Hércules Meneses: Bilhão Giallorosso: A Roma Revela o Mapa da Mina em Pietralata                                                                       

Bilhão Giallorosso: A Roma Revela o Mapa da Mina em Pietralata

 



Roma. A Cidade Eterna. Um lugar onde o passado e o presente colidem em cada esquina. Mas, nos bastidores do poder, um novo colosso está prestes a emergir do solo de Pietralata. Não é apenas um estádio. É um plano bilionário que pode mudar o destino do futebol italiano para sempre. Hoje, vamos mergulhar nos segredos do novo projeto da AS Roma. O custo? Um bilhão e 377 milhões de euros. O objetivo? A glória absoluta.

60.605 lugares. Esse é o número mágico. Mas olhem para este detalhe: a Curva Sud, o coração pulsante da torcida, será um monstro de concreto. Nove metros mais alta que a Curva Nord, capaz de abrigar quase 23 mil vozes. Os projetistas não esqueceram as raízes: cada um dos 22 portões de entrada será batizado com o nome de um dos bairros históricos de Roma. De Trevi a Prati, a história da cidade estará gravada na entrada da arena.

Mas quem paga essa conta? Os números são de tirar o fôlego. O investimento total ultrapassa 1,3 bilhão de euros. Só o estádio em si custará 633 milhões. O restante? Parques gigantescos, três pontes, reforma de estações de metrô e até ciclovias. É uma reforma urbana disfarçada de arena esportiva. E a estratégia financeira é agressiva: 600 milhões em empréstimos bancários, mais de 500 milhões em capital próprio dos donos e um financiamento pesado apenas para cobrir os impostos.

O tempo está correndo. Desde 2021, a família Friedkin já injetou mais de 32 milhões de euros apenas em papelada e projetos. A primeira pedra? Será colocada em 2027. A partir daí, serão 37 meses de obras ininterruptas para que, em 2031, os portões se abram. E quando abrirem, a máquina de fazer dinheiro começará a girar.

A Roma projeta faturar 153 milhões de euros logo no primeiro ano. E não para por aí. Até 2035, esse valor deve saltar para 165 milhões por temporada. Estamos falando de 118 milhões apenas com torcedores comprando ingressos. Museus, bares, lanchonetes e o direito de dar nome ao estádio vão transformar o clube em uma potência financeira. O lucro líquido? 60 milhões de euros limpos, todo ano, para investir em craques.

O acordo é por 90 anos. Quase um século de domínio projetado sobre os terrenos de Pietralata. A Roma está construindo sua fortaleza. O sistema econômico local terá um impacto de mais de 3 bilhões de euros. Mas a pergunta que fica para você, torcedor, é: esse colosso de um bilhão de euros será o suficiente para colocar a Roma de volta no topo da Europa? O futuro está sendo escrito agora, em Pietralata.




Roma. La Città Eterna. Un luogo dove il passato e il presente si scontrano in ogni angolo. Ma, dietro le quinte del potere, un nuovo colosso sta per emergere dal suolo di Pietralata. Non è solo uno stadio. È un piano miliardario che potrebbe cambiare il destino del calcio italiano per sempre. Oggi, ci immergeremo nei segreti del nuovo progetto dell'AS Roma. Il costo? Un miliardo e 377 milioni di euro. L'obiettivo? La gloria assoluta.

60.605 posti. Questo è il numero magico. Ma guardate questo dettaglio: la Curva Sud, il cuore pulsante della tifoseria, sarà un mostro di cemento. Nove metri più alta della Curva Nord, capace di ospitare quasi 23 mila voci. I progettisti non hanno dimenticato le radici: ognuno dei 22 varchi d'ingresso sarà battezzato con il nome di uno dei rioni storici di Roma. Da Trevi a Prati, la storia della città sarà incisa all'ingresso dell'arena.

Ma chi paga il conto? I numeri sono da capogiro. L'investimento totale supera 1,3 miliardi di euro. Solo lo stadio in sé costerà 633 milioni. Il resto? Parchi giganteschi, tre ponti, ristrutturazione di stazioni metro e persino ciclostazioni. È una riqualificazione urbana travestita da arena sportiva. E la strategia finanziaria è aggressiva: 600 milioni in mutui bancari, oltre 500 milioni in capitale proprio dei proprietari e un finanziamento pesante solo per coprire le tasse.

Il tempo scorre. Dal 2021, la famiglia Friedkin ha già iniettato oltre 32 milioni di euro solo in scartoffie e progetti. La prima pietra? Sarà posata nel 2027. Da lì, saranno 37 mesi di lavori ininterrotti affinché, nel 2031, i cancelli si aprano. E quando si apriranno, la macchina da soldi inizierà a girare.

La Roma prevede di incassare 153 milioni di euro già nel primo anno. E non finisce qui. Entro il 2035, questo valore dovrebbe balzare a 165 milioni a stagione. Parliamo di 118 milioni solo dai tifosi che acquistano i biglietti. Musei, bar, ristorazione e i diritti di naming trasformeranno il club in una potenza finanziaria. L'utile netto? 60 milioni di euro puliti, ogni anno, da investire in campioni.

L'accordo è per 90 anni. Quasi un secolo di dominio proiettato sui terreni di Pietralata. La Roma sta costruendo la sua fortezza. Il sistema economico locale avrà un impatto di oltre 3 miliardi di euro. Ma la domanda che rimane per voi, tifosi, è: questo colosso da un miliardo di euro sarà sufficiente per riportare la Roma in cima all'Europa? Il futuro viene scritto ora, a Pietralata.

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