Hércules Meneses: Após polêmica com Kalulu em Inter x Juventus, VAR sofrerá mudanças drásticas                                                                       

Após polêmica com Kalulu em Inter x Juventus, VAR sofrerá mudanças drásticas

 



A recente expulsão do jogador Pierre Kalulu na partida entre Inter e Juventus catalisou uma revisão urgente nos procedimentos de arbitragem de vídeo. O organismo internacional responsável pela definição das regras do futebol, a IFAB, prepara-se para anunciar alterações significativas na aplicação da tecnologia VAR, permitindo que esta seja utilizada para revisar cartões vermelhos derivados de uma dupla advertência. Esta decisão será oficializada no final de fevereiro, durante a reunião anual da entidade no País de Gales, baseando-se nas recomendações formuladas em Londres no início do ano.

O núcleo do funcionamento do VAR, que foca em quatro áreas principais — gols, pênaltis, expulsões diretas e erros de identidade — manterá sua estrutura básica. No entanto, a IFAB visa aprimorar a capacidade de corrigir erros evidentes, mantendo a dinâmica do jogo. A modificação mais impactante autorizará os árbitros de vídeo a intervir quando um jogador for expulso após receber um segundo cartão amarelo erroneamente, desde que se trate de um erro factual claro.

Paralelamente, o protocolo busca permitir a correção de situações onde a equipe errada é punida disciplinarmente. Existe também a proposta de introduzir, de forma opcional pelas ligas, a revisão de tiros de canto erroneamente assinalados, sob a condição de não causar atrasos significativos na partida.

A fluidez do espetáculo é uma prioridade. Após medidas bem-sucedidas em 2025/26 sobre o tempo de posse dos goleiros, novas regras de gestão de tempo estão sendo estudadas. Isso inclui a implementação de contagens regressivas visíveis para a retomada do jogo em laterais e tiros de meta, a obrigatoriedade de permanência fora de campo por um tempo determinado para atletas atendidos medicalmente, e um tempo máximo de dez segundos para a saída de campo durante substituições.

Os testes tecnológicos continuam, com foco no aprimoramento da tecnologia de impedimento semiautomatizado e na avaliação do sistema de suporte de vídeo solicitado pelas equipes. A utilização de câmeras corporais pelos árbitros também recebeu respaldo para testes adicionais.

O dia 28 de fevereiro representa, portanto, um ponto de virada potencial. A aprovação dessas recomendações pela assembleia geral resolverá uma das críticas mais frequentes de clubes e profissionais da área sobre a tecnologia, marcando uma nova fase na evolução da arbitragem assistida.

O clássico Inter-Juventus deixou um rastro de polêmicas focadas na atuação do árbitro La Penna e na aplicação das regras de arbitragem. O ponto central da controvérsia foi a expulsão do defensor da Juventus, Pierre Kalulu, no primeiro tempo, após receber o segundo cartão amarelo em um lance envolvendo o jogador da Inter, Alessandro Bastoni. A cúpula da arbitragem, representada pelo designador Gianluca Rocchi, reconheceu publicamente que a decisão foi "claramente errada", destacando a frustração pela impossibilidade técnica de utilizar o VAR (Video Assistant Referee) para corrigir o erro em tempo real, uma vez que o protocolo do VAR não prevê a revisão de lances que resultam em segundo cartão amarelo.

A análise do lance revelou que o comportamento de Bastoni foi fundamental para a decisão equivocada. Rocchi classificou a queda de Bastoni como uma "simulação clara", inserindo o episódio em uma série de tentativas de enganar a arbitragem ao longo do campeonato. Apesar da clareza das imagens sobre a simulação e a postura questionável de Bastoni, que comemorou a expulsão do adversário, o regulamento desportivo impede a punição retroativa do jogador da Inter através da "prova de TV".

A base legal para essa limitação é o artigo 61 do regulamento sobre meios de prova, que restringe estritamente o uso de imagens televisivas para aplicar sanções disciplinares. O ponto 4 do artigo especifica que a prova de TV só pode ser utilizada para simulações que resultem em pênalti ou na expulsão direta do adversário. Como a simulação de Bastoni resultou apenas no segundo amarelo para Kalulu — e não em um cartão vermelho direto — a Procura Federal está impedida de investigar o lance para uma possível suspensão de Bastoni por conduta gravemente antidesportiva. Este caso evidencia a tensão entre a justiça esportiva e a rigidez das normas regulamentares atuais.




La recente espulsione del giocatore Pierre Kalulu nella partita tra Inter e Juventus ha catalizzato una revisione urgente nelle procedure di arbitraggio video. L'organismo internazionale responsabile della definizione delle regole del calcio, l'IFAB, si prepara ad annunciare modifiche significative nell'applicazione della tecnologia VAR, permettendo che questa venga utilizzata per revisionare cartellini rossi derivati da una doppia ammonizione. Questa decisione sarà ufficializzata alla fine di febbraio, durante la riunione annuale dell'ente in Galles, basandosi sulle raccomandazioni formulate a Londra all'inizio dell'anno.

Il nucleo del funzionamento del VAR, che si concentra su quattro aree principali — gol, rigori, espulsioni dirette ed errori di identità — manterrà la sua struttura di base. Tuttavia, l'IFAB mira a perfezionare la capacità di correggere errori evidenti, mantenendo la dinamica del gioco. La modifica più impattante autorizzerà gli arbitri video a intervenire quando un giocatore viene espulso dopo aver ricevuto un secondo cartellino giallo erroneamente, purché si tratti di un chiaro errore fattuale.

Parallelamente, il protocollo cerca di permettere la correzione di situazioni in cui la squadra sbagliata viene punita disciplinarmente. Esiste anche la proposta di introdurre, in forma opzionale dalle leghe, la revisione di calci d'angolo erroneamente assegnati, a condizione di non causare ritardi significativi nella partita.

La fluidità dello spettacolo è una priorità. Dopo misure di successo nel 2025/26 sul tempo di possesso dei portieri, nuove regole di gestione del tempo sono in fase di studio. Ciò include l'implementazione di conti alla rovescia visibili per la ripresa del gioco su rimesse e rinvii dal fondo, l'obbligo di permanenza fuori campo per un tempo determinato per atleti assistiti medicalmente, e un tempo massimo di dieci secondi per l'uscita dal campo durante le sostituzioni.

I test tecnologici continuano, con focus sul perfezionamento della tecnologia di fuorigioco semiautomatizzato e sulla valutazione del sistema di supporto video richiesto dalle squadre. L'utilizzo di telecamere corporee da parte degli arbitri ha ricevuto sostegno per ulteriori test.

Il giorno 28 febbraio rappresenta, quindi, un potenziale punto di svolta. L'approvazione di queste raccomandazioni da parte dell'assemblea generale risolverà una delle critiche più frequenti di club e professionisti del settore sulla tecnologia, segnando una nuova fase nell'evoluzione dell'arbitraggio assistito.

Il derby Inter-Juventus ha lasciato una scia di polemiche incentrate sulla prestazione dell'arbitro La Penna e sull'applicazione delle regole arbitrali. Il punto centrale della controversia è stata l'espulsione del difensore della Juventus, Pierre Kalulu, nel primo tempo, dopo aver ricevuto il secondo cartellino giallo in un'azione che ha coinvolto il giocatore dell'Inter, Alessandro Bastoni. I vertici arbitrali, rappresentati dal designatore Gianluca Rocchi, hanno riconosciuto pubblicamente che la decisione è stata "chiaramente errata", evidenziando la frustrazione per l'impossibilità tecnica di utilizzare il VAR (Video Assistant Referee) per correggere l'errore in tempo reale, poiché il protocollo VAR non prevede la revisione di azioni che portano a un secondo cartellino giallo.

L'analisi dell'azione ha rivelato che il comportamento di Bastoni è stato fondamentale per la decisione errata. Rocchi ha definito la caduta di Bastoni una "chiara simulazione", inserendo l'episodio in una serie di tentativi di ingannare l'arbitraggio durante il campionato. Nonostante la chiarezza delle immagini sulla simulazione e la postura discutibile di Bastoni, che ha esultato per l'espulsione dell'avversario, il regolamento sportivo impedisce la punizione retroattiva del giocatore dell'Inter tramite la "prova TV".

La base legale per questa limitazione è l'articolo 61 del regolamento sui mezzi di prova, che limita strettamente l'uso delle immagini televisive per applicare sanzioni disciplinari. Il punto 4 dell'articolo specifica che la prova TV può essere utilizzata solo per simulazioni che portano a un rigore o all'espulsione diretta dell'avversario. Poiché la simulazione di Bastoni ha portato solo al secondo giallo per Kalulu — e non a un cartellino rosso diretto — la Procura Federale è impossibilitata a indagare sull'azione per una possibile squalifica di Bastoni per condotta gravemente antisportiva. Questo caso evidenzia la tensione tra la giustizia sportiva e la rigidezza delle norme regolamentari attuali.



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