Olhando para o futebol da Itália hoje, a gente vê que mandam dois nomes muito fortes: Aurelio De Laurentiis, dono do Napoli, e Giuseppe Marotta, o chefão da Inter de Milão. O De Laurentiis é um cara esperto. Ele não é só um gerente, ele é o dono do time, e isso faz ele cuidar do dinheiro com unhas e dentes. Por isso, quando ele diz que aceitaria liberar o técnico Antonio Conte para treinar a seleção da Itália (a "Nazionale"), todo mundo abre o olho. Não é bondade; tem negócio no meio.
A verdade é que o Napoli está mudando o jeito de gastar. Antes, eles compravam jogadores jovens para valorizar. Agora, gastaram muito dinheiro (mais de 150 milhões de euros) em jogadores mais velhos e o custo do time subiu demais. As contas da empresa do patrão, a Filmauro, fecharam no vermelho em 22 milhões de euros. Como o Napoli não jogou a Liga dos Campeões, o dinheiro parou de entrar como antes. Então, se o Conte sair para a seleção, o De Laurentiis economiza um salário enorme de 8 milhões de euros por ano. Seria um alívio para o bolso dele.
Do outro lado, o Conte também parece querer a seleção. Ele mesmo deu a entender que aceitaria o convite. Por que? Porque a vida dele em clubes grandes não está fácil. Ele é ótimo para ganhar o campeonato italiano, mas na Europa ele sempre vai mal. Este ano, o Napoli passou vergonha perdendo para times pequenos na Champions. Além disso, ele tem um gênio muito difícil e pede reforços caríssimos, o que assusta times como o Milan ou a Juventus. A seleção seria o lugar perfeito para ele ser o "salvador da pátria" de novo.
Mas tem um problema: a política e o dinheiro da Federação (FIGC). Vai ter eleição para presidente da Federação em junho de 2026. O nome favorito do De Laurentiis é Giovanni Malagò. O problema é que o governo da Itália não se dá muito bem com o Malagò, e o futebol precisa de ajuda do governo para fazer novos estádios. E tem o salário do Conte: a Federação paga pouco (perto de 3 milhões), e o Conte ganha 8 milhões. Para ele ir, alguém vai ter que pagar a conta, talvez um patrocinador, como aconteceu no passado.
Se o Conte sair mesmo, o Napoli já está de olho em técnicos como Vincenzo Italiano (do Bologna) ou Raffaele Palladino (da Atalanta). No fim das contas, o futebol italiano é como uma novela: todo mundo diz que ama a camisa, mas no fundo, o que manda é quem vai pagar a conta e como as contas do patrão vão fechar no fim do mês.
O futebol italiano e o risco de uma temporada sem semifinais europeias
O futebol italiano vive um momento delicado nas competições europeias da temporada 2025/26. A possibilidade de não ter nenhum clube da Serie A nas semifinais das copas europeias preocupa torcedores e analistas. Bologna, na Europa League, e Fiorentina, na Conference League, ainda lutam para reverter seus confrontos, mas o cenário não é otimista. Caso ambos sejam eliminados, será a primeira vez desde 2018/19 que a Itália não terá representantes entre os quatro melhores de nenhuma competição continental.
Naquela temporada, o máximo que se conseguiu foi a Juventus chegando às quartas de final da Champions League, sendo eliminada pelo Ajax. O Napoli também avançou até as quartas na Europa League, mas caiu diante do Arsenal. A Conference League ainda não existia, pois só foi criada em 2021/22. Depois desse período de escassez, o futebol italiano viveu uma fase positiva, com finais e até títulos conquistados.
Entre 2019 e 2025, os clubes italianos marcaram presença constante nas fases decisivas. A Inter foi finalista da Europa League em 2019/20 e da Champions em 2022/23 e 2024/25. A Roma chegou à semifinal da Europa League em 2020/21 e venceu a Conference em 2021/22. A Fiorentina também se destacou, alcançando finais da Conference em 2023 e 2024. A Atalanta brilhou ao conquistar a Europa League em 2023/24. No total, foram oito finais disputadas e dois troféus levantados nesse intervalo. Esses resultados mostraram que a Serie A havia recuperado parte de seu prestígio internacional.
Agora, porém, a situação é diferente. A ausência de clubes italianos nas semifinais seria um duro golpe para o prestígio da liga. Isso se reflete também no ranking da UEFA por países, onde a Itália ocupa apenas a quinta posição, o pior desempenho desde 2021/22. Esse ranking é importante porque define o número de vagas e a relevância das ligas nacionais no cenário europeu. Estar em queda significa menos força competitiva e menor reconhecimento internacional.
Em termos práticos, a falta de resultados pode afetar até o mercado de jogadores. Clubes que não aparecem nas fases decisivas têm mais dificuldade em atrair grandes talentos e em manter seus craques. Além disso, a visibilidade internacional diminui, o que impacta patrocínios e receitas. Para os torcedores, é uma frustração não ver seus times competindo entre os melhores da Europa, especialmente depois de anos de boas campanhas.
No entanto, o futebol é dinâmico e sempre oferece novas oportunidades. Bologna e Fiorentina ainda têm chances, mesmo que pequenas, de mudar esse panorama. Uma virada histórica poderia salvar a temporada e devolver esperança ao futebol italiano. Caso contrário, será necessário refletir sobre os motivos dessa queda: gestão dos clubes, investimentos, estratégias técnicas e até a competitividade interna da Serie A.
O futebol italiano enfrenta um risco real de viver uma temporada sem brilho europeu. Depois de anos de conquistas e finais, a ausência nas semifinais seria um retrocesso. Mais do que números, isso representa uma perda de prestígio e de confiança. O futuro dependerá da capacidade dos clubes de se reorganizarem e voltarem a competir de forma consistente contra os gigantes do continente.
Guardando al calcio italiano di oggi, vediamo che comandano due nomi molto forti: Aurelio De Laurentiis, proprietario del Napoli, e Giuseppe Marotta, il capo dell'Inter. De Laurentiis è un uomo molto furbo. Non è solo un manager, è il padrone della squadra, e questo lo spinge a difendere i soldi con grande forza. Per questo, quando dice che accetterebbe di liberare l'allenatore Antonio Conte per la Nazionale, tutti stanno attenti. Non è gentilezza; c'è un interesse dietro.
La verità è che il Napoli sta cambiando il modo di spendere. Prima compravano giovani per farli crescere. Ora hanno speso tantissimo (più di 150 milioni di euro) per giocatori più esperti e i costi sono saliti. I conti della Filmauro, la società del padrone, hanno chiuso in perdita per 22 milioni di euro. Siccome il Napoli non ha giocato la Champions League, sono entrati meno soldi. Quindi, se Conte andasse in Nazionale, De Laurentiis risparmierebbe un ingaggio enorme di 8 milioni di euro all'anno. Sarebbe un bel sollievo per le sue tasche.
Dall'altra parte, anche Conte sembra volere la Nazionale. Lui stesso ha fatto capire che accetterebbe il posto. Perché? Perché la sua vita nei grandi club non è facile. Lui è bravissimo a vincere il campionato, ma in Europa va quasi sempre male. Quest'anno il Napoli è andato male contro squadre piccole in Champions. Inoltre, ha un carattere difficile e chiede giocatori molto cari, cosa che spaventa club come il Milan o la Juventus. La Nazionale sarebbe il posto perfetto per essere di nuovo il "capo" della rinascita.
Però c'è un problema: la politica e i soldi della FIGC. Ci saranno le elezioni per il presidente della Federazione a giugno 2026. Il preferito di De Laurentiis è Giovanni Malagò. Il problema è che il governo italiano non va molto d'accordo con Malagò, e il calcio ha bisogno dei politici per fare i nuovi stadi. E c'è il nodo dello stipendio: la Federazione paga poco (circa 3 milioni), mentre Conte ne prende 8. Per farlo tornare, qualcuno dovrà pagare la differenza, magari uno sponsor.
Se Conte dovesse partire, il Napoli sta già guardando allenatori come Vincenzo Italiano o Raffaele Palladino. Alla fine, il calcio italiano è come una storia complicata: tutti dicono di amare la maglia, ma in realtà contano i soldi e come far quadrare i bilanci del padrone a fine mese.
Il calcio italiano e il pericolo di una stagione senza semifinali europee
Il calcio italiano sta vivendo un momento complicato nelle competizioni europee della stagione 2025/26. C’è la concreta possibilità che nessuna squadra della Serie A riesca a raggiungere le semifinali delle coppe continentali. Bologna, impegnato in Europa League, e Fiorentina, protagonista in Conference League, devono ancora ribaltare i propri confronti, ma la situazione appare difficile. Se entrambe dovessero uscire, sarebbe la prima volta dal 2018/19 che l’Italia non avrebbe rappresentanti tra le quattro migliori squadre d’Europa.
In quella stagione, il risultato più importante fu la Juventus, arrivata ai quarti di finale di Champions League, eliminata dall’Ajax. Anche il Napoli riuscì ad avanzare fino ai quarti di Europa League, ma fu sconfitto dall’Arsenal. All’epoca la Conference League non esisteva ancora, sarebbe stata introdotta solo nel 2021/22. Dopo quell’annata povera di successi, il calcio italiano ha vissuto un periodo positivo, con diverse finali e persino alcuni trofei conquistati.
Dal 2019 al 2025, i club italiani hanno ottenuto risultati di rilievo. L’Inter è stata finalista di Europa League nel 2019/20 e di Champions League nel 2022/23 e nel 2024/25. La Roma ha raggiunto la semifinale di Europa League nel 2020/21 e ha vinto la Conference League nel 2021/22. La Fiorentina ha disputato due finali consecutive di Conference League, nel 2023 e nel 2024. L’Atalanta ha sorpreso tutti vincendo l’Europa League nel 2023/24. In totale, otto finali disputate e due trofei alzati in sei stagioni: numeri che dimostravano una rinascita del calcio italiano a livello internazionale.
Oggi però lo scenario è diverso. La prospettiva di non avere squadre italiane nelle semifinali rappresenta un duro colpo per l’immagine della Serie A. Questo si riflette anche nel ranking UEFA per nazioni, dove l’Italia occupa soltanto il quinto posto, il peggior piazzamento dal 2021/22. Tale classifica è fondamentale perché determina il numero di posti disponibili nelle competizioni europee e misura la forza delle leghe nazionali. Un calo significa meno prestigio e meno influenza.
Le conseguenze non riguardano solo l’aspetto sportivo. Senza risultati importanti, i club italiani rischiano di perdere attrattiva sul mercato dei giocatori. È più difficile convincere grandi campioni a vestire la maglia di squadre che non competono ai massimi livelli. Anche i ricavi da sponsor e diritti televisivi possono diminuire, riducendo le risorse economiche per investire e crescere. Per i tifosi, naturalmente, è una grande delusione non vedere le proprie squadre protagoniste in Europa, soprattutto dopo anni di buone prestazioni.
Nonostante tutto, il calcio rimane imprevedibile. Bologna e Fiorentina hanno ancora la possibilità di sorprendere e cambiare il destino della stagione. Una rimonta clamorosa potrebbe ridare entusiasmo e salvare l’onore della Serie A. In caso contrario, sarà necessario riflettere sulle cause di questa flessione: gestione societaria, strategie tecniche, investimenti e competitività interna del campionato.
In conclusione, il calcio italiano rischia di vivere una stagione senza gloria europea. Dopo anni di finali e trofei, l’assenza dalle semifinali sarebbe un passo indietro significativo. Non si tratta solo di statistiche, ma di prestigio e di fiducia. Il futuro dipenderà dalla capacità dei club di riorganizzarsi e di tornare a competere con costanza contro i giganti del continente.
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