O Estádio Olímpico foi palco de um evento que desafia a estatística e a memória do futebol europeu. A partida entre Roma e Lille, pela Liga Europa, culminou em uma sequência de eventos no mínimo caótica, com os Giallorossi desperdiçando três cobranças de pênalti consecutivas na marca dos 80 minutos. O desfecho, um empate jogado fora e uma derrota garantida, lança um holofote sobre a rigidez das regras e a fragilidade emocional sob pressão.
O incidente começou com a marcação de um pênalti por toque de mão. Dovbyk foi à marca, mas teve seu chute defendido pelo goleiro Ozer. O árbitro Lambrechts, porém, foi preciso: a repetição foi necessária devido à invasão da área por um jogador do Lille. Em um momento que já era raro, Dovbyk repetiu a cobrança, escolheu o mesmo canto, e Ozer, em mais um lance de heroísmo, defendeu novamente.
O clímax veio na sequência. Lambrechts, novamente, apontou para a marca, alegando que o goleiro Ozer havia se adiantado, não mantendo os pés na linha do gol. Duas repetições em um único pênalti por razões distintas e consecutivas é algo virtualmente inédito em competições de elite. A troca de cobrador para Soulé demonstrou a pressão psicológica que se abateu sobre o time. O argentino, contudo, também falhou.
O renomado jornalista Alfredo Pedullà buscou na história um paralelo para o triplo desperdício, lembrando um caso da Serie A 1983/84. Naquela ocasião, a Lazio fracassou de forma semelhante contra o Napoli, perdendo dois pênaltis com Bruno Giordano (defendidos) e um terceiro com Vincenzo D'Amico (chutado para fora). A diferença crucial, contudo, é que a Roma se beneficiou de falhas regulamentares do adversário para ter múltiplas chances no mesmo pênalti.
Este evento no Olímpico não é apenas uma anedota bizarra; é um reflexo do aumento da rigidez na aplicação das regras após a introdução do VAR. A tecnologia permite que infrações antes ignoradas, como o adiantamento mínimo do goleiro ou a invasão de jogadores, sejam punidas, garantindo a integridade do lance. A Novidade, no entanto, é a repetição em série.
O desempenho da Roma nas três tentativas levanta questões sérias sobre o treinamento psicológico e a hierarquia de cobradores da equipe em momentos de alta tensão na Liga Europa. A equipe perdeu uma oportunidade de ouro para se consolidar na liderança do grupo, e a memória desta noite certamente pairará sobre o clube nas próximas rodadas. Se continuar sofrendo para obter vitórias ou evitar derrotas (como ocorreu diante do time francês), estará onge de disputar um título.
Lo Stadio Olimpico è stato teatro di un evento straordinario durante Roma-Lille in Europa League, caratterizzato da un caos senza precedenti: tre rigori consecutivi sbagliati dai Giallorossi intorno all’80°. Il pareggio sfumato e la sconfitta finale evidenziano la rigidità delle regole e la fragilità emotiva sotto pressione. Il primo rigore, assegnato per un fallo di mano, è stato parato dal portiere Ozer, ma ripetuto per un’invasione di un giocatore del Lille. Dovbyk, al secondo tentativo, ha fallito nuovamente. Un terzo rigore, concesso per un movimento anticipato di Ozer, è stato calciato da Soulé, che ha anch’egli sbagliato. Questo triplo errore, raro nelle competizioni d’élite, richiama un episodio simile della Lazio nel 1983/84. L’uso del VAR ha intensificato l’applicazione delle regole, punendo infrazioni minime. La prestazione della Roma solleva dubbi sulla preparazione psicologica e la gestione dei rigoristi, mettendo a rischio le ambizioni di leadership nel girone.
A Liga Europa segue sendo um palco de aprendizado e frustração não só para o Bologna, como também, para outras equipes que representam o futebol italiano. O empate em 1 a 1 contra o Freiburg, na segunda rodada da fase de grupos, no Estádio Renato Dall'Ara, reforça a dificuldade histórica do clube em conquistar sua primeira vitória na competição sob o novo formato. Este resultado ecoa a pressão sobre o técnico Vincenzo Italiano para traduzir o bom momento na Série A em sucesso europeu. O problema é o elenco que é muito limitado ou no comando técnico do grupo? Lamentável como os rossoblù não estão conseguindo fazer uma boa campanha na Europa League.
O jogo começou com o Bologna determinado a quebrar o tabu. Aos 30 minutos, a equipe rossoblù fez a sua parte com o artilheiro Riccardo Orsolini, que mostrou oportunismo ao aproveitar um rebote do goleiro Atubolu. O gol deu a impressão de que o Bologna finalmente controlaria a partida. Orsolini, com seu faro de gol, tem sido a principal arma ofensiva do Bologna.
No entanto, o contexto histórico se impôs na segunda etapa. O time de Italiano não conseguiu manter a intensidade e o controle tático. A substituição do Freiburg, com a entrada do veloz Scherhant, desmantelou o lado esquerdo da defesa do Bologna, expondo a dificuldade do sistema em lidar com a velocidade e a imprevisibilidade adversária.
O ponto de virada veio aos 57 minutos. Um erro de Castro, que cometeu um pênalti por toque de mão, selou o empate, convertido por Adamu. Este lance é emblemático das fragilidades táticas que o time ainda apresenta em momentos de pressão. A incapacidade de Ferguson em dominar o meio-campo, aliada à desorganização defensiva, permitiu que o Freiburg criasse oportunidades contínuas.
Apesar dos tropeços da defesa e do meio-campo, a performance de Lukasz Skorupski merece destaque. O goleiro polonês realizou diversas defesas cruciais, salvando o Bologna de uma derrota em casa. Sua atuação é um pilar de estabilidade no sistema rossoblù e fundamental para as ambições europeias do clube. No entanto, o adiamento da primeira vitória na Liga Europa mantém os holofotes sobre o treinador Italiano, que precisa garantir que sua equipe demonstre a mesma consistência tática e mental em competições internacionais que exibe no campeonato italiano. A próxima rodada será decisiva para as chances de classificação do Bologna e para o fim da seca de vitórias na Europa.
Il Bologna ha pareggiato 1-1 in casa contro il Freiburg in Europa League, non riuscendo ancora a ottenere la prima vittoria. Orsolini ha aperto le marcature, ma Adamu ha pareggiato su rigore per fallo di mano di Castro. Skorupski è stato decisivo, salvando il risultato. La squadra di Italiano mostra potenziale offensivo ma deve migliorare la stabilità e la gestione del gioco in campo internazionale.
A Fiorentina deu o passo inicial na sua jornada pela Conference League 2025/2026 com uma vitória de 2 a 0 sobre o Sigma Olomouc. O resultado, conquistado no Estádio Artemio Franchi, garantiu os primeiros três pontos, mas a partida revelou um desempenho que contrasta com o status de favorito que o clube viola carrega na competição, ao lado de equipes como Crystal Palace e Strasbourg. O alívio pela vitória, contudo, não apaga as dificuldades táticas enfrentadas pela equipe, especialmente no primeiro tempo.
O confronto começou com o Sigma Olomouc demonstrando maior ímpeto. O time tcheco explorou a lentidão da Fiorentina, que parecia sentir o peso das recentes atuações na Serie A. A pressão se manifestou em uma clara oportunidade de gol para Tkac, forçando o goleiro David de Gea a realizar uma defesa crucial que impediu o placar de ser inaugurado a favor dos visitantes. Esta intervenção de De Gea, eleito um dos melhores em campo, sublinha a dependência do setor defensivo viola em seu goleiro para manter a solidez.
A reação da Fiorentina veio aos 27 minutos. Em um momento de maior organização ofensiva, o jovem Ndour executou um cruzamento preciso que encontrou a cabeça de Piccoli. O atacante, com faro de gol, marcou o primeiro, dando um fôlego ao time e ao técnico Stefano Pioli. O gol impulsionou a viola, que quase ampliaram com Piccoli e, mais notavelmente, com Ranieri, que acertou o travessão, indicando que a inconstância ofensiva ainda é uma marca da equipe.
No segundo tempo, a situação se manteve tensa. A dupla Dzeko-Piccoli ainda não encontrou a química ideal, e a queda de produção de Dzeko, que perdeu duas bolas capitais, permitiu ao Sigma pressionar novamente. De Gea precisou intervir mais uma vez, defendendo um chute de Kostadinov. O alívio só veio nos acréscimos, quando Ndour, decisivo, marcou um belíssimo gol, garantindo a vitória por 2 a 0 e refletindo um resultado mais folgado do que o desempenho real em campo. A Fiorentina precisa de um desempenho mais consistente se quiser cumprir o contexto histórico de ser um clube de tradição europeia e avançar com tranquilidade na competição.
La Fiorentina batte il Sigma Olomouc 2-0 nella prima di Conference League. Nonostante un inizio difficile e un Sigma pericoloso (Tkac e Kostadinov fermati da un grande De Gea), i viola vincono con i gol di Piccoli (su assist di Ndour) e di Ndour stesso al 95'. I primi tre punti allontanano le critiche su Pioli, ma la squadra deve migliorare la consistenza in attacco.
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