A primeira noite da Roma na Liga Europa foi um roteiro digno de cinema. O início, morno e sem grandes emoções, deu lugar a uma explosão de adrenalina e a uma reviravolta que fez os corações dos torcedores giallorossi acelerarem. Em um duelo tenso contra o Nice na França, a equipe de Gian Piero Gasperini mostrou duas faces: a de um time que pode dominar o adversário e a de uma equipe que ainda tem muito a aprender.
O silêncio do primeiro tempo foi quebrado apenas por um breve momento de alegria com o gol de Gianluca Mancini, que, para a frustração dos jogadores e da torcida, foi anulado por impedimento. Mas a Roma de verdade só apareceu na segunda etapa, e a mudança teve nome e sobrenome: Lorenzo Pellegrini. A entrada do capitão transformou a dinâmica do jogo, injetando uma energia que contagiou o ataque e desorganizou a defesa do Nice.
E foi de seus pés que a mágica aconteceu. Em um escanteio, um dos lances mais importantes do futebol, Pellegrini cobrou com maestria, e o zagueiro Evan Ndicka, com a frieza de um atacante, mandou a bola para o fundo do gol. Era o grito de gol que os torcedores esperavam, mas a festa não parou por aí. Três minutos depois, foi a vez de outro defensor, Gianluca Mancini, brilhar. Com um movimento preciso e um chute rasteiro, ele garantiu o segundo gol da equipe, levando a vantagem para 2 a 0 e fazendo a torcida sonhar.
Mas o final da partida guardava uma emoção extra. Um erro juvenil de Riccardo Pisilli resultou em um pênalti para o Nice, que foi convertido por Moffi. O gol, que parecia improvável, deu um novo fôlego ao adversário e transformou os minutos finais em um verdadeiro sufoco para a Roma. A defesa teve que se desdobrar, mostrando o lado vulnerável de uma equipe que ainda busca a perfeição. Mas a Roma resistiu, e o apito final foi um alívio e uma celebração da vitória. A noite em Nice, cheia de reviravoltas, mostrou que a Roma de Gasperini tem a capacidade de vencer, mas que cada passo na Europa será uma jornada de superação e aprendizado.
La Roma di Gasperini ha iniziato la sua campagna in Europa League con una vittoria per 2-1 sul Nizza. Dopo un primo tempo senza reti, i giallorossi hanno segnato nella ripresa con i difensori Ndicka e Mancini, su assist di Pellegrini e Tsimikas. La squadra ha poi subito un rigore realizzato da Moffi, ma è riuscita a mantenere il vantaggio fino alla fine, assicurandosi tre punti preziosi.
A estreia do Bologna na Liga Europa contra o Aston Villa foi um misto de esperança e frustração. A derrota por 1 a 0 na Inglaterra expôs uma clara dicotomia na performance da equipe de Vincenzo Italiano. Por um lado, o ponto forte inegável foi a atuação monumental do goleiro Skorupski, uma verdadeira muralha que manteve o rossoblù vivo. Suas defesas cruciais no primeiro tempo, somadas ao pênalti defendido contra Watkins, atestam seu papel vital em limitar o placar.
No entanto, os pontos fracos do Bologna foram evidentes e preocupantes, especialmente no setor ofensivo. A equipe começou o jogo apática, permitindo que o Aston Villa impusesse um ritmo alto e abrisse o placar com facilidade através do eficiente McGinn. Faltou à equipe italiana capacidade de resposta tática e intensidade nos duelos iniciais. A lentidão e a indecisão de jogadores-chave, como Bernardeschi e Odgaard, comprometeram a transição e a criação de jogadas. Bernardeschi, em particular, mostrou-se desconectado do ritmo da partida, uma falha crítica em jogos europeus de alta intensidade.
O meio-campo, apesar de ter tentado se reorganizar na segunda etapa, foi dominado pela superioridade física e técnica da dupla McGinn e Kamara do Villa. Essa carência no centro do campo impediu o Bologna de ter controle efetivo da posse e ditar o ritmo, forçando a equipe a reagir em vez de propor o jogo.
A frustração ofensiva atingiu o clímax com Castro, que lutou bravamente contra a defesa inglesa, mas pecou na finalização. O atacante, que perdeu oportunidades importantes antes de acertar a trave nos minutos finais, personifica a falta de precisão da equipe no terço final do campo. A jogada no final, parada pela trave e por uma defesa brilhante de Bizot, encapsula a noite: o Bologna quase reagiu, mas a falta de qualidade final foi o preço da derrota. A equipe de Italiano precisa urgentemente encontrar a agressividade e a agressividade ofensiva para pontuar na Europa.
E o que torna tudo ainda mais doloroso é que essa derrota representa uma verdadeira vergonha e tristeza para os torcedores: o Bologna não conseguiu superar um adversário que, após cinco rodadas do campeonato inglês, sequer havia vencido uma única partida. Pesa ainda mais a responsabilidade do treinador Vincenzo Italiano, que cometeu o erro grave de deixar jogadores importantes como Riccardo Orsolini, Emil Holm, Giovanni Fabian e Dallinga no banco de reservas e os colocou no segundo tempo, enquanto apostou em titulares que estão longe de sua melhor forma, casos como Bernardeschi. A Liga Europa é uma competição de prestígio e exige respeito: entrar em campo com força máxima é obrigação, e não opção. O técnico precisa entender que só com a utilização dos melhores atletas à disposição o Bologna poderá ser competitivo e dar à torcida o protagonismo europeu e a esperança que ela merece.
L’esordio del Bologna in Europa League contro l’Aston Villa si è trasformato in un misto di speranza e delusione. Nonostante le parate decisive di Skorupski, protagonista assoluto con un rigore neutralizzato a Watkins, i rossoblù hanno mostrato limiti preoccupanti, soprattutto in fase offensiva. La squadra di Vincenzo Italiano è partita con poca intensità, subendo subito la rete di McGinn e faticando a reagire, condizionata anche dalle prove opache di Bernardeschi e Odgaard.
Il centrocampo è stato sovrastato dalla fisicità e dalla qualità del Villa, mentre in attacco Castro ha incarnato l’imprecisione della squadra, sprecando occasioni e colpendo un palo nel finale. A rendere la sconfitta ancora più amara è il contesto: l’Aston Villa arrivava al match senza vittorie dopo cinque giornate di Premier League. Inoltre, Italiano ha aggravato la situazione lasciando inizialmente in panchina elementi chiave come Orsolini, Holm, Fabian e Dallinga, preferendo giocatori lontani dalla forma migliore. L’Europa League è una competizione di prestigio e va affrontata con i migliori uomini: solo così il Bologna potrà essere competitivo e offrire ai tifosi l’ambizione europea che meritano
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