A Atalanta escreveu mais um capítulo de ouro em sua história europeia ao atropelar o Borussia Dortmund e garantir vaga nas oitavas de final da Champions League. O grande protagonista da noite não calçou chuteiras: foi o técnico Raffaele Palladino, o estrategista que transformou o pessimismo do jogo de ida em uma celebração eufórica na 'New Balance Arena'.
Após o revés de 2 a 0 na Alemanha, poucos acreditavam, mas Palladino — que assumiu o cargo em novembro após a passagem apagada de Ivan Juric — provou ser o "escolhido". Com uma leitura de jogo impecável, ele anulou os aurinegros e devolveu à Atalanta o DNA competitivo que a consagrou no continente.
Destaques da Campanha:
Invencibilidade em 2026 (até a rodada 26): No campeonato nacional, o time ainda não perdeu este ano, encostando no G4.
Moral Elevada: Além da Champions, a equipe eliminou a Juventus na Coppa Italia (3 a 0) e enfrentará a Lazio nas semis.
O Próximo Passo: O sorteio reservou um gigante ( Bayern), mas para uma torcida que viu o impossível acontecer contra o Dortmund, o sonho continua.
Se você é fã de futebol italiano e esperava uma invasão da Série A nas oitavas de final da Champions League, é melhor puxar uma cadeira e respirar fundo. O balanço das noites de playoff foi um verdadeiro balde de água fria. De todas as equipes italianas que entraram em campo para decidir a vida, apenas a Atalanta de Palladino conseguiu a proeza de reverter o placar contra o Borussia Dortmund.
Para Inter de Milão e Juventus, o sonho acabou cedo demais. Elas se juntam ao Napoli, que já tinha ficado pelo caminho na fase inicial. Resultado? O sorteio das oitavas de final terá apenas uma bandeira da Itália no pote: a da Dea.
Um Déjà Vu Amargo
O roteiro parece um "reprise" de mau gosto. No ano passado, aconteceu exatamente a mesma coisa. Naquela ocasião, a Inter foi a única sobrevivente (e quase operou o milagre de ser campeã, caindo só na final). Atalanta, Juve e Milan morreram na praia dos playoffs, enquanto o Bologna não passou da primeira fase.
Para achar um cenário tão desértico assim, precisamos voltar 11 anos no tempo. Nas temporadas 2013/14 e 2014/15, a Itália também só teve um representante por vez no mata-mata (Milan em uma, Juve na outra). O problema é que, enquanto a Série A patina, os outros gigantes voam. A Premier League inglesa, por exemplo, meteu seis times nas oitavas este ano — um recorde histórico.
Nem tudo é tragédia: O "Reforço" na Europa e Conference League
Se na Champions a situação é de alerta, nas competições "irmãs" ainda há fôlego:
Bologna: Segue firme na Europa League após vencer o Brann por 1-0.
Fiorentina: Quase matou o torcedor de susto ao jogar fora uma vantagem de três gols, mas resolveu a parada na prorrogação contra o Jagellonia na Conference League.
Essa vitória da Viola é vital. Por quê? Porque mantém a Itália viva na briga pelo "Quinto Elemento" — a quinta vaga na Champions League de 2026/27.
Agora, vamos falar do que realmente importa: como a Itália consegue essa quinta vaga extra? Com o novo formato da Champions (36 times, grupo único, oito jogos por equipe), a UEFA premia as duas federações que somarem mais pontos na temporada com uma vaga adicional. É uma corrida de resistência.
Como funciona o "Placar" da UEFA?
Os pontos não caem do céu. Eles são distribuídos assim:
Vitórias e Empates: Cada jogo vale pontos para o ranking nacional.
Bônus de Fase: Passar para as oitavas, quartas e semis rende "gorjetas" valiosas.
Peso das Competições: A Champions dá mais pontos (até 29,5), seguida pela Europa League (23) e Conference (20,5).
O cálculo final: Soma-se tudo o que os times do país conquistaram e divide-se pelo número de times que começaram a competição. Por isso, a eliminação precoce de Inter e Juve dói tanto: elas param de somar, mas continuam "dividindo" a média do país.
A Tabela do Momento
A briga está acirrada. Veja como está o ranking hoje:
Inglaterra: 22,291 pontos (Vaga garantida)
Alemanha: 17,570 pontos (Atualmente com a 2ª vaga)
Espanha: 17,406 pontos
Itália: 17,357 pontos
Estamos na cola de alemães e espanhóis.
Se a Atalanta der a lógica e for eliminada pelo Bayern, nossas chances despencam. Mas, se a Dea operar um milagre e despachar um desses gigantes, o ranking italiano explode de alegria.
Na Europa League, o ideal seria evitar um "derbi" entre Bologna e Roma. Por quê? Porque um eliminaria o outro garantido. O cenário perfeito seria um confronto direto contra alemães (como um Bologna x Freiburg), onde poderíamos "roubar" os pontos deles e avançar com dois times nossos. É puro xadrez futebolístico.
A meta é repetir o que aconteceu há duas temporadas, quando o Bologna de Thiago Motta se beneficiou desse sistema para entrar na elite europeia. Temos quatro times vivos (Atalanta na Champions, Bologna e Roma na Europa League, Fiorentina na Conference). Cada gol agora vale ouro — ou melhor, vale milhões de euros em direitos de transmissão e prestígio.
L'Atalanta è ufficialmente tra le prime sedici d'Europa dopo una rimonta da brividi contro il Borussia Dortmund. Alla 'New Balance Arena', il protagonista assoluto è Raffaele Palladino, l'allenatore che in pochi mesi è passato da scommessa a idolo indiscusso della tifoseria bergamasca.
Dopo lo 0-2 dell'andata, lo stratega campano ha saputo "toccare le corde giuste", annichilendo i tedeschi con una prova di forza che rimarrà negli annali del calcio italiano. Palladino ha ereditato una squadra in difficoltà da Ivan Juric e l'ha trasformata in una macchina perfetta: ancora imbattuto in campionato nel 2026, il tecnico ha riportato la Dea a ridosso della zona Champions.
I punti chiave del momento nerazzurro:
L'elogio della società: Luca Percassi lo ha definito un "allenatore predestinato" per visione e qualità.
Cuore e Grinta: Oltre al cammino europeo, la vittoria per 3-0 sulla Juve in Coppa Italia conferma che l'Atalanta è tornata ai fasti dell'era Gasperini.
Sogno Europeo: Agli ottavi la sfida sarà durissima (Bayern), ma come ha dichiarato lo stesso Palladino: "Questa partita rimarrà per sempre nella mia mente". E sognare, ora, è un dovere.
Cari tifosi, mettiamoci comodi (e magari prendiamo un digestivo), perché il bilancio delle notti di Champions League è di quelli che fanno riflettere. Il verdetto dei playoff è stato spietato: solo l’Atalanta è riuscita nell'impresa di ribaltare il Borussia Dortmund e strappare il pass per gli ottavi.
Per Inter e Juventus, purtroppo, cala il sipario. Le due big si aggiungono al Napoli, già eliminato, lasciando la Serie A con un solo rappresentante tra le magnifiche 16 d'Europa.
Un Film Già Visto
Non è una novità, purtroppo. Anche l'anno scorso l'Inter fu l'unica a tenere alta la bandiera italiana nella fase a eliminazione diretta (arrivando poi fino a Istanbul). Questo trend negativo, che vede la Serie A faticare a portare più di tre squadre agli ottavi, ci riporta indietro di 11 anni, ai tempi delle stagioni 2013/14 e 2014/15.
Mentre noi facciamo i conti con le eliminazioni, la Premier League festeggia un record mostruoso: sei squadre agli ottavi (Arsenal, Chelsea, Liverpool, City, Newcastle e Tottenham). Un abisso che fa male, se pensiamo che negli ultimi anni abbiamo comunque portato quattro squadre in finale, ma senza mai dominare il numero di partecipanti nelle fasi finali.
Europa e Conference: Le Ancore di Salvezza
Per fortuna, il giovedì ci ha regalato un sorriso:
Il Bologna ha regolato il Brann (1-0) e prosegue in Europa League.
La Fiorentina ha rischiato la beffa contro lo Jagellonia, ma dopo i tempi supplementari ha centrato la qualificazione in Conference.
Questi risultati sono ossigeno puro per il ranking. Senza i punti della Viola e dei rossoblù, il sogno del quinto posto in Champions per la stagione 2026/27 sarebbe già svanito.
Spieghiamolo in modo semplice: come facciamo a riportare cinque squadre in Champions nel 2026/27? Tutto passa dal Ranking UEFA stagionale. Con il nuovo formato a 36 squadre, le due nazioni che performano meglio nelle tre coppe (Champions, Europa e Conference League) ottengono un posto extra.
La Meccanica dei Punti
Ogni partita conta. Una vittoria o un pareggio pesano, ma sono i bonus per il passaggio del turno a fare la differenza.
Champions: Massimo 29,5 punti.
Europa League: Massimo 23 punti.
Conference League: Massimo 20,5 punti.
Il problema è matematico: il punteggio totale dell'Italia viene diviso per il numero di squadre partecipanti all'inizio dell'anno. Se Inter e Juve escono, il denominatore resta uguale ma i punti smettono di salire. Ecco perché abbiamo bisogno che Bologna, Fiorentina e Atalanta arrivino il più lontano possibile.
La Classifica Attualizzata
L'Inghilterra è ormai irraggiungibile (oltre 22 punti). La vera battaglia è per il secondo posto tra:
Germania: 17,570
Spagna: 17,406
Italia: 17,357
Siamo lì, a un tiro di schioppo. Ma Spagna e Germania hanno squadre, sulla carta, più attrezzate per andare avanti in Champions, dove i punti bonus sono più pesanti.
Un eventuale "miracolo" dell'Atalanta contro Bayern Monaco farebbe schizzare le nostre quotazioni. Se la Dea avanza, guadagniamo punti pesanti e ne togliamo alle dirette concorrenti.
In Europa League, la strategia è chiara: sarebbe meglio evitare scontri fratricidi. Un derby tra Bologna e Roma sarà un autogol per il ranking, perché perderemmo sicuramente una squadra. Molto meglio se potessi incrociare le tedesche, magari un Bologna-Friburgo: uno scontro diretto per eliminare i rivali e volare in classifica.
L'obiettivo è rivivere l'entusiasmo di due anni fa, quando portammo ben cinque squadre nel massimo torneo continentale. Attualmente abbiamo quattro frecce nella nostra faretra: Atalanta, Bologna, Roma e Fiorentina. La strada è in salita, ma il "quinto posto" è ancora lì, possibile, a patto di non sbagliare più nulla.
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