A abertura da Champions League 2025/2026 no Allianz Stadium em Turim não poderia ter sido mais dramática. A Juventus, sob o comando do técnico Igor Tudor, protagonizou um empate eletrizante em 4 a 4 contra o Borussia Dortmund, em uma partida que entrou para a história como uma das mais emocionantes da competição. O jogo, que teve um primeiro tempo sem gols, explodiu na segunda etapa, com oito bolas na rede e um placar improvável nos acréscimos.
O confronto entre os gigantes europeus começou morno, com a Juventus buscando o ataque, mas sem conseguir furar o bloqueio defensivo alemão. As chances de Thuram, Bremer, Yildiz e Openda não foram convertidas, e o placar permaneceu inalterado até o intervalo. No retorno para o segundo tempo, o jogo se transformou completamente. Adeyemi, do Borussia, abriu o placar aos 52 minutos, mas a resposta da Juventus veio com um golaço de Yildiz, que com um chute preciso, marcou no melhor estilo de Alessandro Del Piero, ídolo juventino.
O empate durou pouco. Em um ritmo frenético, Nmecha, do Dortmund, e Vlahovic, da Juventus, marcaram em sequência, levando a partida para um 2 a 2. O jogo parecia estar nas mãos do Dortmund quando Yan Couto e Bensebaini (de pênalti) ampliaram a vantagem para 4 a 2. A defesa da Juventus, com falhas gritantes, parecia ter jogado a toalha, e a derrota se tornava iminente.
Contudo, nos minutos finais, a Juventus mostrou por que sua história é tão grandiosa. Com a torcida em êxtase, Vlahovic diminuiu o placar aos 94 minutos. E no último lance do jogo, aos 96', Vlahovic, o grande nome da partida, deu uma assistência espetacular para Kelly, que de cabeça, empatou o jogo, salvando um ponto precioso e garantindo um final de partida inesquecível.
Apesar do resultado heroico, a partida serviu como um alerta para a equipe italiana. A inconstância e as falhas defensivas precisam ser corrigidas para que a Juventus consiga avançar no torneio. A atuação do jovem Yildiz e a noite épica de Vlahovic, que entrou no segundo tempo para mudar o jogo, são os pontos positivos de um confronto que certamente ficará marcado na memória dos torcedores. No entanto, cada ponto é precioso na Champions League, especialmente quando se joga em casa. Nesse contexto, o empate contra o Borussia, atuando em Turim, não pode ser considerado um bom resultado para a Velha Senhora.
La partita inaugurale della Champions League 2025/2026 all’Allianz Stadium di Torino è stata a dir poco spettacolare. La Juventus, guidata da Igor Tudor, ha pareggiato 4-4 contro il Borussia Dortmund in un match emozionante che rimarrà nella storia. Dopo un primo tempo senza gol, la gara è esplosa nella ripresa con otto reti e un finale thrilling.Il match è iniziato con la Juventus all’attacco, ma senza riuscire a superare la difesa tedesca. Nel secondo tempo, Adeyemi ha aperto le marcature per il Dortmund al 52’, ma Yildiz ha pareggiato con un gol spettacolare. La partita è diventata frenetica: Nmecha e Vlahovic hanno segnato portando il risultato sul 2-2, ma il Dortmund è passato in vantaggio con Yan Couto e Bensebaini (su rigore), arrivando a 4-2. Quando la sconfitta sembrava inevitabile, la Juventus ha reagito: Vlahovic ha accorciato le distanze al 94’ e, al 96’, ha fornito l’assist per il gol di testa di Kelly che ha siglato il pareggio.Nonostante l’epica rimonta, il pareggio casalingo non è un buon risultato per la Juventus, che ha mostrato lacune difensive da correggere. Le note positive sono le prestazioni di Yildiz e Vlahovic, eroi della serata, ma la squadra deve migliorare per avanzare nel torneo.
O primeiro ato da Atalanta na UEFA Champions League 2025/26 foi um roteiro de pesadelo, culminando em uma derrota por 4 a 0 para o Paris Saint-Germain, o atual campeão europeu. No palco do Parc des Princes, a equipe italiana, conhecida por seu futebol vibrante e ofensivo, foi dominada do início ao fim, sem conseguir impor seu estilo de jogo. O resultado não é apenas um revés, mas um alerta sobre os desafios de se competir no mais alto nível do futebol continental.
A partida começou de forma trágica para a Atalanta, com um erro crucial de Maldini (que já possui um histórico de não marcar muitos gols e, na França, ajudou o adversário) que permitiu a Marquinhos, o capitão brasileiro do PSG, abrir o placar aos 3 minutos de jogo. Este gol precoce não apenas deu a vantagem ao time da casa, mas também desestabilizou completamente a defesa nerazzurra. A partir daí, o que se viu foi um verdadeiro monólogo do PSG. Apesar do placar, a goleada poderia ter sido ainda maior se não fosse pela performance espetacular do goleiro Marco Carnesecchi. O jovem arqueiro da Atalanta realizou defesas impressionantes e, em um momento de esperança para sua equipe, defendeu um pênalti cobrado por Barcola, tornando-se o primeiro goleiro na história do clube a realizar tal feito na Champions League.
No entanto, a atuação de Carnesecchi não foi o suficiente para deter a força ofensiva do PSG. O georgiano Kvaratskhelia e os defensores Nuno Mendes e Gonçalo Ramos também deixaram suas marcas, explorando cada fragilidade do time italiano. A derrota da Atalanta a coloca em uma posição delicada no grupo, mas, mais do que isso, levanta questionamentos sobre a capacidade da equipe de Bérgamo de se adaptar a jogos de tamanha intensidade e a enfrentar adversários de calibre global.
Historicamente, o confronto contra o PSG tem sido um desafio para as equipes italianas. Com esta vitória, o clube parisiense registra seu sexto triunfo nos últimos sete duelos contra times da Itália na Liga dos Campeões. Para a Atalanta, esta é a terceira vez na história da competição que sofre uma derrota por uma diferença de quatro ou mais gols, reforçando uma estatística preocupante. A equipe de Bérgamo terá que repensar sua estratégia e fortalecer seu setor defensivo se quiser ter chances de avançar na competição. Na França, infelizmente, a Atalanta já deu sinais de que não vai chegar às quartas de final da Champions League 2025/2026, e as chances de alcançar as oitavas também são baixas. A partida contra o PSG foi mais uma prova de que o fator dinheiro faz diferença no futebol, pois quanto mais rico e poderoso financeiramente é um clube, mais desleal se torna o duelo contra equipes de médio ou pequeno porte, com raras exceções. É lamentável que Daniel Maldini tenha sido escolhido como titular em um jogo de tamanha importância. Seu desempenho atual não justificaria nem mesmo uma vaga de destaque na Série B italiana, o que evidencia que, mais do que talento em campo, ele conta com a força de um excelente empresário.
L’esordio dell’Atalanta nella UEFA Champions League 2025/26 si è trasformato in un incubo con la pesante sconfitta per 4-0 contro il Paris Saint-Germain, campione in carica. Al Parc des Princes, la squadra bergamasca non è mai riuscita a imporre il suo gioco offensivo, venendo dominata per tutta la partita. L’errore iniziale di Daniel Maldini ha favorito il gol di Marquinhos dopo soli tre minuti, destabilizzando la difesa nerazzurra. Da quel momento il PSG ha preso il controllo totale, e solo le parate decisive di Marco Carnesecchi – incluso un rigore neutralizzato a Barcola – hanno evitato un passivo ancora più pesante.
Nonostante la prestazione del portiere, il PSG ha continuato a colpire con Kvaratskhelia, Nuno Mendes e Gonçalo Ramos. La sconfitta mette l’Atalanta in una situazione complicata nel girone e solleva dubbi sulla sua capacità di reggere il confronto con le grandi d’Europa. Per i nerazzurri si tratta della terza sconfitta con almeno quattro gol di scarto nella competizione, mentre il PSG conferma la sua supremazia contro le squadre italiane. La prova negativa di Maldini ha suscitato ulteriori critiche, rafforzando l’idea che il club dovrà rivedere strategie e organico se vorrà proseguire nel torneo.
A Inter de Milão iniciou sua jornada na Champions League com uma performance que mesclou solidez defensiva e uma eficácia cirúrgica no ataque. A vitória por 2 a 0 sobre o Ajax, na Johan Cruijff Arena, não foi apenas um resultado, mas um atestado de que a equipe de Cristian Chivu tem a capacidade de se reinventar após um revés. O triunfo, que quebrou um jejum de vitórias na estreia da competição, demonstrou os pontos fortes do time, mas também revelou a fragilidade do adversário, que facilitou a construção do placar.
O grande destaque, e inegável ponto forte da equipe nerazzurra, foi a dupla formada por Marcus Thuram e Hakan Çalhanoğlu. O atacante francês, em uma fase técnica e física espetacular, provou ser letal nas jogadas de bola parada. Seus dois gols de cabeça, ambos originados de escanteios precisos de Çalhanoğlu, evidenciam uma arma tática que a Inter vem aprimorando. A sintonia entre os dois é um trunfo que a equipe soube explorar com perfeição.
A solidez defensiva, outro ponto alto, foi personificada pela atuação de Stefan de Vrij e a segurança do goleiro Yann Sommer. A defesa, que havia sido questionada após a derrota recente no campeonato italiano, mostrou-se coesa e praticamente intransponível. A partida contra o Ajax, que apresentou pouca criatividade ofensiva e uma evidente desorganização na marcação, permitiu que a Inter jogasse com conforto e confiança. No entanto, é importante considerar que o adversário não apresentou um desafio à altura.
O grande ponto fraco da noite foi a performance do Ajax. O meio-campo, personificado por Klaassen, falhou em criar jogadas e, o que é mais grave, em conter o avanço da Inter em lances cruciais. A equipe holandesa se mostrou vulnerável defensivamente, especialmente em lances de bola parada, uma falha que um time no nível da Champions League não pode se dar ao luxo de cometer. A goleada poderia ter sido ainda maior se não fosse por alguns lances de sorte.
Por fim, a estreia de jovens talentos como Francesco Pio Esposito, que se comportou como um veterano, e a marcação de recordes individuais e coletivos, como a 50ª partida de Barella na Champions e o 100º jogo de Thuram com a Inter, adicionam camadas de otimismo. Por mais que a vitória da Inter fora de casa contra o Ajax tenha sido convincente, é difícil enxergar, na atual temporada, a equipe chegando às semifinais da Champions League 2025/2026. Uma surpresa seria motivo de alegria.
L’Inter ha iniziato la sua avventura in Champions League con una vittoria convincente per 2-0 contro l’Ajax ad Amsterdam, mostrando solidità difensiva ed efficacia offensiva. Protagonisti assoluti sono stati Marcus Thuram, autore di due gol di testa su corner, e Hakan Çalhanoğlu, decisivo con i suoi assist. La difesa, guidata da de Vrij e protetta dalla sicurezza di Sommer, ha risposto alle critiche recenti con una prestazione quasi impeccabile.
L’Ajax, invece, ha deluso: privo di creatività e organizzazione, ha sofferto soprattutto sulle palle inattive, lasciando ampi spazi alla squadra nerazzurra. In positivo, l’esordio dei giovani come Francesco Pio Esposito e i traguardi di Barella (50ª presenza in Champions) e Thuram (100ª gara con l’Inter) hanno arricchito la serata. Nonostante il successo esterno, resta difficile immaginare l’Inter tra le semifinaliste della Champions 2025/26, anche se una sorpresa non sarebbe esclusa.
A estreia do Napoli na Liga dos Campeões 2025/2026 foi marcada por um resultado desfavorável e uma lição tática. A derrota de 2 a 0 para o Manchester City, no Etihad Stadium, não foi apenas uma questão de superioridade técnica, mas sim o resultado de um momento crucial que alterou completamente o roteiro da partida. Aos 18 minutos do primeiro tempo, o capitão Giovanni Di Lorenzo cometeu um erro de leitura que lhe custou um cartão vermelho, e ao Napoli, as esperanças de um resultado positivo.
A jogada fatal, iniciada por um passe de Foden, pegou Di Lorenzo desprevenido. Em uma tentativa desesperada de evitar que Erling Haaland se isolasse com a bola, o zagueiro cometeu a falta como último homem. A decisão do árbitro, de acordo com as regras, foi correta e indiscutível, mas seu impacto foi devastador. Com um a menos, a equipe de Antonio Conte foi forçada a abandonar qualquer ambição ofensiva e se concentrar exclusivamente na defesa, buscando resistir à pressão incessante do Manchester City.
O "muro defensivo" do Napoli, como foi descrito, demonstrou uma resiliência notável. O goleiro Milinkovic-Savic foi um dos grandes destaques do time, realizando defesas espetaculares que impediram o City de abrir o placar ainda no primeiro tempo. A resistência, no entanto, tinha prazo de validade. No início da segunda etapa, a pressão do ataque inglês finalmente surtiu efeito. Aos 50 minutos, Haaland, que já havia forçado a expulsão, mostrou seu faro de gol e marcou de cabeça, o que se tornou seu 50º gol em 49 partidas pela competição, um feito impressionante.
O segundo gol, marcado por Doku aos 65 minutos, foi a confirmação da vitória do Manchester City. O atacante belga, com um lance de pura habilidade, driblou a defesa napolitana e finalizou com maestria. A derrota, embora esperada por muitos, serve como um alerta para a equipe italiana. A partida expôs a necessidade de aprimorar a capacidade de reação a imprevistos e de manter a organização tática mesmo sob pressão extrema. Para o Manchester City, a vitória foi a confirmação de que segue como um dos principais candidatos ao título.
Fica, porém, o lamento pela queda do Napoli, atual campeão do campeonato italiano e o time que mais carregava a esperança de surpreender os gigantes europeus e levar o futebol italiano mais longe na Champions League 2025/2026. Assim, vai se confirmando que cada equipe italiana deixará a competição pouco a pouco, sem sequer se aproximar da grande final. Uma pena! Seria maravilhoso se bilionários investissem em clubes italianos para fortalecer o "calcio" nesses duelos desiguais em que o poder financeiro pesa tanto.
L’esordio del Napoli nella Champions League 2025/2026 si è trasformato in una serata amara al Etihad Stadium. La sconfitta per 2-0 contro il Manchester City è stata segnata dall’espulsione precoce del capitano Di Lorenzo, episodio che ha condizionato l’intera partita e costretto la squadra di Conte a difendersi a oltranza. Nonostante la grande prova del portiere Milinkovic-Savic, il muro difensivo partenopeo è crollato nella ripresa: prima Haaland di testa e poi Doku hanno fissato il risultato.
Il ko, seppur prevedibile, rappresenta un duro colpo per il calcio italiano: il Napoli, campione in carica della Serie A, era la squadra che più alimentava le speranze di competere con i giganti d’Europa. La sua eliminazione anticipa un cammino sempre più difficile per i club italiani, lontani dalla finale e penalizzati dal divario economico con le potenze straniere.
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