Hércules Meneses: A Seleção Sub-17 da Itália na Fase de Grupos da Copa do Mundo                                                                       

A Seleção Sub-17 da Itália na Fase de Grupos da Copa do Mundo

 

O futebol italiano tem um novo nome para observarmos de perto: Samuele Inácio. O meia, destaque do Borussia Dortmund, foi o herói da estreia da Seleção Sub-17 da Itália no Mundial, marcando o gol decisivo na vitória por 1 a 0 sobre os donos da casa, o Catar. O triunfo não apenas garantiu os primeiros três pontos, mas também colocou a Itália na liderança do Grupo A do Mundial Sub-17, empatada com a África do Sul.

Giornalista [Seu Nome] - Il calcio italiano ha un nuovo nome da tenere d'occhio: Samuele Inácio. Il fantasista, gioiello del Borussia Dortmund, è stato l'eroe della partita d'esordio della Nazionale Italiana Under 17 al Mondiale, segnando il gol decisivo nell'1-0 contro i padroni di casa, il Qatar. Il trionfo non solo assicura i primi tre punti, ma colloca l'Italia in testa al Gruppo A del Mondiale Under 17, a pari merito con il Sudafrica.


A pressão de enfrentar os anfitriões na Arena Aspire foi imensa. O técnico Massimiliano Favo confessou ter temido a reação emocional de seus jovens atletas, mas elogiou o domínio tático demonstrado. Favo viu sua equipe, escalada no 4-3-1-2, controlar o jogo desde o apito inicial. A grande diferença, no entanto, foi a precisão de Inácio, eleito o Craque da Partida, que finalizou a jogada brilhante de Borasio aos 19 minutos, com um chute que só poderia ser descrito como cirúrgico.

La pressione di affrontare i padroni di casa all'Aspire Arena era immensa. L'allenatore Massimiliano Favo ha confessato di aver temuto la reazione emotiva dei suoi giovani atleti, ma ha elogiato il dominio tattico dimostrato. Favo ha visto la sua squadra, schierata in un 4-3-1-2, controllare il gioco sin dal fischio d'inizio. La grande differenza, tuttavia, è stata la precisione di Inácio, eletto Miglior Giocatore della Partita, che ha finalizzato la brillante azione di Borasio al 19', con un tiro che può essere descritto solo come chirurgico.

Essa vitória apertada, mas merecida, confirmou o potencial da nova geração do Calcio. A defesa se mostrou organizada, com o goleiro Longoni realizando uma defesa crucial no segundo tempo. O único ponto de melhoria, como salientou Favo, é a eficácia ofensiva. O time Sub-17 da Itália criou muito, mas precisa converter mais chances para evitar sustos em jogos futuros.

Questa vittoria di misura, ma meritata, conferma il potenziale della nuova generazione del Calcio. La difesa si è dimostrata organizzata, con il portiere Longoni che ha effettuato una parata cruciale nel secondo tempo. L'unico punto da migliorare, come sottolineato da Favo, è l'efficacia offensiva. La squadra Under 17 Italia crea molto, ma deve convertire più occasioni per evitare sorprese nelle partite future.


A Seleção Italiana Sub-18 demonstrou uma superioridade inegável, aplicando uma goleada de 4 a 0 na Bolívia e garantindo sua classificação antecipada para as oitavas de final do Mundial Sub-17, que está sendo realizado no Catar. O resultado, combinado com o empate entre os anfitriões e a África do Sul, posiciona os Azzurrini no topo do Grupo A com 100% de aproveitamento. O desempenho em Doha sublinha o status da equipe de Massimiliano Favo como semifinalista europeia, confirmando o favoritismo na fase inicial do torneio global.

La Nazionale Italiana Under 18 ha dimostrato una superiorità innegabile, infliggendo una netta goleada per 4-0 alla Bolivia e assicurandosi la qualificazione anticipata agli ottavi di finale del Mondiale Under 17, in corso di svolgimento in Qatar. Il risultato, unito al pareggio tra i padroni di casa e il Sudafrica, posiziona gli Azzurrini in testa al Gruppo A a punteggio pieno. La performance a Doha sottolinea lo status della squadra di Massimiliano Favo come semifinalista europea, confermandone il ruolo di favorita nella fase iniziale del torneo globale.

O placar foi construído no primeiro tempo e consolidado na etapa final, evidenciando a capacidade de finalização dos jovens talentos italianos. Após uma tentativa inicial de David Marini que acertou o travessão, o Milanista Simone Lontani inaugurou o marcador com um chute colocado. Em seguida, o meia-armador do Borussia Dortmund, Samuele Inácio, ampliou, consolidando uma atuação que lhe rendeu o prêmio de player of the match da FIFA. Na volta do intervalo, o ponta da Juventus, Destiny Onogheghen Elimoghale, que havia sido reserva na estreia, marcou o terceiro gol após um rápido contra-ataque orquestrado por Inácio. O gol final veio nos acréscimos, com o meio-campista do Milan, Fabio Pandolfi, selando a vitória com um potente chute de fora da área.

Il tabellino è stato costruito nel primo tempo e consolidato nella ripresa, evidenziando la capacità realizzativa dei giovani talenti italiani. Dopo un tentativo iniziale di David Marini finito sulla traversa, il milanista Simone Lontani ha aperto le marcature con un tiro preciso. Subito dopo, il fantasista del Borussia Dortmund, Samuele Inácio, ha raddoppiato, meritando il premio di player of the match FIFA. Al rientro dagli spogliatoi, l'ala della Juventus, Destiny Onogheghen Elimoghale, entrato nell'intervallo, ha siglato il terzo gol dopo un fulmineo contropiede orchestrato proprio da Inácio. La rete finale è arrivata nei minuti di recupero, con il centrocampista del Milan, Fabio Pandolfi, che ha chiuso il match con un potente tiro dalla distanza.

Apesar da performance dominante, o técnico Massimiliano Favo não escondeu as áreas que requerem maior atenção. Ele reconheceu que a equipe cumpriu a obrigação de vencer, mas fez um alerta sobre as desatenções cometidas durante o jogo: a perda de um pênalti a favor e a concessão de um pênalti para a Bolívia (brilhantemente defendido pelo goleiro Alessandro Longoni). Favo enfatizou que tais erros, perdoáveis contra um adversário de menor calibre, podem ser cruciais nas fases mais avançadas do torneio, onde a margem para o erro é mínima. A seleção manteve a base tática 4-3-1-2, realizando apenas três mudanças estratégicas, incluindo o ingresso de Campaniello, um dos heróis da conquista europeia Sub-17 de 2024.

Nonostante la performance dominante, il tecnico Massimiliano Favo ha richiamato l'attenzione sulle aree che richiedono maggiore cura. Pur riconoscendo che la squadra ha fatto il proprio dovere, ha messo in guardia contro le disattenzioni commesse: il rigore sbagliato a favore e quello concesso alla Bolivia (neutralizzato magistralmente dal portiere Alessandro Longoni). Favo ha sottolineato come tali errori, perdonabili contro un avversario di calibro inferiore, possano diventare fatali nelle fasi a eliminazione diretta, dove il margine di errore si riduce drasticamente. La Nazionale ha mantenuto l'impostazione tattica 4-3-1-2, apportando solo tre modifiche strategiche, tra cui l'inserimento di Campaniello, uno degli eroi della vittoria europea Under 17 del 2024.

Com seis pontos e a liderança assegurada, a Itália se preparou para a próxima fase com tranquilidade. O avanço antecipado permite ao treinador realizar ajustes e poupar jogadores, focando na estratégia para as oitavas de final. A vitória categórica, construída com autoridade desde o início – impondo o ritmo e forçando o adversário à defesa –, e a capacidade de reação após os lances perdidos (como o pênalti de Inácio), reforçam a moral do grupo. O Mundial Sub-17 serve como um palco crucial para a validação dos jovens talentos que representam o futuro do futebol italiano.

Con sei punti e il primo posto matematicamente assicurato, l'Italia si prepara alla prossima fase con serenità. L'accesso anticipato consente al tecnico di effettuare gli aggiustamenti e preservare i giocatori in vista degli ottavi. La vittoria netta, costruita con autorità fin dall'inizio – imponendo il proprio ritmo e costringendo l'avversario a difendere –, e la capacità di reazione dopo gli episodi negativi (come il rigore sbagliato da Inácio), rafforzano il morale del gruppo. Il Mondiale Under 17 è un banco di prova fondamentale per la validazione dei giovani talenti che rappresentano il futuro del calcio italiano.



A seleção italiana Sub-17 manteve o embalo e venceu por 3 a 1 a África do Sul, em partida válida pela 3ª rodada do Mundial Sub-17, disputada no dia 9 de novembro. O triunfo foi construído com autoridade, refletindo o domínio técnico e tático dos Azzurrini.

L’Italia Under-17 continua a convincere: vittoria per 3–1 contro il Sudafrica nella terza giornata del Mondiale Under-17, disputata il 9 novembre. Gli Azzurrini hanno dominato dall’inizio alla fine, mostrando superiorità tecnica e tattica.

Logo aos 4 minutos, S. Inácio, assistido por Valerio Maccaroni, abriu o placar. A equipe africana reagiu e empatou com S. Els, aos 32 minutos, equilibrando momentaneamente o duelo. Mas o intervalo fez bem à Itália, que voltou com intensidade e definiu a vitória com gols de Antonio Arena (55 minutos) e novamente S. Inácio (58 minutos), ambos após boas combinações ofensivas.

Al 4° minutoS. Inácio, servito da Valerio Maccaroni, ha sbloccato il risultato. Il pareggio sudafricano è arrivato al 32’ con S. Els, ma la reazione italiana nel secondo tempo è stata devastante: Antonio Arena (55’) e ancora S. Inácio (58’) hanno firmato il successo.

Os números reforçam a superioridade italiana: 61% de posse, 29 finalizações (contra 7), 11 chutes no gol e 416 passes certos. A Itália impôs ritmo, criou 6 chances claras e controlou o adversário, que pouco ameaçou.

Le statistiche raccontano tutto: 61% di possesso palla29 tiri contro 711 nello specchio416 passaggi completati. L’Italia ha creato 6 occasioni pericolose e mantenuto il controllo per tutta la gara.

Com o resultado, a equipe italiana mostra força e consistência, demonstrando potencial para avançar na competição.

Un successo netto che conferma la crescita della squadra e le ambizioni di un gruppo giovane ma maturo.


Em uma estreia de Mundial FIFA Sub-17 marcada por intensidade e promessas no Catar, a Itália Sub-17 entrega uma performance digna de elogios na tabela do Grupo A: liderança absoluta com 9 pontos em três jogos, 8 gols marcados e nenhum sofrido, saldo +7 que reflete eficiência cirúrgica. A África do Sul segue como coadjuvante sólida (4 pontos), enquanto Catar (2 pontos) e Bolívia (1 ponto) buscam ar na tabela apertada. Analisando os lances: o 1-0 inicial contra o anfitrião Catar foi um exercício de paciência italiana – posse de 62%, poucas chances cedidas e um gol de oportunismo no contra-ataque. Já o 3-0 sobre a Bolívia elevou o nível: triangulações precisas, pressão alta e finalizações letais, com destaque para o hat-trick de assistências de um meio-campista em ascensão. Defensivamente, impecável: zero gols vazados é o selo de uma equipe madura além da idade. Pontos altos: a transição rápida e o entrosamento, frutos de um trabalho de base elogiado pela FIFA. Críticas? Poucas – talvez uma certa previsibilidade no ataque, que pode ser explorada por rivais mais organizados. A torcida, fervorosa, aplaude, mas carrega o peso da história: a Seleção Feminina Italiana Sub-17 encantou no mundial ocorrido no Marrocos na primeira fase e oitavas de 2025, mas colapsou nas quartas, uma decepção que ainda arde. "Não repitam isso!", clama a arquibancada. Que o passado motive, não assombre.

Nel calderone qatariota del Mondiale Under-17, l'Italia Under-17 emerge come un uragano controllato: 9 punti, 8 gol fatti, zero subiti e una differenza reti che urla superiorità (+7). Guardando la classifica del Gruppo A, è inevitabile sorridere – o invidiare, a seconda del tifo. Sudafrica secondo con 4 punti e un pareggio tiepido contro il Qatar (1-1), che arranca con 2 punti e un gol in meno; Bolivia, poveretta, chiude la lanterna con 1 punto e un buco di -6 nella differenza, dopo goleade subite.Ma veniamo al sodo: gli italiani non stanno solo vincendo; stanno educando. La vittoria di misura per 1-0 sul Qatar ha mostrato una difesa di ferro, e il 3-0 alla Bolivia è stata una lezione di possesso e finalizzazione. È calcio di chi sa che il talento da solo non basta – ci vuole testa. Ed ecco l'elefante nella stanza: il ricordo fresco della delusione. Ricordate l'Under-17 del 2023? Ha brillato nella fase a gironi, ha volato negli ottavi, ma è crollata nei quarti come un castello di carte. Quella eliminazione prematura ha fatto male, ha lasciato cicatrici. Oggi, a Doha, i tifosi non perdonano distrazioni: "Non deludete come l'ultima volta!", riecheggia dalle tribune.Questa generazione, con i suoi 16 anni pieni di grinta, ha tutto per curare quella ferita. L'attacco letale, la solidità dietro e un centrocampo che detta il ritmo – è la ricetta per quarti, semifinali e, chissà, il trofeo. Ma il vero test arriva ora: Sudafrica, che non è da sottovalutare. Se gli Azzurrini passeranno indenni, il messaggio sarà chiaro: l'Italia è tornata per restare in cima. E noi, tifosi, chiediamo solo: costanza, per favore. Niente sorprese amare. Forza Italia!


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