A confirmação veio: o jogo entre Milan e Como não ocorrerá em Perth. A Lega Calcio Serie A anunciou o cancelamento definitivo dos planos de levar a partida para o território australiano.
De acordo com o comunicado oficial emitido pela Lega em conjunto com o governo da Austrália, a iniciativa fracassou devido a riscos financeiros incontroláveis, exigências de aprovação extremamente rígidas e contratempos inesperados. O ponto crítico foram as imposições onerosas feitas pela Confederação Asiática de Futebol (AFC), que tornaram a viabilização do jogo um risco fiscal inaceitável para o governo de Perth e para a própria liga italiana. Ezio Simonelli, presidente da instituição, lamentou o desfecho, classificando-o como um retrocesso na estratégia de crescimento internacional do futebol da Itália.
Com o cancelamento, a questão central passa a ser a definição de quando o confronto acontecerá. A sugestão de jogar na Austrália surgiu porque o estádio San Siro estará indisponível no início de 2026, visto que sediará a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina em 6 de fevereiro. O estádio será interditado para Inter e Milan entre 24 de janeiro e 14 de fevereiro para a montagem dos eventos e a posterior troca do gramado. Como o jogo estava marcado para 8 de fevereiro, a incompatibilidade com a agenda olímpica foi total.
A definição da nova data agora depende indiretamente da Inter de Milão. A opção de inverter os mandos de campo foi descartada. As janelas disponíveis no calendário são os dias 18 e 25 de fevereiro. Se a Inter precisar jogar os playoffs da Champions League e tiver o mando de campo na volta, o Milan enfrenta o Como no dia 18; caso a Inter jogue a partida de ida em casa, o confronto será transferido para o dia 25.
O cronograma milanista para 2026 segue intenso, começando em 2 de janeiro contra o Cagliari e seguindo até o clássico contra a Inter, em 8 de março, com o jogo contra o Como sendo o principal ponto de interrogação no meio desse período.
De acordo com o Ministro do Esporte, Andrea Abodi, houve uma certa precipitação ao se planejar o evento na Austrália sem antes alinhar os detalhes fundamentais com os órgãos que dão a palavra final. Agora que está confirmado que a partida Milan-Como não ocorrerá em Perth, o foco volta para a recuperação deste jogo dentro do calendário doméstico. O ministro afirmou que os fatos se desenrolaram como deveriam e que, embora acompanhe o caso de perto, sabe agir dentro dos limites de sua competência.
Abodi ressaltou que sua função é equilibrar os interesses dos organizadores com os dos torcedores, visto que estes últimos são a peça-chave para a prosperidade do esporte e merecem respeito demonstrado por meio de fatos, e não apenas discursos. Ele admitiu a importância de buscar novas fontes de renda para fortalecer o futebol, mas explicou que as diretrizes rígidas e o desalinhamento com as normas da Federação impediram o uso de árbitros australianos. Mesmo reconhecendo a competência desses profissionais — endossada por Pierluigi Collina —, o ministro defendeu que a essência do campeonato italiano seria prejudicada se não fosse conduzida por árbitros da Itália, considerados por ele os melhores do mundo. Ele ainda acrescentou que o ideal seria ter mais jogadores locais compondo as equipes para preservar a identidade nacional da competição.
È ormai ufficiale: la partita tra Milan e Como non avrà luogo a Perth. La Lega Serie A ha infatti confermato che il piano per disputare l'incontro in Australia è definitivamente tramontato.
Stando a una nota congiunta tra la Lega e le autorità della Western Australia, l'evento è stato annullato a causa di rischi economici insostenibili, requisiti di approvazione troppo gravosi e imprevisti dell'ultimo minuto. Nonostante il rammarico per la conclusione del progetto, il nodo principale è stato rappresentato dalle pesanti condizioni supplementari richieste dalla Confederazione Asiatica (AFC). Soddisfare tali richieste avrebbe comportato pericoli finanziari eccessivi sia per il governo locale australiano che per la Lega stessa. Il presidente Ezio Simonelli ha definito l'epilogo come un'occasione sprecata per il processo di espansione globale del calcio tricolore.
Di conseguenza, il problema principale ora è individuare una nuova data per Milan-Como. L'idea della trasferta australiana era scaturita dall'impossibilità di utilizzare lo stadio Meazza, che nel febbraio 2026 ospiterà la Cerimonia d'Apertura dei Giochi Olimpici Invernali. Nello specifico, l'impianto sarà off-limits dal 24 gennaio al 14 febbraio per consentire l'allestimento delle strutture olimpiche e la successiva risistemazione del manto erboso. Poiché il match era previsto per l'8 febbraio, la concomitanza con le Olimpiadi ha reso impraticabile ogni ipotesi di gioco a Milano in quel periodo.
Attualmente, la programmazione della sfida è incerta e legata ai risultati dell'Inter. È stata esclusa l'inversione di campo tra le due squadre. Le date possibili per il recupero sono il 18 o il 25 febbraio, ma tutto dipenderà dal cammino dei nerazzurri guidati da Chivu in Champions League: se l'Inter dovrà disputare i playoff e se giocherà la gara di ritorno o di andata in casa, la partita del Milan verrà spostata di conseguenza per evitare sovrapposizioni a San Siro.
Il ruolino di marcia del Milan per l'inizio del 2026 prevede impegni serrati tra gennaio e marzo, con la sfida contro il Como che oscillerà tra la metà e la fine di febbraio, culminando nel derby contro l'Inter fissato per l'8 marzo.
Secondo il Ministro dello Sport Andrea Abodi, si è agito con troppa impulsività nel pianificare la trasferta australiana, trascurando di definire prioritariamente i dettagli con i soggetti responsabili della decisione finale. Con l’ufficialità che il match tra Milan e Como non si terrà a Perth, la partita rientra nei confini nazionali in attesa di una nuova collocazione temporale e geografica. Abodi ha osservato come la situazione si sia risolta in modo naturale, sottolineando che, pur essendo un osservatore attento, intende rispettare i limiti del proprio ruolo istituzionale.
Il Ministro ha ribadito che la sua missione non è solo tutelare chi organizza gli eventi, ma soprattutto i sostenitori, i quali rappresentano il motore del calcio. Per Abodi, la considerazione verso il pubblico deve manifestarsi con azioni concrete e non solo con promesse. Sebbene riconosca l'importanza di aumentare il fatturato per sostenere il potenziale finanziario del settore, ha spiegato che le divergenze tra le regole internazionali e quelle della Federazione hanno reso impossibile accettare l'impiego di direttori di gara locali. Nonostante la stima per la professionalità degli arbitri australiani, confermata anche da Collina, il Ministro ha concluso che utilizzare arbitri non italiani avrebbe snaturato l'identità del torneo, che deve rimanere fedele alla propria tradizione di eccellenza, rappresentata dai migliori fischietti al mondo e, idealmente, da un maggior numero di atleti nazionali.


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