Hércules Meneses: Convocação de Gattuso para os Duelos Decisivos e o Choque Final com a Noruega                                                                       

Convocação de Gattuso para os Duelos Decisivos e o Choque Final com a Noruega



A Nazionale viaja para Chisinau para enfrentar a Moldávia na quinta-feira, 13 de novembro, antes do grande confronto final contra a Noruega no Giuseppe Meazza (San Siro), em Milão, no dia 16. O histórico joga a favor dos Azzurri contra a Moldávia, com 6 vitórias em 6 jogos anteriores. Já contra a Noruega, o confronto é mais equilibrado: 10 vitórias italianas, 4 empates e 4 derrotas, incluindo o revés de 3 a 0 na estreia do grupo, resultado que complicou a classificação direta. La Nazionale si reca a Chisinau per affrontare la Moldavia giovedì 13 novembre, prima del grande scontro finale contro la Norvegia al Giuseppe Meazza (San Siro), a Milano, il giorno 16. La storia gioca a favore degli Azzurri contro la Moldavia, con 6 vittorie su 6 precedenti. Invece, lo scontro con la Norvegia è più equilibrato: 10 successi italiani, 4 pareggi e 4 sconfitte, inclusa la battuta d'arresto per 3-0 subita all'esordio del girone, un risultato che ha reso complessa la qualificazione diretta.

A tabela atual do Grupo I mostra a Noruega na liderança, com 18 pontos em 6 jogos. A Itália segue com 15 pontos, também em 6 jogos. Os confrontos de novembro são vitais: a Noruega enfrenta a Estônia em casa antes de visitar Milão. A única esperança real da Itália para evitar a repescagem é a Noruega tropeçar, já que reverter o saldo de gols (+26 a +10) é estatisticamente improvável, mas o futebol, sabemos, é imprevisível. L'attuale classifica del Gruppo I vede la Norvegia in testa, con 18 punti in 6 partite. L'Italia segue con 15 punti, anch'essa in 6 partite. Gli scontri di novembre sono vitali: la Norvegia affronta l'Estonia in casa prima di far visita a Milano. L'unica speranza reale per l'Italia di evitare gli spareggi è che la Norvegia inciampi, poiché ribaltare il saldo reti (+26 contro +10) è statisticamente improbabile, ma il calcio, si sa, è imprevedibile.

Milão, uma das cidades mais importantes na história da Azzurra (sede da FIGC de 1905 a 1911), voltará a sediar um jogo crucial no Meazza. O estádio já foi palco de 63 partidas da Nazionale, que mantém um excelente retrospecto de 39 vitórias e 19 empates. A Itália detinha uma invencibilidade de quase um século no local, quebrada apenas pela Espanha em 2021, ressaltando o peso histórico do campo para a Seleção. Milano, una delle città più importanti nella storia degli Azzurri (sede della FIGC dal 1905 al 1911), tornerà ad ospitare una partita cruciale al Meazza. Lo stadio è stato teatro di 63 partite della Nazionale, che vanta un eccellente record di 39 vittorie e 19 pareggi. L'Italia manteneva un'imbattibilità di quasi un secolo in questo impianto, interrotta solo dalla Spagna nel 2021, a sottolineare il peso storico del campo per la Nazionale.

As escolhas de Gattuso indicam uma busca por profundidade e opções. A inclusão do goleiro Caprile e o retorno de Scamacca dão novas possibilidades ao grupo. A suspensão de Barella força uma mudança no meio-campo para o primeiro jogo, enquanto Frattesi, Tonali e Cambiaso, pendurados, terão de ser geridos com cautela máxima para estarem disponíveis contra a Noruega. O objetivo é claro: garantir os seis pontos. Le scelte di Gattuso indicano una ricerca di profondità e opzioni. L'inclusione del portiere Caprile e il ritorno di Scamacca offrono nuove possibilità al gruppo. La squalifica di Barella impone un cambio a centrocampo per la prima partita, mentre Frattesi, Tonali e Cambiaso, diffidati, dovranno essere gestiti con la massima cautela per essere disponibili contro la Norvegia. L'obiettivo è chiaro: assicurarsi i sei punti.


A relação dos 27 jogadores chamados pelo técnico Gennaro Gattuso para os próximos compromissos das eliminatórias da Copa do Mundo contra Moldávia e Noruega. L’elenco dei 27 giocatori selezionati dal commissario tecnico Gennaro Gattuso per le imminenti partite di qualificazione ai Mondiali contro Moldavia e Norvegia.


A convocação de Alessandro Buongiorno para a Seleção Italiana levanta alguns questionamentos pertinentes. É inegável que o zagueiro do Napoli é um defensor promissor, dono de boa leitura de jogo e presença física marcante, mas o momento não parece o mais adequado para seu retorno à Azzurra. Ainda se recuperando totalmente de uma lesão recente e vindo de uma atuação muito abaixo do esperado na derrota para o PSV pela UEFA Champions League, Buongiorno demonstra um nível de irregularidade que deveria, ao menos por ora, afastá-lo da titularidade. Sua convocação pode até ser compreensível dentro de um contexto de renovação e observação de talentos, mas seria um equívoco vê-lo como peça central da defesa italiana neste momento.

Outro ponto que chama atenção é o setor ofensivo convocado. Os nomes escolhidos — Francesco Pio Esposito (Inter), Moise Kean (Fiorentina), Riccardo Orsolini (Bologna), Matteo Politano (Napoli), Giacomo Raspadori (Atlético de Madrid), Mateo Retegui (Al-Qadsiah), Gianluca Scamacca (Atalanta) e Mattia Zaccagni (Lazio) — não inspiram confiança em termos de poder de fogo. Nenhum deles pode ser considerado um “grande goleador”, um artilheiro decisivo e constante, o que é lamentável para uma seleção que há anos sofre com falta de eficiência no ataque.

Mais incompreensível ainda é a ausência de jogadores que vivem melhor momento na Série A, como Federico Bonazzoli (4 gols), Matteo Cancellieri (3 gols), Nicolò Zaniolo (3 gols) e Andrea Pinamonti (3 gols). Todos vêm sendo mais produtivos do que alguns dos convocados, o que reforça a sensação de que a meritocracia não foi totalmente aplicada. Se a principal função de um atacante é balançar as redes, é difícil entender como quem marca mais fica de fora enquanto outros, com números inferiores, ganham espaço.

La convocazione di Alessandro Buongiorno nella Nazionale Italiana suscita qualche dubbio legittimo. È vero che il difensore del Napoli è un profilo promettente, dotato di una buona lettura tattica e di presenza fisica, ma il momento non sembra dei migliori per rivederlo in maglia azzurra. Reduce da un infortunio e da una prestazione tutt’altro che convincente nella pesante sconfitta contro il PSV in Champions League, Buongiorno sta attraversando una fase di rendimento altalenante che dovrebbe consigliarne un impiego con cautela. La sua convocazione può anche essere accettabile in ottica di valutazione e crescita, ma vederlo titolare sarebbe una scelta discutibile.

Anche il reparto offensivo lascia perplessi. I convocati — Francesco Pio Esposito (Inter), Moise Kean (Fiorentina), Riccardo Orsolini (Bologna), Matteo Politano (Napoli), Giacomo Raspadori (Atlético Madrid), Mateo Retegui (Al-Qadsiah), Gianluca Scamacca (Atalanta) e Mattia Zaccagni (Lazio) — non rappresentano veri e propri bomber. Nessuno di loro è un goleador di livello superiore, e ciò è preoccupante per una nazionale che da anni fatica a trovare continuità sotto porta.

Ancora più discutibile appare la mancata convocazione di giocatori in forma come Federico Bonazzoli (4 gol), Matteo Cancellieri (3 gol), Nicolò Zaniolo (3 gol) e Andrea Pinamonti (3 gol). Tutti stanno vivendo un momento migliore rispetto a diversi dei convocati, il che lascia pensare che i criteri di scelta non siano stati pienamente meritocratici. Se il compito principale di un attaccante è segnare, risulta difficile capire perché chi segna di più venga lasciato a casa mentre altri, con numeri inferiori, trovino spazio.

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