorentina conosce il proprio destino nei playoff già da tempo. Il dato più interessante emerge dalla classifica della fase a campionato: lo Jagiellonia ha chiuso a pari punti con la formazione di Paolo Vanoli.

Tuttavia, la Fiorentina ha beneficiato di una migliore differenza reti, un fattore che si è rivelato decisivo non solo per il morale, ma soprattutto per il posizionamento nel tabellone. Essendo inserita tra le otto teste di serie, la squadra di Firenze godrà del vantaggio tattico e psicologico di giocare la partita decisiva tra le mura amiche.

Date e Programmazione Ufficiale

Con l'ufficialità del calendario, la tabella di marcia dei Viola è ora definita nei minimi dettagli. La doppia sfida si articolerà in una settimana cruciale di febbraio:

  • Andata (19 Febbraio): La sfida inizierà in terra polacca. Il teatro dello scontro sarà il Białystok City Stadium, dove la Fiorentina dovrà essere brava a gestire l'impatto ambientale e l'agonismo dei padroni di casa.

  • Ritorno (26 Febbraio): Il verdetto finale arriverà sette giorni dopo allo Stadio Artemio Franchi. Giocare il ritorno in casa è un privilegio che i ragazzi di Vanoli dovranno sfruttare al massimo per chiudere la pratica qualificazione.

Prospettive Tecniche

La gestione di Paolo Vanoli sarà messa alla prova in un doppio confronto dove ogni dettaglio conta. Sebbene la classifica suggerisca un equilibrio quasi perfetto tra le due compagini, la caratura tecnica dei Viola e l'abitudine a palcoscenici europei dovrebbero far pendere l'ago della bilancia verso la Toscana.

Lo Jagiellonia è una squadra che ha dimostrato solidità, e il fatto di aver ottenuto gli stessi punti della Fiorentina è un segnale d'allarme da non ignorare. La chiave per il passaggio del turno sarà un approccio autoritario in Polonia, evitando cali di concentrazione che potrebbero complicare la gara di ritorno a Firenze.



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