Hércules Meneses: Jovens italianos brilham e dão esperança a Mancini                                                                       

Jovens italianos brilham e dão esperança a Mancini

 

Jovens italianos brilham e dão esperança a Mancini / I giovani italiani che ridanno speranza a Mancini

A reconstrução da Seleção Italiana passa, segundo muitos analistas, por uma aposta firme nos jogadores jovens. Essa ideia já foi repetida muitas vezes ao longo dos anos, mas raramente se traduziu em ações concretas. O Campeonato Italiano (Serie A), historicamente lotado de jogadores estrangeiros, oferecia pouquíssimo espaço para um jovem tentar se destacar. No entanto, o cenário parece estar mudando neste início de temporada. Uma leva de atletas italianos, em sua maioria atuando pelas pontas, está emergindo e oferecendo ao técnico Roberto Mancini opções realmente interessantes para aquela região do campo.

Um dos casos mais notáveis é o de Emanuele Lulli, nascido em 2007. Até poucas semanas atrás, seu nome era praticamente desconhecido do grande público, mas o treinador Gian Piero Gasperini teve a coragem de colocá-lo como titular. O resultado não demorou a aparecer: uma sequência de atuações convincentes, marcadas por intensidade, qualidade técnica e inteligência tática. Outro jogador nascido em 2007 é Alessio Cacciamani, que, além da idade, compartilha com Lulli até o número da camisa. Atua como lateral pelo Torino, vem sendo escalado como titular em todos os jogos e já marcou presença com uma assistência decisiva contra o Sassuolo. Suas qualidades técnicas são do tipo que não passam despercebidas pelas instâncias superiores do futebol.

O terceiro nome dessa lista valiosa é Costantino Favasuli, que pertence ao Nápoles. Embora esteja em uma posição um pouco mais recuada na hierarquia do clube em comparação com seus colegas, é igualmente promissor. Não precisou de muito tempo para provar seu valor: apenas vinte minutos após entrar em campo substituindo Mattias Politano, ele deu a assistência para o gol decisivo de Stanislav Lobotka. E se esses três nomes não fossem suficientes, há ainda Simone Cinquegrano, do Sassuolo, e Nicolò Fortini, também do Torino, ambos em plena fase de ascensão.

Se a esses nomes adicionarmos também Marco Palestra, um jovem que está destinado a se tornar em breve um pilar fundamental da Seleção Italiana, fica evidente que a Itália ainda pode se dar ao luxo de reconstruir sua equipe a partir da base. E a primeira aceleração desse processo pode vir justamente das pontas do campo, onde a nova geração está mostrando que o futuro da Seleção Italiana pode estar mais próximo do que se imagina.



La ricostruzione della Nazionale Italiana può avvenire solo puntando sui giocatori giovani. Questo slogan è stato ripetuto molte volte negli anni, ma raramente ha trovato riscontro concreto nei fatti. Il campionato italiano, la Serie A, storicamente popolato da giocatori stranieri, offriva pochissimo spazio a un ragazzo che volesse emergere. Tuttavia, qualcosa sembra cambiare in questo inizio di stagione. Una serie di giovani italiani, quasi tutti esterni, sta emergendo e offre a Roberto Mancini un ventaglio di opzioni davvero interessante in quella zona di campo.

Uno dei casi più significativi è quello di Emanuele Lulli, classe 2007. Fino a poche settimane fa il suo nome era quasi sconosciuto al grande pubblico, ma l’allenatore Gian Piero Gasperini ha avuto il coraggio di lanciarlo titolare. Il risultato non si è fatto attendere: una serie di prestazioni convincenti, caratterizzate da intensità, qualità tecnica e intelligenza tattica. Un altro classe 2007 è Alessio Cacciamani, che oltre all’età condivide con Lulli anche il numero di maglia. Esterno del Torino, finora sempre titolare, ha già dato un contributo importante con un assist decisivo contro il Sassuolo. Le sue qualità tecniche sono di quelle che non possono sfuggire all’attenzione delle sfere più alte del calcio.

Il terzo nome di questa preziosa lista è Costantino Favasuli, di proprietà del Napoli. Pur trovandosi in una posizione leggermente più arretrata nella gerarchia rispetto ai colleghi, è certamente altrettanto promettente. Gli è bastato poco per dimostrarlo: venti minuti dopo l’ingresso in campo al posto di Mattias Politano, ha fornito l’assist per il gol decisivo di Stanislav Lobotka. E se questi tre non bastassero, ci sono anche Simone Cinquegrano del Sassuolo e Nicolò Fortini del Torino, entrambi in piena rampa di lancio.

Se a questi nomi aggiungiamo anche Marco Palestra, un “baby” destinato a diventare presto un pilastro della Nazionale, ci si rende conto che l’Italia può ancora permettersi di ripartire dai giovani. E la prima spinta può arrivare proprio dalle fasce, dove la nuova generazione sta dimostrando che il futuro della Selezione Italiana potrebbe essere più vicino di quanto si pensi.

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