Hércules Meneses: Bari e Napoli na Justiça: a acusação é que um clube ajudou o outro e perdeu dinheiro                                                                       

Bari e Napoli na Justiça: a acusação é que um clube ajudou o outro e perdeu dinheiro

 

Imagem gerada com IA

A Justiça de Bari está investigando o Bari e o Napoli.

No centro do problema estão Aurelio e Luigi De Laurentiis, donos dos dois clubes. A acusação é simples: o Bari teria sido tratado como “irmão menor” do Napoli. E por causa disso, teria perdido dinheiro para ajudar o Napoli.

O que está sendo investigado?

A polícia e a Justiça abriram 3 casos diferentes:

Caso na Justiça comum - crime financeiro

Caso de falência - se o Bari está quebrado

Caso no futebol - se houve trapaça no esporte

Quem está cuidando do caso no futebol é Giuseppe Chinè, chefe da Justiça da Federação Italiana. Ele pediu todos os documentos da investigação.

O caso do goleiro Caprile

O principal exemplo é o goleiro Elia Caprile.

Em 2023 o Bari vendeu Caprile para o Napoli por 2,2 milhões de euros.

Depois, o Napoli vendeu o mesmo jogador para o Cagliari por 8 milhões de euros.Lucro total: quase 6 milhões.

A Justiça quer saber: por que o Bari não ganhou nada desse lucro maior? Os De Laurentiis dizem que não fizeram nada de errado. Eles explicam que o preço do Caprile foi definido por um especialista independente. Mas a polícia não acredita só nisso. No dia 7 de julho, a Guarda Financeira fez buscas em Bari, Napoli e na empresa Filmauro. Pediram papéis sobre o caso Caprile e “outras vendas parecidas” entre Bari e Napoli.

Outros jogadores na lista

A investigação também olha para outras trocas:

Walid Cheddira: Bari comprou do Parma, Napoli comprou do Bari;

Eugenio D’Ursi, Franco Ferrari, Filippo Costa, Michael Folorunsho: foram do Napoli para o Bari por empréstimo.

Para a defesa dos De Laurentiis, tudo isso é normal. Dizeram que é comum empresas do mesmo grupo ajudarem uma a outra com dinheiro. Para a Justiça, esse dinheiro não foi suficiente para manter o Bari forte. Por isso pediram para o tribunal analisar se o Bari está falido.

O novo ponto de vista: é briga de família ou é crime?

Aqui está a grande pergunta: quando duas empresas têm os mesmos donos, ajudar uma com a outra é normal ou é errado? Os De Laurentiis dizem que é normal. Que toda empresa grande faz isso.

A Justiça diz que no futebol as regras são diferentes. Que um clube não pode prejudicar o outro, mesmo sendo do mesmo dono.Se a Justiça achar que houve trapaça, o Bari pode ter punição no campeonato.

Se achar que o Bari está quebrado, o clube pode entrar em recuperação judicial. Enquanto isso, os torcedores ficam no meio. Esperando para saber se o time vai continuar jogando normalmente ou se vai ter problemas sérios. A decisão agora está com os juízes. Eles vão dizer se foi só ajuda entre “irmãos” ou se foi dano de verdade.



La Procura di Bari sta indagando su Bari e Napoli. Al centro ci sono Aurelio e Luigi De Laurentiis, i proprietari di entrambe le società.L’accusa è semplice: il Bari sarebbe stato trattato come la “sorella minore” del Napoli. E per questo avrebbe perso soldi per favorire il Napoli.

Cosa si sta controllando?

Gli inquirenti hanno aperto 3 filoni diversi:

Penale - reati economici

Fallimentare - se il Bari è in crisi

Sportivo - se ci sono stati illeciti nel calcio

A occuparsene per la FIGC è Giuseppe Chinè, capo della Procura Federale. Ha chiesto tutti gli atti dell’inchiesta.

Il caso del portiere Caprile

L’esempio principale è il portiere Elia Caprile.

Nel 2023 il Bari lo ha venduto al Napoli per 2,2 milioni di euro.

Dopo,il Napoli lo ha rivenduto al Cagliari per 8 milioni di euro.

Guadagno totale: quasi 6 milioni.

La Procura vuole capire: perché il Bari non ha preso nulla da questo guadagno più grande?

I De Laurentiis dicono di non aver fatto niente di male. Spiegano che il valore di Caprile è stato stabilito da un esperto indipendente.

Ma la Procura vuole vederci chiaro. Il 7 luglio la Guardia di Finanza ha fatto perquisizioni a Bari, Napoli e alla Filmauro. Hanno chiesto documenti sul caso Caprile e “altre operazioni simili” tra Bari e Napoli.

Altri giocatori sotto osservazione

L’indagine guarda anche ad altri trasferimenti:

Walid Cheddira: dal Parma al Bari, poi dal Bari al Napoli

Eugenio D’Ursi, Franco Ferrari, Filippo Costa, Michael Folorunsho: dal Napoli al Bari in prestito

Per la difesa dei De Laurentiis tutto questo è normale. Dicono che è normale che aziende dello stesso gruppo si aiutino con i soldi.

Per la Procura, però, questi soldi non bastano a tenere in piedi il Bari. Per questo hanno chiesto al tribunale di aprire la procedura di insolvenza.

Il nuovo punto di vista: è aiuto tra familiari o è un reato?

La domanda grande è questa: quando due società hanno gli stessi proprietari, aiutarsi è normale o è sbagliato?I De Laurentiis dicono che è normale. Che tutte le grandi aziende lo fanno. La Giustizia dice che nel calcio le regole sono diverse. Che un club non può danneggiare l’altro, anche se hanno lo stesso proprietario. Se la Giustizia troverà degli illeciti, il Bari rischia punizioni sportive. Se troverà che il Bari è in crisi, il club potrebbe andare in amministrazione.Intanto i tifosi restano in mezzo. Aspettano di capire se la squadra potrà continuare a giocare tranquilla o se avrà problemi seri.Ora la parola passa ai giudici. Saranno loro a dire se è stato solo un aiuto tra “fratelli” o se è stato davvero un danno.


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