Hércules Meneses: Malagò vira comissário da FIGC: o CONI aprova por unanimidade e novas eleições devem ocorrer até janeiro de 2027                                                                       

Malagò vira comissário da FIGC: o CONI aprova por unanimidade e novas eleições devem ocorrer até janeiro de 2027

  

Malagò diventa commissario della FIGC: il CONI approva all'unanimità e nuove elezioni entro gennaio 2027 / Malagò vira comissário da FIGC: o CONI aprova por unanimidade e novas eleições devem ocorrer até janeiro de 2027

O que aconteceu: Nesta terça-feira, 6 de outubro de 2026, o Comitê Olímpico Nacional Italiano (CONI) tomou uma decisão importante para o futebol italiano. A Junta Nacional do CONI, reunida às 13h no Foro Italico, em Roma, votou por unanimidade (15 votos a favor, nenhum contra) para colocar a Federação Italiana de Futebol (FIGC) sob “comissariamento”. Isso significa que a federação perdeu seu presidente eleito e agora será governada temporariamente por um comissário nomeado pelo CONI.

Quem é o comissário: O escolhido para o cargo foi Giovanni Malagò, que até poucas horas antes era o presidente da FIGC. A situação é curiosa: o CONI “destituiu” Malagò da presidência por uma irregularidade, mas ao mesmo tempo o nomeou como comissário da mesma federação. Isso aconteceu porque, quando Malagò se candidatou à presidência em junho deste ano, ele não estava registrado como membro (tesserato) da federação, o que, segundo a interpretação do CONI, violava as regras internas.

Como foi a decisão: Antes da votação, o presidente do CONI, Luciano Buonfiglio, se reuniu pessoalmente com Malagò para chegar a um acordo. O presidente do Comitê Paralímpico Italiano (CIP), Marco Giunio De Sanctis, participou do encontro como garante da entente. Depois da Junta, o Conselho Nacional do CONI também aprovou a medida por unanimidade, dando caráter definitivo à decisão.

O que vem pela frente: O CONI fixou um prazo claro: novas eleições para a presidência da FIGC devem acontecer até 31 de janeiro de 2027. Malagò indicou que a primeira data viável seria 14 de dezembro, já que 7 de dezembro cairia em um feriado prolongado e os jogadores só estariam disponíveis em um dia útil. Ele também deixou claro que pretende se candidatar novamente, desta vez já registrado corretamente.

As declarações de Malagò: Ao final das reuniões, Malagò falou com calma. Disse que não há vencedores nem perdedores na situação, que a relação com Buonfiglio se recuperou após “incompreensões” (palavras dele) e que aceitou o papel por amor ao esporte e para evitar uma ruptura no mundo do esporte italiano. Sobre a saída de Diana Bianchedi, que renunciou ao cargo de chefe de delegação da Seleção Italiana, ele disse que o tema deve ser tratado pelo presidente do CONI, não por ele como comissário. A escolha de Roberto Mancini como técnico da seleção, por sua vez, tem dado resultados positivos até agora.

O futebol italiano vive um momento de transição. A polêmica durou semanas, envolveu advogados, pareceres jurídicos e tensões políticas, mas terminou com um acordo. Malagò continua no comando da federação, agora com outro título, e o sistema terá que se reorganizar até o fim de janeiro do próximo ano.

Cosa è successo: martedì 6 ottobre 2026, il Comitato Olimpico Nazionale Italiano (CONI) ha preso una decisione importante per il calcio italiano. La Giunta Nazionale del CONI, riunita alle ore 13 al Foro Italico a Roma, ha votato all’unanimità (15 voti a favore, nessuno contro) per mettere la Federazione Italiana Giuoco Calcio (FIGC) sotto “commissariamento”. Questo significa che la federazione ha perso il suo presidente eletto e ora sarà guidata temporaneamente da un commissario nominato dal CONI.

Chi è il commissario: La scelta è caduta su Giovanni Malagò, che fino a poche ore prima era il presidente della FIGC. La situazione è curiosa: il CONI ha “destituito” Malagò dalla presidenza per un’irregolarità, ma allo stesso tempo lo ha nominato commissario della stessa federazione. Questo è accaduto perché, quando Malagò si è candidato alla presidenza a giugno, non risultava tesserato alla federazione, il che, secondo l’interpretazione del CONI, violava le regole interne.

Come è stata la decisione: Prima del voto, il presidente del CONI, Luciano Buonfiglio, si è incontrato personalmente con Malagò per raggiungere un accordo. Il presidente del Comitato Italiano Paraolimpico (CIP), Marco Giunio De Sanctis, ha partecipato all’incontro come garante dell’intesa. Dopo la Giunta, il Consiglio Nazionale del CONI ha approvato a sua volta la misura all’unanimità, dando carattere definitivo alla decisione.

Cosa succede adesso: Il CONI ha fissato una scadenza precisa: le nuove elezioni per la presidenza della FIGC dovranno tenersi entro e non oltre il 31 gennaio 2027. Malagò ha indicato che la prima data fattibile sarebbe il 14 dicembre, poiché il 7 dicembre potrebbe cadere in un ponte e i calciatori sarebbero disponibili solo di lunedì. Ha anche lasciato intendere che intende ricandidarsi, questa volta con il tesseramento in regola.

Le dichiarazioni di Malagò: Al termine delle riunioni, Malagò ha parlato con calma. Ha detto che non ci sono vincitori né sconfitti nella vicenda, che il rapporto con Buonfiglio si è ricucito dopo delle “incomprensioni” (parole sue) e che ha accettato il ruolo per amore dello sport e per evitare una spaccatura nel mondo sportivo italiano. Riguardo all’addio di Diana Bianchedi, che ha rassegnato le dimissioni da capodelegazione della Nazionale, ha spiegato che il tema dovrà essere affrontato dal presidente del CONI e non da lui in qualità di commissario. La scelta di Roberto Mancini come tecnico della nazionale, dal canto suo, sta dando risultati positivi fino a questo momento.

Il calcio italiano vive un momento di transizione. La polemica è durata settimane, ha coinvolto avvocati, pareri giuridici e tensioni politiche, ma si è conclusa con un accordo. Malagò resta al comando della federazione, ora con un altro titolo, e il sistema dovrà riorganizzarsi entro la fine di gennaio prossimo.

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