Hércules Meneses: Protesto que não cede: Lazio enfrenta a menor bilheteria da gestão Lotito mesmo em 1º lugar                                                                       

Protesto que não cede: Lazio enfrenta a menor bilheteria da gestão Lotito mesmo em 1º lugar

  

Lazio enfrenta a menor bilheteria da gestão Lotito mesmo em 1o lugar / Una protesta che non cede: la Lazio registra la stagione peggiore per abbonati sotto Lotito, nonostante il primo posto

A reabertura extraordinária da campanha de assinaturas de abonos do Lazio não parece ter alterado o cenário dentro do clube romano. A nova janela para a aquisição dos cartões de assinatura, que começou ao meio-dia de 31 de agosto e se encerra na sexta-feira às 23h59, teria gerado apenas cerca de 200 novos abonos, elevando o total para aproximadamente 4.500.

Segundo o diário Il Tempo, trata-se do menor número registrado durante toda a gestão de Claudio Lotito, com uma distância particularmente evidente em relação às últimas temporadas. Nos três campeonatos anteriores, o Lazio sempre ultrapassou a marca de 29 mil abonados, mesmo com um relacionamento entre parte da torcida e a propriedade já marcado por protestos e tensões. A reabertura das vendas, portanto, não foi suficiente para reverter uma tendência que parece estar consolidada.

Esse quadro ganha ainda mais relevância quando se consideram os resultados esportivos da equipe, que conquistou nove pontos nas primeiras três partidas e ocupa a primeira colocação na tabela, ao lado de Inter e Roma, bem como a resposta dos torcedores longe do Olimpico.

O contraste com as partidas fora de casa é notável. O protesto da torcida continua a se manifestar principalmente nos jogos em casa. Nas partidas fora, ao contrário, o apoio permanece forte: para a partida em Udine, cerca de 2.400 torcedores biancocelesti estavam presentes na arquibancada dos visitantes, depois dos mais de 3.500 que acompanharam a equipe em Bolonha.

Duas partidas fora consecutivas com o setor reservado aos torcedores do Lazio esgotado, em nítido contraste com o que está acontecendo no Olímpico. A linha escolhida por uma parte significativa da torcida organizada continua sendo apoiar a equipe longe de Roma, mantendo a contestação contra a diretoria nos jogos em casa. Nem mesmo os apelos recentes da diretoria, incluindo o do diretor esportivo Angelo Fabiani, parecem ter produzido uma mudança significativa de orientação.

O próximo grande teste será a partida contra o Milan, agendada para sábado. Diante de cerca de 8 mil ingressos vendidos, mais de 4 mil bilhetes já teriam sido adquiridos para o setor dos visitantes reservado aos torcedores rossoneri.

A esses números devem-se somar os cerca de 4.500 abonados do Lazio, além da possível presença de torcedores do Milan em outros setores do estádio. O risco é, portanto, de assistir a um Olímpico em que, pela primeira vez nesta temporada, os torcedores biancocelesti possam se encontrar numericamente em minoria em casa.

Um sinal particularmente significativo da fratura entre a torcida e a diretoria, especialmente considerando que o desempenho esportivo da equipe não conseguiu até agora modificar o clima. O dado já havia surgido na primeira partida em casa contra o Genoa, quando nas arquibancadas do Olímpico foram registrados apenas 6.058 espectadores. Números que imediatamente mostraram a dimensão do protesto.

Sobre o tema, Gennaro Gattuso também se pronunciou, destacando como o ambiente representa inevitavelmente um fator para a equipe: “Seria hipócrita dizer que o clima ambiental não pesa. Pesa, é um dado de fato”. A nova janela dedicada aos abonos deveria ter representado uma oportunidade para recuperar pelo menos parte do público, mas as cerca de 200 novas assinaturas confirmam, por ora, uma distância ainda muito ampla entre o Lazio e uma parte significativa de seus torcedores.

La riapertura straordinaria della campagna abbonamenti del Lazio non sembra aver modificato il quadro all’interno della società capitolina. La nuova finestra per l’acquisto delle tessere, avviata a mezzogiorno del 31 agosto e destinata a concludersi venerdì alle 23.59, avrebbe generato appena circa 200 nuove sottoscrizioni, portando il totale complessivo a circa 4.500 abbonati.

Come riportato dal quotidiano Il Tempo, si tratta del dato più basso mai registrato durante l’intera gestione di Claudio Lotito, con una distanza particolarmente marcata rispetto alle ultime stagioni. Nei tre campionati precedenti, infatti, la Lazio aveva sempre superato la soglia dei 29mila abbonati, nonostante un rapporto tra una parte della tifoseria e la proprietà già segnato da contestazioni e tensioni. La riapertura delle vendite non è stata, dunque, sufficiente a invertire una tendenza che appare ormai consolidata.

Un quadro che assume ancora maggiore rilevanza se si considerano i risultati sportivi della squadra, che ha conquistato nove punti nelle prime tre giornate e occupa la prima posizione in classifica insieme a Inter e Roma, e la risposta dei sostenitori lontano dall’Olimpico.

Il contrasto con le trasferte è evidente. La protesta della tifoseria continua a manifestarsi principalmente nelle gare casalinghe. Nelle partite fuori casa, al contrario, il seguito resta importante: per la sfida di Udine erano circa 2.400 i sostenitori biancocelesti presenti nel settore ospiti, dopo gli oltre 3.500 che avevano seguito la squadra a Bologna.

Due trasferte consecutive con il settore riservato ai tifosi della Lazio esaurito, in netto contrasto con quanto sta accadendo all’Olimpico. La linea scelta da una parte consistente del tifo organizzato resta quella di sostenere la squadra lontano da Roma, mantenendo invece la contestazione nei confronti della società nelle gare interne. Nemmeno gli appelli arrivati nelle ultime settimane dalla dirigenza, compreso quello del direttore sportivo Angelo Fabiani, sembrano aver prodotto un cambio di orientamento significativo.

Il prossimo banco di prova sarà rappresentato dalla sfida contro il Milan, in programma sabato alle ore 18. A fronte di circa 8mila biglietti venduti, oltre 4mila tagliandi sarebbero già stati acquistati per il settore ospiti riservato ai sostenitori rossoneri.

A questi numeri vanno aggiunti i circa 4.500 abbonati della Lazio, oltre alla possibile presenza di tifosi del Milan anche negli altri settori dello stadio. Il rischio è quindi quello di assistere a un Olimpico nel quale, per la prima volta in questa stagione, i sostenitori biancocelesti possano trovarsi numericamente in minoranza nella propria casa.

Un segnale particolarmente significativo della frattura tra la tifoseria e la società, soprattutto considerando che l’andamento sportivo della squadra non è riuscito finora a modificare il clima. Il dato era emerso già in occasione della prima gara casalinga contro il Genoa, quando sugli spalti dell’Olimpico erano stati registrati appena 6.058 spettatori. Numeri che avevano immediatamente mostrato la portata della protesta.

Sul tema è intervenuto anche Gennaro Gattuso, sottolineando come il contesto ambientale rappresenti inevitabilmente un fattore per la squadra: «Sarei ipocrita a dire che non pesa il clima ambientale. Pesa, è un dato di fatto». La nuova finestra dedicata agli abbonamenti avrebbe dovuto rappresentare un’occasione per recuperare almeno una parte del pubblico, ma le circa 200 nuove sottoscrizioni confermano per ora una distanza ancora molto ampia tra la Lazio e una parte consistente dei propri sostenitori.

Postar um comentário

0 Comentários