Nas últimas horas, o cenário político dentro da Federação Italiana de Futebol (FIGC) tornou-se mais claro, afastando definitivamente a possibilidade de que ex-jogadores ou representantes diretos do mundo dos atletas concorram à presidência da entidade. De acordo com informações divulgadas pela La Gazzetta dello Sport, a disputa pela sucessão de Gabriele Gravina, que recentemente apresentou sua renúncia, deve se restringir a dois nomes de peso: Giovanni Malagò e Giancarlo Abete. A decisão final será tomada durante a assembleia marcada para o dia 22 de junho, quando os votos das diversas componentes do sistema federativo definirão o próximo líder.
Giovanni Malagò, que conta com o apoio da Lega Serie A — embora haja a notável exceção da posição contrária de Claudio Lotito —, esteve em Roma para reuniões estratégicas. Ele se encontrou com representantes das principais associações técnicas: Umberto Calcagno, presidente da Associação Italiana de Jogadores (AIC), e Renzo Ulivieri, presidente da Associação Italiana de Treinadores (AIAC). O encontro teve caráter preliminar e buscou discutir prioridades fundamentais para o futuro da federação, incluindo temas como as licenças nacionais e os critérios econômico-financeiros que regulam a participação nos campeonatos profissionais.
Essas duas entidades, que juntas representam cerca de 30% do peso eleitoral (20% da AIC e 10% da AIAC), ainda não anunciaram uma posição definitiva. No entanto, segundo a mesma fonte jornalística, o diálogo com Malagò foi considerado positivo, abrindo espaço para novas conversas nos próximos dias, quando os programas e propostas serão analisados com maior profundidade.
Paralelamente, Calcagno e Ulivieri também se reuniram com Giancarlo Abete, atual presidente da Lega Nazionale Dilettanti. Abete possui uma base sólida de apoio dentro de sua própria componente e reafirmou sua intenção de manter a candidatura, destacando a importância de que a liderança da FIGC seja uma expressão direta do sistema federativo. Essa postura reforça sua imagem como candidato que emerge de dentro da estrutura já existente, em contraste com a ideia de trazer nomes externos ou ligados ao passado de jogador.
A ausência de iniciativas concretas por parte de outras componentes praticamente elimina a hipótese de uma candidatura alternativa oriunda do universo dos atletas. Embora a AIC, em teoria, apoie a ideia de ver um ex-jogador ocupar o cargo máximo da federação, não houve qualquer movimento oficial para lançar nomes como Demetrio Albertini ou Damiano Tommasi, que em outros momentos foram cogitados como possíveis representantes. Essa falta de convergência confirma que, ao menos neste ciclo eleitoral, a disputa ficará restrita a Malagò e Abete.
O desfecho dependerá também das posições que serão tomadas pela Lega Serie B e pela Lega Pro. Essas entidades ainda precisam ouvir detalhadamente os programas dos dois candidatos antes de definir seus votos. O equilíbrio de forças entre as diferentes ligas e associações será determinante para o resultado final, já que cada componente possui um peso específico dentro do sistema de votação.
O processo eleitoral da FIGC caminha para uma escolha entre dois perfis distintos, ambos com experiência e legitimidade dentro do esporte italiano. Malagò, com apoio expressivo da Serie A e articulações junto às associações técnicas, e Abete, sustentado pela força da Lega Nazionale Dilettanti e pela defesa de uma liderança enraizada no sistema federativo. A decisão de junho será crucial para definir os rumos da federação e, por consequência, o futuro do futebol italiano nos próximos anos.
"Na minha visão, uma eventual vitória de Giancarlo Abete representaria um retrocesso para o futebol italiano. Ele já teve a oportunidade de ocupar o cargo máximo da Federação Italiana de Futebol e, durante aquele período, pouco conseguiu realizar em termos de mudanças estruturais significativas. Por isso, não espero grandes transformações ou reformulações vindas nem de Abete nem de Malagò — embora eu torça para estar enganado no futuro. A minha verdadeira esperança residia na possibilidade de ver um ex-jogador assumir a presidência ou, alternativamente, a criação de um comissariado formado por diferentes representantes. Em ambas as situações, acreditaria que haveria mais chances de promover reformas profundas e positivas, capazes de revitalizar o sistema e dar novo fôlego ao futebol italiano".
Nelle ultime ore il panorama politico legato alla Federazione Italiana Giuoco Calcio (FIGC) ha assunto contorni più definiti, escludendo in maniera quasi definitiva la possibilità che ex calciatori o figure direttamente provenienti dal mondo dei giocatori possano concorrere alla presidenza. Secondo quanto riportato da La Gazzetta dello Sport, la successione a Gabriele Gravina, dimissionario, dovrebbe ridursi a una sfida tra due personalità di rilievo: Giovanni Malagò e Giancarlo Abete. La scelta finale sarà presa nell’assemblea elettiva fissata per il 22 giugno, momento cruciale per stabilire la nuova guida del calcio italiano.
Giovanni Malagò, sostenuto dalla Lega Serie A — con l’eccezione della posizione contraria di Claudio Lotito — ha avviato incontri istituzionali a Roma con i rappresentanti delle componenti tecniche. In particolare, ha dialogato con Umberto Calcagno, presidente dell’Associazione Italiana Calciatori (AIC), e con Renzo Ulivieri, presidente dell’Associazione Italiana Allenatori Calcio (AIAC). L’incontro, di natura interlocutoria, ha toccato temi centrali per il futuro della federazione, come le licenze nazionali e i criteri economico-finanziari necessari per l’ammissione ai campionati professionistici.
Le due associazioni, che insieme rappresentano circa il 30% del peso elettorale (20% AIC e 10% AIAC), non hanno ancora espresso una posizione definitiva. Tuttavia, secondo la stessa fonte giornalistica, il confronto con Malagò è stato giudicato positivo, aprendo la strada a ulteriori approfondimenti nei prossimi giorni. Si prevede infatti un nuovo incontro per discutere in maniera più dettagliata i programmi e le proposte.
Parallelamente, Calcagno e Ulivieri hanno avuto un colloquio anche con Giancarlo Abete, attuale presidente della Lega Nazionale Dilettanti. Abete può contare su una solida base di consenso all’interno della propria componente e ha ribadito con fermezza la volontà di portare avanti la candidatura. Ha sottolineato l’importanza di una guida che sia espressione diretta del sistema federale, rafforzando così la sua immagine di candidato radicato nelle strutture interne della FIGC.
La mancanza di iniziative da parte di altre componenti rende improbabile l’ipotesi di una candidatura alternativa proveniente dal mondo dei calciatori. Sebbene l’AIC, in linea teorica, sia favorevole a vedere un proprio rappresentante ai vertici federali, non ha promosso ufficialmente alcun nome. Non sono emerse convergenze su profili come Demetrio Albertini o Damiano Tommasi, figure che in passato erano state considerate possibili candidati. Questa assenza di proposte concrete conferma che la competizione rimarrà circoscritta a Malagò e Abete.
Il risultato finale dipenderà anche dalle scelte della Lega Serie B e della Lega Pro, che nei prossimi giorni ascolteranno i programmi dei due candidati prima di esprimere la propria posizione. Il peso delle diverse leghe e associazioni sarà determinante, poiché ciascuna componente ha un valore specifico nel sistema di voto.
In sintesi, la corsa alla presidenza della FIGC si profila come una sfida tra due figure con esperienze e legittimità consolidate. Da un lato Malagò, sostenuto dalla Serie A e impegnato a costruire un dialogo con le associazioni tecniche; dall’altro Abete, forte del consenso della Lega Nazionale Dilettanti e deciso a difendere una leadership interna e federale. L’assemblea di giugno sarà decisiva per delineare il futuro della federazione e, di conseguenza, del calcio italiano.
"A mio avviso, un’eventuale vittoria di Giancarlo Abete costituirebbe un passo indietro per il calcio italiano. Egli ha già avuto l’opportunità di guidare la Federazione Italiana Giuoco Calcio e, in quel periodo, non ha portato a cambiamenti strutturali di rilievo. Per questo motivo non mi aspetto grandi trasformazioni o riforme né da Abete né da Malagò — anche se spero di essere smentito in futuro. La mia vera speranza è che un ex calciatore possa diventare presidente oppure che venga istituito un commissariato composto da diverse figure rappresentative. In entrambe le ipotesi, avrei maggiore fiducia nella possibilità di vedere riforme profonde e positive, capaci di ridare slancio e nuova vitalità al calcio italiano".
Giovanni Malagò, figura central no cenário esportivo italiano e ex-presidente do Comitê Olímpico Nacional Italiano, destacou recentemente sua visão sobre os desafios estruturais e políticos que envolvem o futebol no país. Durante um evento realizado no estádio San Siro, ele comentou que sua trajetória como ex-jogador não é comparável à de muitos profissionais profundamente inseridos no universo do futebol, mas ressaltou que isso não diminui sua capacidade de contribuir em nível institucional. Ao abordar possíveis mudanças no sistema organizacional, ele reconheceu que algumas propostas apresentadas por outras autoridades são válidas e merecem consideração.
Giovanni Malagò, figura di rilievo nello scenario sportivo italiano ed ex presidente del Comitato Olimpico Nazionale Italiano, ha recentemente espresso il proprio punto di vista sulle sfide strutturali e politiche che interessano il calcio nel Paese. Durante un evento tenutosi allo stadio San Siro, ha sottolineato come il suo passato da calciatore non sia paragonabile a quello di molti protagonisti del mondo del calcio, ma ha ribadito che ciò non limita la sua capacità di contribuire a livello istituzionale. Parlando di eventuali cambiamenti del sistema, ha riconosciuto la validità di alcune proposte avanzate da altri esponenti.
Ele também respondeu a críticas e observações feitas por outros dirigentes, explicando que intervenções institucionais em federações esportivas seguem regras rigorosas, especialmente quando não há irregularidades administrativas. Nesse contexto, mudanças estruturais não podem ser realizadas sem a devida aprovação em assembleias extraordinárias. Apesar disso, ele recebeu de forma irônica um raro elogio de um colega, demonstrando leveza mesmo em meio a debates complexos.
Ha inoltre replicato ad alcune osservazioni provenienti da altri dirigenti, chiarendo che gli interventi istituzionali sulle federazioni sportive sono regolati da norme precise, soprattutto in assenza di irregolarità amministrative. In tali circostanze, eventuali modifiche strutturali richiedono necessariamente l’approvazione tramite assemblee straordinarie. Nonostante ciò, ha accolto con ironia un raro complimento ricevuto da un collega, mostrando un atteggiamento disteso anche in contesti complessi.
Sobre uma possível candidatura à presidência da federação de futebol, Malagò evitou afirmações definitivas, explicando que está em fase de reflexão. Ele destacou que o interesse demonstrado por diversos clubes ao longo dos dias indica que seu nome é considerado relevante e que há uma expectativa baseada em credibilidade e respeito construídos ao longo do tempo. Esse reconhecimento, segundo ele, exige responsabilidade antes de qualquer decisão.
Riguardo a una possibile candidatura alla presidenza della federazione calcistica, Malagò ha evitato dichiarazioni definitive, spiegando di essere ancora in una fase di riflessione. Ha evidenziato come l’interesse mostrato da diversi club nel corso del tempo dimostri la rilevanza del suo profilo e una fiducia fondata sulla credibilità e sul rispetto accumulati negli anni. Questo riconoscimento comporta, secondo lui, una grande responsabilità.
Ele também reconheceu que já existiam preocupações no ambiente esportivo antes mesmo de resultados recentes, indicando que o sistema atual precisa ser revisto. No entanto, fez questão de ponderar que não se deve atribuir falhas exclusivamente às gestões anteriores, reconhecendo que houve também contribuições positivas.
Ha inoltre ammesso che esistevano preoccupazioni all’interno dell’ambiente sportivo già prima di alcuni risultati recenti, segnalando la necessità di rivedere il sistema attuale. Tuttavia, ha sottolineato che non è corretto attribuire tutte le responsabilità alle gestioni precedenti, riconoscendo anche gli aspetti positivi del loro operato.
Como próximo passo, destacou a importância de dialogar com diferentes componentes do futebol, incluindo treinadores, jogadores e dirigentes. Segundo ele, essas interações são fundamentais para construir um programa sólido, baseado em sugestões concretas e nas necessidades reais do setor.
Come passo successivo, ha evidenziato l’importanza di confrontarsi con le varie componenti del mondo calcistico, tra cui allenatori, giocatori e dirigenti. Questi incontri sono ritenuti fondamentali per costruire un programma solido, basato su suggerimenti concreti e sulle reali esigenze del settore.
Ao tratar da possível inclusão de ex-jogadores em cargos institucionais, Malagò afirmou não ter planos definidos, mas reconheceu que a presença de atletas pode agregar valor significativo, dada sua experiência direta com o esporte.
Per quanto riguarda l’eventuale coinvolgimento di ex calciatori in ruoli istituzionali, Malagò ha dichiarato di non avere piani specifici, ma ha riconosciuto che la presenza di atleti può rappresentare un valore aggiunto, grazie alla loro esperienza diretta.
Por fim, enfatizou a importância da relação entre política e esporte, defendendo a necessidade de diálogo e adaptação mútua. Segundo ele, é essencial apresentar as dificuldades do setor às autoridades, evitando uma aceitação passiva das decisões políticas. Encerrando sua fala, comentou sobre sua relação com membros do governo, destacando que, apesar de divergências pontuais, mantém um relacionamento produtivo com a maioria dos representantes institucionais.
Infine, ha sottolineato l’importanza del rapporto tra politica e sport, sostenendo la necessità di un dialogo costante e di un adattamento reciproco. Ha evidenziato quanto sia fondamentale esporre le difficoltà del settore alle istituzioni, evitando un’accettazione passiva delle decisioni politiche. In conclusione, ha parlato dei suoi rapporti con i membri del governo, evidenziando come, nonostante alcune divergenze, mantenga relazioni costruttive con la maggior parte degli interlocutori istituzionali.
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