
O mercado salarial da Serie A 2026/27 entra em uma nova era com a ausência de Dusan Vlahovic no topo da tabela. O centroavante sérvio, que na temporada anterior figurava como o maior salário do campeonato italiano — 12 milhões de euros líquidos —, rompeu com a Juventus e abandonou o futebol da Bota. Com sua partida, o trono ficou vazio por apenas uma janela de transferências, já que Lautaro Martinez assumiu a liderança com 9 milhões líquidos, consolidando-se como o atleta mais caro da competição.
O recorte da nova lista vai além de uma simples substituição de nomes. A top 10 perdeu quatro dos dez integrantes do ano passado. Romelu Lukaku e Jonathan David trocaram o futebol italiano por outros campeonatos europeus, enquanto Paulo Dybala, embora siga vinculado à Roma, viu sua remuneração fixa cair de 6,5 para 2,5 milhões líquidos após a extensão do contrato até 2027. O pacote total, com variáveis de bônus, pode atingir 4 milhões.
Na segunda e terceira posições, Hakan Çalhanoğlu e Nicolò Barella dividem a marca de 6,5 milhões, ambos vestindo a camisa da Inter. Em quarto e quinto, Marcus Thuram e Kenan Yildiz aparecem com 6 milhões. O caso do jovem turco é particularmente notável: de 1,5 milhão na temporada 2025/26 para 6 milhões agora, um salto de 4,5 milhões que o projeta como uma das joias mais valorizadas da Juventus.
A faixa de 5,5 milhões agrupa Alessandro Bastoni, Randal Kolo Muani e Kevin De Bruyne. A oitava posição é um empate octa: Moise Kean, Benjamin Pavard, Bremer, Douglas Luiz, Gonçalo Ramos, Mike Maignan, Mario Gila e Rasmus Højlund recebem 5 milhões cada. Em décimo, Piotr Zieliński e Teun Koopmeiners fecham a lista com 4,5 milhões.
O domínio nerazzurro é incontestável. Dos 18 nomes que compõem as dez primeiras faixas salariais, sete são da Inter — a maior presença entre todos os clubes. A Juventus aparece com cinco, o Milan com três, o Napoli com dois e o Como com um.
No panorama dos 50 salários mais elevados, a Inter amplia ainda mais a vantagem: 11 atletas somando 58,2 milhões líquidos. Juventus e Milan empatam em 10 nomes cada, com 45,8 e 41 milhões, respectivamente. Roma (5 jogadores, 18,5 milhões), Napoli (4, 17,2 milhões) e Atalanta (4, 14,4 milhões) completam o grupo dos mais representados.
O total da top 50 gira em torno de 217,8 milhões de euros líquidos. A tríade Inter-Juventus-Milan responde por 31 atletas e 145 milhões — 66,6% do bolo. O número reforça a leitura de que o topo do mercado salarial italiano permanece gravitacionalmente ancorado nos três grandes do Norte, com os demais clubes disputando as margens de um mercado cada vez mais estratificado.
Il mercato degli ingaggi della Serie A 2026/27 apre un nuovo capitolo senza Dusan Vlahovic in cima alla classifica. L’attaccante serbo, che nella stagione precedente occupava il vertice con 12 milioni di euro netti, ha rescisso con la Juventus e ha abbandonato il calcio italiano. Il suo posto al comando è stato immediatamente occupato da Lautaro Martinez, che con 9 milioni netti si conferma il giocatore meglio retribuito del campionato.
La fotografia della nuova graduatoria racconta una trasformazione che va oltre il semplice cambio di nome. La top 10 ha perso quattro dei dieci protagonisti dell’anno scorso. Romelu Lukaku e Jonathan David hanno lasciato l’Italia per altri campionati europei, mentre Paulo Dybala, pur restando alla Roma, ha visto la parte fissa del contratto scendere da 6,5 a 2,5 milioni netti dopo il rinnovo fino al 2027. Con i bonus, il compenso complessivo può arrivare a 4 milioni.
In seconda e terza posizione, Hakan Çalhanoğlu e Nicolò Barella si dividono la soglia dei 6,5 milioni, entrambi in maglia Inter. Al quarto e quinto posto, Marcus Thuram e Kenan Yildiz si fermano a 6 milioni. Il caso del giovane turco è particolarmente significativo: da 1,5 milioni nella stagione 2025/26 a 6 milioni attuali, un incremento di 4,5 milioni che lo proietta tra le stelle più preziose della Juventus.
La fascia dei 5,5 milioni include Alessandro Bastoni, Randal Kolo Muani e Kevin De Bruyne. L’ottava posizione è un ottuplo ex aequo: Moise Kean, Benjamin Pavard, Bremer, Douglas Luiz, Gonçalo Ramos, Mike Maignan, Mario Gila e Rasmus Højlund percepiscono ciascuno 5 milioni. In decima posizione, Piotr Zieliński e Teun Koopmeiners chiudono la lista con 4,5 milioni.
Il dominio nerazzurro è inequivocabile. Dei 18 nomi che compongono le prime dieci fasce retributive, sette sono dell’Inter — la presenza più alta tra tutti i club. La Juventus ne conta cinque, il Milan tre, il Napoli due e il Como uno.
Allargando l’orizzonte ai 50 ingaggi più elevati, l’Inter amplia ulteriormente il vantaggio: 11 calciatori per un totale di 58,2 milioni netti. Juventus e Milan si equivalgono con dieci presenze ciascuna, per 45,8 e 41 milioni rispettivamente. Roma (cinque giocatori, 18,5 milioni), Napoli (quattro, 17,2 milioni) e Atalanta (quattro, 14,4 milioni) completano il gruppo dei più rappresentati.
Il totale della top 50 si attesta intorno ai 217,8 milioni di euro netti. La triade Inter-Juventus-Milan assorbe 31 calciatori e 145 milioni, il 66,6% dell’intero montante. Un dato che conferma come il vertice del mercato degli stipendi resti gravitazionalmente ancorato ai tre grandi club del Nord, con gli altri sodalizi a contendersi le quote residue di un mercato sempre più stratificato.
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