A vitória do Cagliari sobre o Frosinone por 4 a 1 na Coppa Italia foi uma montanha-russa de emoções, revelando tanto o potencial ofensivo do time quanto suas notáveis fragilidades defensivas. O placar elástico, que garante a vaga nas oitavas de final contra o poderoso Napoli, mascara um primeiro tempo caótico, marcado por erros individuais e uma alarmante falta de organização na defesa.
A partida começou com um pênalti bobo que o Cagliari converteu. A reação gialloblù não veio com consistência, mas com lampejos de talento e, em alguns momentos, de sorte. O time de Cagliari parecia perder o controle do jogo, com saídas de bola equivocadas e uma defesa que titubeava em lances de bola parada, resultando em um empate suado e em um chute na trave do adversário. A lesão de Zappa, um ponto fraco na defesa, aumentou a preocupação sobre a estabilidade do time.
No segundo tempo, a entrada de Matteo Felici foi um ponto de virada crucial. O jovem jogador, que se mostrou imparável, trouxe um dinamismo que o Cagliari não tinha. Sua atuação foi o motor da virada. Ele não só criou o segundo gol, como também marcou o terceiro, demonstrando uma maturidade impressionante e uma capacidade de resolver o jogo por conta própria. Sua performance ofuscou o restante do time e se tornou o principal ponto forte da partida.
A goleada no final pode ter tranquilizado a torcida, mas a atuação oscilante no primeiro tempo serve como um alerta para o técnico do Cagliari. A equipe tem potencial, mas precisa de consistência e de uma defesa mais sólida se quiser competir com adversários de alto nível como o Napoli e a Inter, os próximos desafios. A força ofensiva, com a presença de um talento como Felici, é o ponto a ser explorado, mas a vulnerabilidade defensiva é um problema que precisa ser corrigido urgentemente.
Il Cagliari ha battuto il Frosinone 4-1 in Coppa Italia, avanzando agli ottavi contro il Napoli. Nonostante un primo tempo difficile, la squadra è stata guidata da un grande Matteo Felici, autore di un gol e un assist, che ha ribaltato il risultato. La vittoria, che manda un messaggio a Napoli e Inter, ha evidenziato il potenziale offensivo del Cagliari e il talento del giovane giocatore, superando le iniziali incertezze difensive.
A Udinese conquistou uma vaga nas oitavas de final da Copa da Itália, mas a vitória de 2 a 1 sobre o Palermo, um adversário da segunda divisão, está longe de ser um motivo de comemoração incontestável. Em um curto intervalo de tempo no final do primeiro tempo, o time conseguiu dois gols que pareciam selar a vitória. A jogada de Zaniolo, com seu chute preciso, e a oportunismo de Miller, que aproveitou um rebote, são exemplos de um ataque que sabe aproveitar as poucas chances que surgem. A capacidade de decidir a partida rapidamente é uma virtude que pode ser crucial em competições de mata-mata.
No entanto, a partida também expôs fraquezas preocupantes. O principal ponto fraco foi a falta de controle do jogo e a passividade no segundo tempo. Após abrir 2 a 0, a Udinese recuou de forma perigosa, permitindo que o Palermo tomasse conta da partida. Kamara, ao desperdiçar uma chance clara de gol, sintetiza essa falta de foco e letalidade que poderia ter evitado o drama final. A defesa, que parecia sólida, mostrou-se vulnerável em lances de bola parada, resultando no gol de Peda, que quase levou a partida para os pênaltis.
A resiliência do Palermo, que, mesmo com a desvantagem, lutou até o fim e por pouco não alcançou o empate, é um fator a ser considerado. A equipe siciliana mostrou uma atitude que faltou à Udinese. A vitória, embora importante para a campanha na Copa, serve como um alerta para o treinador e os jogadores. Enfrentar a Juventus nas oitavas de final exigirá uma postura muito mais segura e uma mentalidade diferente, sem a complacência que quase custou a classificação contra o Palermo. A Udinese venceu, mas o desempenho levanta mais perguntas do que respostas.
L'Udinese supera il Palermo per 2-1 nella Coppa Italia, ma la vittoria è sofferta. Dopo aver segnato due gol in cinque minuti nel primo tempo con Zaniolo e Miller, la squadra ha rallentato, concedendo al Palermo un gol di Peda nel finale. La vittoria assicura l'accesso agli ottavi di finale, dove affronterà la Juventus.
A vitória por 3 a 0 do Milan sobre o Lecce na Coppa Italia foi uma prova de força dos rossoneri e, ao mesmo tempo, um retrato da fragilidade do adversário. O time de Allegri, mesmo com um elenco misto, mostrou um desempenho sólido e controlou o jogo do início ao fim. A expulsão de Siebert no primeiro tempo facilitou a tarefa, mas o Milan já mostrava superioridade antes mesmo do incidente. O ataque, com a dupla Nkunku e Gimenez, funcionou bem, com o francês se redimindo de um erro inicial e mostrando sua qualidade com um golaço de voleio. A entrada de Pulisic no segundo tempo acrescentou ainda mais perigo ao ataque, reforçando a profundidade do elenco milanista.
Apesar da goleada, é importante notar que a equipe ainda precisa de mais precisão. A quantidade de bolas na trave — três no total — aponta para uma falta de "maldade" na finalização, como destacado na atuação de Loftus-Cheek. Por outro lado, a defesa, com atuações seguras de Tomori e Pavlovic, não foi testada, o que dificulta uma análise mais aprofundada. O Lecce, por sua vez, demonstrou sérios problemas em todas as áreas do campo. O ataque não conseguiu acionar o seu único jogador de destaque, e a defesa se desorganizou completamente. A equipe terá que encontrar soluções urgentes para evitar uma crise no campeonato italiano.
Em suma, a partida serviu como um termômetro positivo para o Milan, que mostrou que seu bom momento no campeonato se estende à copa. O time é forte, tem profundidade e uma dupla de ataque promissora. Já para o Lecce, a derrota escancarou as dificuldades que a equipe vem enfrentando, exigindo uma rápida reação para que a temporada não seja comprometida.
Il Milan batte il Lecce 3-0 in Coppa Italia. La squadra di Allegri, guidata da Nkunku (autore di un gol spettacolare) e Gimenez, ha dominato la partita, facilitata dall'espulsione di Siebert. Il Lecce ha mostrato grandi difficoltà e fragilità in difesa. I rossoneri si qualificano per gli ottavi di finale, mentre il Lecce esce dalla competizione.
Após um 2 a 2 no tempo regulamentar, a vitória do Parma sobre o Spezia, conquistada nos pênaltis; revela mais sobre a persistência dos gialloblù do que sobre uma superioridade técnica absoluta. O time da casa mostrou um início de partida promissor e foi premiado com o gol de Britschgi, mas a incapacidade de manter a vantagem, mesmo com o placar a seu favor, expôs uma vulnerabilidade defensiva que quase custou a classificação. Os erros de posicionamento e a falta de controle emocional, exemplificada pela expulsão de Plicco, são pontos fracos que o técnico Cuesta precisará corrigir se o clube quiser avançar em etapas mais competitivas.
Por outro lado, o Spezia, apesar de ter chegado ao empate e de ter aproveitado a vantagem numérica, pecou pela falta de precisão na hora crucial. A combinação Lapadula-Comotto, que resultou no segundo gol do Spezia, demonstrou o potencial ofensivo da equipe, mas a inconstância no ataque e, principalmente, a falta de frieza nos pênaltis foram os pontos que pesaram. A derrota de D'Angelo é um golpe duro, especialmente para um time que lutou para voltar ao jogo. Os erros de Soleri e Lapadula nos pênaltis não foram mero acaso, mas a culminação de uma pressão que os jogadores do Spezia não souberam suportar. Em resumo, foi um jogo de dois tempos distintos, onde o Parma soube ser resiliente e o Spezia, por sua vez, foi ineficaz no momento decisivo. Até a quarta rodada da Série B, o Spezia ainda não conquistou nenhuma vitória, mas esteve muito perto de superar um adversário da Série A, evidenciando que o Parma não tem mostrado um futebol condizente com a elite italiana.
Il Parma ha sconfitto lo Spezia ai calci di rigore per 5-3 dopo un pareggio 2-2 nei tempi regolamentari. Nonostante l'espulsione di Plicco, i ducali sono riusciti a resistere e a prevalere, avanzando agli ottavi di finale della Coppa Italia dove affronteranno il Bologna.
O Estádio Marcantonio Bentegodi foi palco de um confronto épico na Copa da Itália, onde o Venezia superou o Verona em uma tensa disputa de pênaltis, garantindo sua passagem para as oitavas de final e um histórico encontro com a gigante Inter de Milão. A partida, que opôs os dois rivais da região do Vêneto, foi um verdadeiro duelo de estratégias e emoções, que só foi resolvido após um impasse de 90 minutos de jogo, sem gols.
O primeiro tempo foi marcado por um cenário de contenção tática. O Verona, jogando diante de sua torcida, tentou ditar o ritmo com a posse de bola, mas a defesa do Venezia, bem postada, não permitiu que o domínio se traduzisse em perigo real. A ineficácia ofensiva do Verona foi evidente, com o time de Zanetti pecando na finalização e na criação de jogadas. O Venezia, por sua vez, demonstrou uma abordagem mais pragmática, apostando nos contra-ataques para tentar surpreender o adversário. Essa tática mostrou-se mais perigosa, e os lagunari foram os únicos a realmente assustar, com jogadas velozes no ataque.
A segunda metade do jogo começou com uma pausa dramática. Uma forte tempestade de granizo forçou o árbitro a suspender a partida por cerca de vinte minutos, algo raro no futebol de alto nível. Após o reinício, o panorama do jogo mudou ligeiramente, com o Venezia se tornando mais ofensivo. O recém-chegado Sagrado, em um lance de brilho individual, acertou a trave, provando que o time de Stroppa estava mais perto de abrir o placar. O jogo, então, se tornou um embate de nervos, com as equipes se fechando defensivamente e as penalidades se tornando inevitável.
Na decisão por pênaltis, a superioridade mental do Venezia foi inquestionável. Enquanto todos os jogadores do time arancioneroverdi converteram suas cobranças com frieza, o Verona sucumbiu à pressão. O zagueiro Ebosse foi o primeiro a desperdiçar sua chance, abrindo caminho para a vitória do Venezia. A celebração dos jogadores e da torcida, que viajaram para o estádio rival, foi a prova de que a vitória teve um sabor especial, não apenas pela classificação, mas pela superação de um adversário local. A trajetória do Venezia na Copa da Itália continua, e o time, que está no segundo escalão do futebol italiano, agora se prepara para um dos maiores palcos do futebol europeu, San Siro, para enfrentar a poderosa Inter de Milão. Enfim, um clube da Série B conseguiu superar um adversário da Série A. A competição terá um representante da segunda divisão nas oitavas de final.
Il Venezia batte il Verona ai rigori nel derby veneto di Coppa Italia dopo un pareggio 0-0. La partita, interrotta per grandine, è stata tattica e ha visto il Venezia prevalere nella lotteria finale, raggiungendo l'Inter negli ottavi di finale a San Siro. Eliminato il Verona.
A noite de Copa da Itália no Stadio Giuseppe Sinigaglia foi um marco para o Como, que não apenas venceu, mas também dominou o Sassuolo, avançando para a próxima fase com uma vitória categórica por 3 a 0. O confronto, que muitos esperavam ser equilibrado, se transformou em uma aula de eficiência e tática do time da casa, comandado pelo técnico Fabregas. A ascensão do Como, que subiu de divisão e agora se mostra competitivo contra equipes de elite, contrasta drasticamente com a aparente crise que atinge o Sassuolo.
O jogo foi decidido nos primeiros 45 minutos. O Como não perdeu tempo, com Jesus Rodriguez abrindo o placar logo aos 2 minutos, aproveitando uma assistência perfeita de Douvikas. O gol cedo desestabilizou o Sassuolo, que não conseguiu se encontrar em campo. O time do Como continuou a pressionar e, aos 24 minutos, Douvikas, que já havia participado do primeiro gol, marcou o segundo após uma jogada de Baturina. A inércia do Sassuolo permitiu que Jesus Rodriguez selasse a vitória ainda no primeiro tempo, com seu segundo gol aos 41 minutos.
A segunda etapa foi um mero protocolo. A equipe de Fabregas, com a vantagem de três gols, recuou e controlou o ritmo, mostrando uma solidez defensiva que o Sassuolo não conseguiu quebrar. A vitória do Como é um feito notável, que reafirma a ambição do clube e o coloca em uma posição de destaque para o confronto das oitavas de final contra a Fiorentina.
Em contrapartida, a eliminação precoce do Sassuolo na Copa Itália é um sinal de alerta para a temporada. O time demonstrou uma total falta de coesão, tanto na defesa quanto no ataque. A apatia em campo e a incapacidade de reagir a um placar adverso sugerem problemas mais profundos. A derrota não é apenas um resultado negativo, mas um indício de que a equipe precisa de mudanças urgentes, seja no esquema tático ou na mentalidade dos jogadores, para evitar um desempenho decepcionante no restante da temporada.
Il Como ha battuto il Sassuolo per 3-0 in Coppa Italia con una prestazione dominante nel primo tempo. I gol di Jesus Rodriguez (doppietta) e Douvikas hanno assicurato una vittoria schiacciante, evidenziando la forza del Como e la debolezza del Sassuolo. Il Como avanza agli ottavi per affrontare la Fiorentina, mentre il Sassuolo viene eliminato.
A noite no Marassi pela Copa da Itália foi carregada de drama e emoção, mas terminou com a festa rossoblù. O Genoa avançou para as oitavas de final após vencer o Empoli por 3 a 1, em uma partida que ofereceu muito mais do que o placar final sugere. Foi um espetáculo que celebrou a ascensão de jovens talentos e a paixão por um torneio que, para o Genoa, claramente vale o esforço.
Os minutos iniciais já trouxeram um toque de novela ao campo: os irmãos Valentin Carboni (Genoa) e Franco Carboni (Empoli) travaram um duelo eletrizante na lateral, cada um defendendo seu lado com garra. Contudo, a emoção veio do lado toscano, quando Saporiti abriu o placar com uma cobrança de falta que explorou um erro de posicionamento na barreira do goleiro Leali. O silêncio momentâneo da torcida deu lugar a um rugido quando, três minutos depois, Frendrup empatou, mostrando a capacidade de reação imediata da equipe da casa.
O intervalo trouxe a cartada de mestre do técnico Vieira. O "apagão" de Colombo na frente de ataque foi trocado pela energia vibrante do jovem Venturino. E a mudança foi mágica! Aos 56 minutos, Venturino, com um toque preciso, serviu Marcandalli, que voou para cabecear a bola para o fundo da rede, virando o jogo para 2 a 1. Aquele gol foi um golpe fatal para o Empoli, que desmoronou em campo.
A certeza da vitória veio dos pés de outro talento Sub-21, Ekhator, que substituiu o atacante que estava em baixa e, aos 83 minutos, selou o placar em 3 a 1. A vibração do Marassi era palpável, não apenas pela vitória, mas pela confirmação de que o futuro do Genoa é promissor. O Empoli, que viu sua jornada na Copa ser encerrada de forma amarga, agora tem um espinho cravado em sua temporada. Já o Genoa, eleve um pouco a confiança e acredita que a juventude é o seu trunfo mais precioso.
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