Hércules Meneses: Urgente: Rimini Fora da Série C 2025/2026                                                                       

Urgente: Rimini Fora da Série C 2025/2026




O Rimini Football Club s.r.l. está oficialmente fora da Série C 2025/2026. A Federação revogou a afiliação do clube após a confirmação de que a sociedade havia sido colocada em liquidação, com um prejuízo superior a 4 milhões de euros. A decisão implica na desvinculação imediata de todos os jogadores e na anulação de todas as partidas disputadas pelo time.

Il Rimini Football Club s.r.l. è ufficialmente fuori dalla Serie C 2025/2026. La Federazione ha revocato l'affiliazione del club dopo la conferma che la società era stata messa in liquidazione, con una perdita superiore a 4 milioni di euro. La decisione implica lo svincolo immediato di tutti i tesserati e l'annullamento di tutte le partite disputate dalla squadra.

A nova classificação da Série C – Grupo B revela grandes mudanças. Os pontos conquistados pelos adversários contra o Rimini foram zerados. Agora, a Arezzo divide a liderança com a Ravenna, ambos com 35 pontos, seguidos pelo Ascoli com 28 pontos.

La nuova classifica della Serie C – Girone B rivela grandi cambiamenti. I punti conquistati dagli avversari contro il Rimini sono stati azzerati. Ora, l'Arezzo condivide la leadership con il Ravenna, entrambi a 35 punti, seguiti dall'Ascoli con 28 punti.

Mudanças na Zona de Play-Off e Rebaixamento

Cambiamenti nella Zona Play-Off e Retrocessione

A zona de Play-Off da Série C tem o Pineto com 23 pontos, com Ternana e Guidonia logo atrás, empatados com 21 pontos. Na luta contra o rebaixamento, as equipes precisam de novos cálculos: o Livorno e o Perugia estão em situação crítica. 

La zona Play-Off di Serie C vede il Pineto con 23 punti, con Ternana e Guidonia subito dietro, a pari merito con 21 punti. Nella lotta contro la retrocessione, le squadre hanno bisogno di nuovi calcoli: il Livorno e il Perugia sono in una situazione critica. 



Futebol italiano em alerta: 
até quando os clubes vão continuar quebrando?

O colapso financeiro de clubes tradicionais deixou de ser um fato isolado para se tornar um retrato preocupante da fragilidade estrutural do futebol italiano. Casos como o recente do Rimini não representam apenas uma falência administrativa, mas simbolizam o fracasso de um modelo que há anos tolera má gestão, endividamento crônico e ausência de fiscalização rigorosa. Na Itália, clubes continuam disputando campeonatos mesmo sem condições financeiras mínimas, como se a bola em campo pudesse mascarar balanços irregulares e cofres vazios.

A discussão sobre a implementação de um teto salarial surge, inevitavelmente, como possível solução para esse caos financeiro. Embora a limitação de gastos com salários possa impedir aventuras irresponsáveis e reduzir distorções entre clubes, ela não resolverá o problema se aplicada de forma isolada. Um teto sem fiscalização eficaz se tornaria apenas mais uma regra simbólica, facilmente burlável por contratos indiretos e acordos informais. O desafio não é apenas limitar gastos, mas criar um sistema realmente auditável e transparente.

Outro fator decisivo é o licenciamento financeiro. A Federação Italiana precisa ser mais rigorosa antes de autorizar a participação de clubes em competições oficiais. Exigir garantias bancárias reais, auditar previamente folhas salariais e proibir a inscrição de clubes insolventes são medidas urgentes. Não é razoável permitir que equipes praticamente falidas iniciem campeonatos como se nada estivesse errado, apenas para abandonar o torneio no meio do caminho.

A desigualdade na distribuição das receitas televisivas também agrava o cenário. Enquanto alguns clubes concentram grande parte da renda, outros sobrevivem com orçamentos mínimos. Um modelo de repartição mais equilibrado, inspirado em ligas como a Bundesliga alemã, não apenas diminuiria o risco de falências como elevaria o nível competitivo do campeonato. O futebol só se fortalece quando a disputa se torna mais justa, não quando meia dúzia domina e o restante apenas sobrevive.

Diante da impossibilidade de competir financeiramente com ligas mais ricas, como a Premier League, o futebol italiano precisa apostar de forma definitiva na formação de jogadores. Incentivos fiscais para clubes que investem em categorias de base e a obrigatoriedade de destinar parte do orçamento para a formação de jovens talentos são caminhos mais sustentáveis e inteligentes. Produzir jogadores é mais barato e mais estratégico do que depender de contratações milionárias.

Por fim, é indispensável estabelecer limites claros de endividamento. Nenhum clube deveria gastar sistematicamente mais do que arrecada. Auditorias independentes, bloqueio preventivo a clubes em risco e punições esportivas severas devem deixar de ser exceção para se tornar regra. Sem responsabilização, o sistema continuará repetindo os mesmos erros.

O futebol italiano precisa decidir entre reformular profundamente sua estrutura financeira ou continuar assistindo ao desaparecimento de clubes históricos. A cada nova falência, não se perde apenas uma equipe, mas uma parte da identidade de cidades inteiras. O tempo para discursos acabou. Ou a mudança vem agora, ou o próximo clube a fechar as portas será apenas mais um nome em uma lista que não para de crescer.


Calcio italiano in crisi: 
fino a quando i club continueranno a fallire?

Il crollo finanziario di società storiche non è più un’eccezione ma la prova evidente della fragilità strutturale del calcio italiano. Casi come quello del Rimini non rappresentano solo un fallimento gestionale, ma il simbolo di un sistema che da anni tollera debiti cronici, scarsa trasparenza e controlli insufficienti. In Italia, club senza solidità economica continuano a partecipare ai campionati come se nulla fosse, sperando che il pallone copra bilanci disastrati.

La proposta di introdurre un tetto salariale torna puntualmente al centro del dibattito. Sebbene un limite agli stipendi possa arginare spese folli e riequilibrare parzialmente il sistema, da solo non basta. Senza controlli seri, il tetto rischia di diventare una norma aggirabile attraverso accordi indiretti e contratti mascherati. Il problema non è solo quanto si spende, ma come e con quale trasparenza.

Fondamentale è anche la questione delle licenze finanziarie. La Federazione deve adottare criteri più severi prima di autorizzare l’iscrizione ai campionati. Sono necessarie garanzie bancarie concrete, verifiche sui conti e il blocco automatico per le società insolventi. Non è accettabile che club tecnicamente falliti inizino la stagione per poi scomparire a campionato in corso.

Un’altra ferita aperta è la distribuzione dei diritti televisivi. Il divario economico tra i club è diventato insostenibile. Un modello di redistribuzione più equo, sul modello della Bundesliga, offrirebbe stabilità ai club più fragili e renderebbe il campionato più competitivo. Il calcio cresce solo quando la competizione è equilibrata.

Impossibilitata a competere con leghe come la Premier League sul piano finanziario, l’Italia deve investire seriamente nel settore giovanile. Agevolazioni fiscali per i club virtuosi e l’obbligo di destinare parte del bilancio alla formazione dei giovani sono soluzioni concrete e lungimiranti. Crescere talenti è più sostenibile che acquistarli.

Infine, serve una vera disciplina sul debito. Nessun club dovrebbe accumulare perdite infinite senza conseguenze. Audit indipendenti, limitazioni automatiche e sanzioni sportive reali devono diventare la normalità. Senza responsabilità, il sistema è destinato a collassare ciclicamente.

Il calcio italiano è a un bivio: riformarsi strutturalmente o continuare a perdere pezzi della propria storia. Ogni fallimento cancella un simbolo, una passione, un’identità cittadina. Il tempo delle promesse è finito. Senza cambiamenti immediati, il prossimo fallimento è solo questione di tempo.

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