Hércules Meneses: Estádio, finanças e futuro: os desafios do Como                                                                       

Estádio, finanças e futuro: os desafios do Como

 



A vitória convincente por 5 a 0 sobre o Pisa reforçou que o Como é um forte candidato ao quarto lugar na liga italiana. Essa posição garante acesso direto à UEFA Champions League, o que representaria a primeira participação histórica do clube na competição. Trata-se de um marco importante para uma equipe que, até recentemente, disputava divisões inferiores do futebol italiano.

Reformas no Estádio e alternativas

Para se preparar para competições europeias, o clube está trabalhando na adequação do Estádio Giuseppe Sinigaglia às exigências da UEFA. A meta é concluir as melhorias até setembro de 2026, a tempo do início da Champions League. Caso não consiga finalizar as obras, o Como considera utilizar o Mapei Stadium, em Reggio Emilia, como alternativa para mandar seus jogos.

Essa estratégia já foi adotada por outros clubes italianos, como a Atalanta, que precisou atuar fora de seu estádio em competições europeias até concluir reformas estruturais.

Cenários nas competições europeias

O planejamento do Como varia conforme a competição europeia alcançada. Na Champions League ou na UEFA Europa League, o clube espera já ter seu estádio disponível. Já na UEFA Europa Conference League, há a possibilidade de disputar playoffs em agosto de 2026, o que exigiria o uso de outro estádio devido ao prazo mais curto.

Desafios financeiros e Fair Play

Além das questões estruturais, o clube enfrentará desafios relacionados às regras financeiras da UEFA. O balanço de 2025 registrou prejuízo significativo, o que pode levar a um acordo de monitoramento financeiro (Settlement Agreement). Um caso semelhante ocorreu com o Aston Villa, que também passou por supervisão após retornar às competições europeias.

Esse acordo pode incluir sanções e controle rigoroso das finanças por alguns anos, mesmo que o clube não se classifique para torneios europeus nas temporadas seguintes.

Crescimento econômico e estratégia comercial

A possível participação na Champions League traria aumento significativo de receitas, impactando positivamente indicadores como o “squad cost ratio”, que mede a relação entre gastos com elenco e receitas. Para acompanhar esse crescimento, o Como também investe em estratégias comerciais, incluindo lojas temporárias em locais estratégicos como Cortina d’Ampezzo e Piazza San Babila, em Milão, aproveitando a visibilidade dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano-Cortina 2026.

Um futuro promissor

O Como vive um momento de transformação, passando de clube da segunda divisão a potencial protagonista do futebol europeu. Com planejamento esportivo, estrutural e financeiro, a equipe busca consolidar sua posição entre os grandes e aproveitar ao máximo as oportunidades que surgirem.




La crescita del Como verso l’Europa

La netta vittoria per 5-0 contro il Pisa ha confermato le ambizioni del Como nella corsa al quarto posto. Questo piazzamento garantisce l’accesso alla UEFA Champions League, che rappresenterebbe una storica prima partecipazione per il club lombardo.

Adeguamento dello stadio e soluzioni alternative

Il Como sta lavorando per rendere lo Stadio Giuseppe Sinigaglia conforme agli standard UEFA. L’obiettivo è completare i lavori entro settembre 2026. In caso di ritardi, il club potrebbe utilizzare il Mapei Stadium come sede alternativa per le gare europee.

Una scelta simile era stata fatta dall’Atalanta, che aveva disputato alcune competizioni europee lontano dal proprio impianto prima di completarne la ristrutturazione.

Possibili scenari nelle competizioni UEFA

Il piano del Como cambia a seconda della competizione. In Champions League o UEFA Europa League, il club spera di giocare nel proprio stadio. In caso di qualificazione alla UEFA Europa Conference League, invece, potrebbe essere necessario disputare i playoff estivi in un altro impianto.

Regole finanziarie e Settlement Agreement

Dal punto di vista economico, il Como dovrà rispettare le normative UEFA sulla sostenibilità finanziaria. Dopo un bilancio negativo nel 2025, il club potrebbe dover firmare un Settlement Agreement, come accaduto all’Aston Villa.

Questo accordo comporta controlli e possibili sanzioni per un periodo che può variare da due a quattro anni, indipendentemente dalla partecipazione continua alle coppe europee.

Impatto economico e strategia commerciale

L’eventuale partecipazione alla Champions League porterebbe un forte incremento dei ricavi. Questo aiuterebbe il club a rispettare parametri come lo “squad cost ratio”. Parallelamente, il Como ha avviato iniziative commerciali, come l’apertura di temporary store a Cortina d’Ampezzo e vicino a Piazza San Babila a Milano, sfruttando l’evento delle Olimpiadi invernali Milano-Cortina 2026.

Un club in trasformazione

Il Como rappresenta un esempio di crescita rapida nel calcio moderno. Dopo aver militato in Serie B fino a poco tempo fa, il club si prepara ora a competere ai massimi livelli europei. Con una visione strategica chiara e investimenti mirati, il futuro appare promettente sia dal punto di vista sportivo che economico.




O projeto de construção de um novo estádio do Milan em San Donato Milanese, na área de San Francesco, foi oficialmente encerrado. A decisão trouxe consequências administrativas e financeiras para o município, que agora cobra da sociedade Sportlifecity — controlada em grande parte pelo Milan — o ressarcimento das despesas realizadas durante o processo de análise.

Custos e Ressarcimento

A prefeitura de San Donato calculou em 74.360 euros os gastos relacionados ao estudo do projeto. Esses valores incluem:

  • Consultorias externas

  • Estudos técnicos

  • Procedimentos administrativos

Segundo uma cláusula contratual, em caso de desistência da obra, o clube deveria reembolsar o município até um teto de 220 mil euros. Assim, o pedido de ressarcimento não é apenas uma iniciativa política, mas um direito previsto no acordo.

O Papel da Sportlifecity

A sociedade Sportlifecity, controlada em 90% pelo Milan, foi a responsável pela proposta. A decisão de abandonar o projeto não decorreu de uma obrigação legal, mas de uma escolha estratégica do clube, que preferiu concentrar esforços na cidade de Milão, especialmente após a compra do estádio de San Siro em parceria com a Inter.

Cronologia do Projeto

  • 2024: primeiros contatos entre Milan e administração de San Donato.

  • 2025: início da fase operacional com o “Accordo di Programma”, envolvendo diversos órgãos institucionais como a Região Lombardia e a Città Metropolitana di Milano.

  • Janeiro de 2026: encerramento oficial do acordo, após a decisão de manter o projeto em Milão.

Reações Políticas

O prefeito Francesco Squeri anunciou em conselho municipal que as despesas foram listadas e enviadas ao Milan “para uma preliminar compartilhamento”. A oposição, representada pelo Partido Democrático, havia solicitado esclarecimentos sobre os custos e o futuro da área.

Futuro da Área San Francesco

Com o fim do projeto do estádio, surge a questão: o que fazer com os 300 mil metros quadrados da área San Francesco?
Entre as hipóteses, destaca-se a possibilidade de construir um palazzetto de basquete, aproveitando o interesse dos fundos que controlam Milan e Inter (RedBird e Oaktree) em iniciativas ligadas à NBA Europe.

O encerramento do projeto do estádio em San Donato não significa o fim da vocação esportiva da área. Pelo contrário, abre espaço para novas oportunidades, como o basquete, que poderiam transformar a região em um polo esportivo multifuncional.


Il progetto di costruzione di un nuovo stadio del Milan a San Donato Milanese, nell’area San Francesco, è stato definitivamente abbandonato. Questa decisione ha avuto conseguenze economiche e amministrative per il Comune, che ora chiede alla società Sportlifecity — controllata in gran parte dal Milan — il rimborso delle spese sostenute.

Costi e Rimborso

Il Comune ha quantificato in 74.360 euro le spese affrontate per valutare il progetto. Tali costi comprendono:

  • Consulenze esterne

  • Studi tecnici

  • Procedure amministrative

Una clausola prevedeva che, in caso di mancata realizzazione dell’impianto, la società dovesse rimborsare il Comune fino a un massimo di 220 mila euro. Pertanto, la richiesta non è un atto politico, ma un diritto contrattuale.

Il Ruolo di Sportlifecity

Sportlifecity, controllata al 90% dal Milan, era la società incaricata di portare avanti il progetto. La scelta di rinunciare non è stata imposta da vincoli legali, ma da una strategia del club, che ha preferito concentrare le proprie risorse su Milano, soprattutto dopo l’acquisto di San Siro insieme all’Inter.

Cronologia del Progetto

  • 2024: primi contatti tra il Milan e l’amministrazione di San Donato.

  • 2025: avvio dell’Accordo di programma con Regione Lombardia, Città Metropolitana di Milano e altri enti.

  • Gennaio 2026: chiusura ufficiale dell’iter, dopo la decisione di riportare il progetto su Milano.

Reazioni Politiche

Il sindaco Francesco Squeri ha comunicato in consiglio comunale che le spese sono state elencate e trasmesse al Milan “per una preliminare condivisione”. I consiglieri del Partito Democratico avevano chiesto chiarimenti sui costi e sul destino dell’area.

Futuro dell’Area San Francesco

La domanda ora riguarda il futuro dei 300 mila metri quadrati dell’area San Francesco. Tra le ipotesi, emerge quella di un palazzetto dedicato al basket, legata all’interesse dei fondi RedBird e Oaktree per il progetto NBA Europe.
Dal punto di vista urbanistico, l’area si presta bene a un intervento sportivo, confermando la sua vocazione.

La fine del progetto dello stadio non segna la fine della prospettiva sportiva di San Donato. Al contrario, apre nuove possibilità, come il basket, che potrebbero trasformare l’area in un centro sportivo polivalente e moderno.

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