
A pausa da Nations League reacende o debate sobre a presença de jogadores italianos na Serie A. Após as primeiras cinco rodadas da temporada 2026/27, apenas 28,2% dos 454 atletas utilizados são italianos, enquanto 71,8% são estrangeiros — queda em relação aos 30,9% da temporada anterior.
O cenário é particularmente delicado para o futebol italiano. Depois da eliminação na Copa do Mundo de 2026, a seleção nacional foi reorganizada sob o comando de Roberto Mancini e se prepara para os primeiros compromissos da Nations League. Enquanto isso, a Sub-21 de Silvio Baldini luta por uma vaga no Euro de 2027, que será realizado na Albânia e na Sérvia.
A ideia de impor um número mínimo de jogadores italianos na Serie A foi apresentada e recebida com cautela pelo ministro do Esporte Andrea Abodi, mas ainda é apenas uma hipótese. Foi o próprio Baldini quem tocou no tema durante o acampamento da Sub-21: “Não tenho nada contra o Como, mas torci pelo Alvini, porque nosso futebol é representado mais pelo Frosinone do que pelo Como”.
Os números dão razão a Baldini. O Frosinone é a equipe que mais utilizou italianos nas cinco primeiras rodadas, com uma porcentagem de 69,9%. O clube de Alvini também forneceu cinco jogadores à Sub-21: Palmisani, Calbani, Cichella, Fini e Raimondo.
Atrás do Frosinone está o Monza, com 56,8% de italianos utilizados. Entre os atletas dos brianzelos está o jovem de 20 anos Eddy Kouadio, convocado pela primeira vez para a seleção principal na Nations League. A situação muda completamente para o terceiro time promovido: o Venezia utilizou apenas 0,4% de jogadores italianos, com 99,6% dos atletas sendo estrangeiros.
No total, apenas duas das vinte equipes da Serie A utilizaram mais italianos do que estrangeiros: Frosinone e Monza.
Entre as grandes equipes, a Inter e a Roma têm as maiores porcentagens de italianos, com 29,3% e 29%, respectivamente. Os nerazzurri utilizaram 21 atletas nas cinco rodadas, assim como a Roma. A Juventus ficou atrás, com apenas 15,2% de italianos entre os 24 jogadores utilizados. Isso se reflete nas escolhas de escalação: nos jogos contra Sassuolo e Atalanta, a Juventus não colocou nenhum italiano de linha no time titular, com apenas o goleiro sendo o único italiano inicial.
O Milan tem uma porcentagem ainda menor, com 7,7% entre os 21 jogadores utilizados. Apenas o Como faz pior, com 4,5%. O clube lariano havia investido no mercado para aumentar a presença de italianos, contratando entre outros Moise Kean, Samuele Ricci e Mattia Liberali, mas seu uso nas cinco primeiras rodadas continua limitado.
Quanto às convocações para a seleção, a Inter forneceu 3 jogadores a Mancini (Esposito, Bastoni, Barella). A Roma tem dois convocados para a seleção principal: Gianluca Mancini e Daniele Ghilardi, além de Lulli e Pisilli na Sub-21.
La pausa della Nations League riaccende il dibattito sulla presenza dei giocatori italiani in Serie A. Dopo le prime cinque giornate della stagione 2026/27, solo il 28,2% dei 454 calciatori utilizzati è italiano, mentre il 71,8% è straniero — una flessione rispetto al 30,9% della stagione precedente.
Il momento è particolarmente delicato per il calcio italiano. Dopo la mancata qualificazione al Mondiale 2026, la Nazionale è stata riorganizzata sotto la guida di Roberto Mancini e si prepara per i primi impegni della Nations League. Intanto, l’Under 21 di Silvio Baldini combatte per un posto all’Europeo 2027, che si terrà in Albania e Serbia.
L’idea di imporre un numero minimo di giocatori italiani in Serie A è stata presentata e accolta con cautela dal ministro dello Sport Andrea Abodi, ma resta per ora solo un’ipotesi. È stato proprio Baldini a toccare il tema durante il raduno dell’Under 21: “Non ho niente contro il Como, ma ho fatto il tifo per Alvini, perché il nostro calcio è rappresentato più dal Frosinone che dal Como”.
I numeri danno ragione a Baldini. Il Frosinone è la squadra che ha utilizzato più italiani nelle prime cinque giornate, con una percentuale del 69,9%. Il club di Alvini ha inoltre fornito cinque giocatori all’Under 21: Palmisani, Calbani, Cichella, Fini e Raimondo.
Dietro il Frosinone c’è il Monza, con il 56,8% di italiani utilizzati. Tra i giocatori dei brianzoli c’è anche il ventenne Eddy Kouadio, convocato per la prima volta in nazionale maggiore in occasione della Nations League. La situazione cambia completamente per la terza neopromossa: il Venezia ha utilizzato appena lo 0,4% di calciatori italiani, con il 99,6% degli impiegati provenienti dall’estero.
In totale, solo due squadre su ventidue in Serie A hanno utilizzato più italiani che stranieri: Frosinone e Monza.
Tra le big, Inter e Roma hanno le percentuali più alte di italiani, rispettivamente al 29,3% e 29%. I nerazzurri hanno utilizzato 21 calciatori nelle cinque giornate, così come la Roma. La Juventus si è fermata al 15,2% di italiani su 24 calciatori utilizzati. Questo si riflette nelle scelte di formazione: nelle gare contro Sassuolo e Atalanta, la Juventus non ha schierato italiani di movimento dal primo minuto, con l’unico italiano titolare rappresentato dal portiere.
Il Milan ha una percentuale ancora più bassa, al 7,7% su 21 giocatori impiegati. Solo il Como fa peggio, con il 4,5%. Il club lariano aveva investito sul mercato per aumentare la presenza di italiani, acquistando tra gli altri Moise Kean, Samuele Ricci e Mattia Liberali, ma il loro utilizzo nelle prime cinque giornate resta limitato.
Per quanto riguarda le convocazioni in Nazionale, l’Inter ha fornito 3 giocatori a Mancini (Esposito, Bastoni, Barella). La Roma ha due convocati in nazionale maggiore: Gianluca Mancini e Daniele Ghilardi, oltre a Lulli e Pisilli nella Nazionale Under 21.
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