O Bologna conquistou uma vitória crucial de 2 a 1 sobre o Steaua Bucareste, somando seus primeiros três pontos na Liga Europa.
O início avassalador do Bologna foi a chave para a vitória. O time entrou em campo com foco e intensidade, resolvendo a partida rapidamente ao abrir 2 a 0 em apenas 12 minutos. Essa blitz inicial, materializada pelos gols de Odgaard e Dallinga, mostrou a eficácia ofensiva e a determinação em impor o ritmo desde o apito inicial. A recuperação de bola no meio-campo por Freuler e a rápida transição para o ataque exemplificaram a excelência tática.
A atuação individual de alguns jogadores foi notável e decisiva. O atacante Dallinga, com uma assistência e um gol, foi o motor ofensivo do time, mostrando-se um atacante completo e letal. Sua participação direta nos dois gols iniciais cimenta sua posição como peça central no esquema tático.
Outro pilar da vitória foi o goleiro polonês Skorupski. Suas quatro defesas espetaculares no final do primeiro tempo foram um verdadeiro "cofre", impedindo que o Steaua empatasse o jogo em um momento de pressão máxima. Sua performance foi vital para preservar a vantagem e garantir que o susto romeno não se transformasse em uma tragédia.
A capacidade do time de reagir e manter a calma após a substituição de Lykogiannis no primeiro tempo e a pressão adversária no segundo é um fator positivo. Apesar de ter diminuído o ritmo, a equipe conseguiu segurar a vantagem até o fim, mostrando maturidade e gestão do resultado em campo.
A vitória coloca o Bologna com 4 pontos na tabela, reabrindo a disputa por uma vaga na próxima fase, após a derrota inicial para o Aston Villa e o empate com o Freiburg. Este resultado é um passo fundamental para o objetivo de avançar na competição europeia, mudando o panorama do grupo.
O principal ponto fraco foi a queda de intensidade do Bologna no segundo tempo. Após um início fulminante, a equipe permitiu que o Steaua crescesse e marcasse o gol de honra, expondo falhas defensivas, como a desconcentração de Lucumi no lance do gol romeno. A falta de foco após o intervalo é um erro que pode custar caro contra adversários mais fortes.
A atitude egoísta de Orsolini no lance em que desperdiçou a chance do 3 a 0 é um fator a ser criticado. O jogador buscou a finalização individual quando Dallinga estava em posição clara de marcar, o que poderia ter liquidado o jogo precocemente e poupado o time da pressão posterior. Essa "sede de glória pessoal" precisa ser controlada em prol do coletivo.
A gestão do resultado, embora tenha sido eficaz no final, revelou momentos de fragilidade desnecessária. A incapacidade de ampliar a vantagem e a dependência das defesas de Skorupski no primeiro tempo, além da intervenção da trave no final, sugerem que a vitória poderia ter sido mais confortável se a superioridade inicial tivesse sido mantida por mais tempo.
A vulnerabilidade defensiva no gol sofrido, com Lucumi sendo superado em velocidade por Birligea, aponta para uma necessidade de maior atenção e solidez na área. Este tipo de cochilo defensivo contra equipes de maior calibre pode ser fatal em jogos eliminatórios.
A ausência do técnico Vincenzo Italiano, mesmo que bem substituída por Niccolini, é sempre um ponto de preocupação. A conexão remota, apesar de tecnológica, não substitui a presença física e a tomada de decisões imediatas no calor do banco de reservas, o que pode influenciar a capacidade de ajustar o time durante o jogo.
Il Bologna ha vinto 2-1 contro la Steaua Bucarest in Europa League, nonostante l'assenza del tecnico Vincenzo Italiano (ricoverato). La squadra, guidata in panchina dal vice Niccolini, ha dominato il primo tempo con i gol di Odgaard e Dallinga, ma ha sofferto dopo il 2-1 romeno. Le parate decisive di Skorupski sono state cruciali. Con questa prima vittoria, il Bologna sale a 4 punti nel girone.
A UEFA Conference League 2025/2026 está se tornando o palco ideal para a Fiorentina buscar afirmação e construir a confiança necessária para o restante da temporada. A goleada de 3 a 0 sobre o Rapid Viena, na segunda rodada, não apenas garantiu ao clube Viola a pontuação máxima na liderança do grupo, como também serviu para endossar a estratégia de rodízio do técnico Stefano Pioli e reafirmar a força do seu setor ofensivo. A vitória, construída com autoridade, é um indicativo claro de que, mesmo sob a pressão por resultados, o planejamento tático do clube está surtindo efeito em solo europeu.
Apesar da necessidade de vitórias, Pioli demonstrou inteligência ao promover um "mini-rodízio", integrando peças como Viti, Dzeko, Piccoli e Fortini. Essa rotação não comprometeu o ímpeto da equipe; pelo contrário, injetou sangue novo e motivação em jogadores que buscam seu espaço. O domínio da Fiorentina foi estabelecido logo no início. A dupla chance de gol criada por Viti e Dzeko aos quatro minutos foi um prenúncio do que estava por vir. O gol inaugural, aos nove minutos, marcado pelo promissor Ndour, sintetiza o estado de espírito da equipe: oportunismo e aproveitamento máximo dos erros do adversário. O jovem meio-campista, que já é considerado um pilar da Seleção Italiana Sub-21, demonstra uma ascensão meteórica, com maturidade nas escolhas e capacidade de finalização.
O controle Viola se manteve total e inquestionável. Embora o Rapid Viena tentasse alguma reação, o meio-campo da Fiorentina, com a elegância de Fortini pela direita, atuou como um muro e uma plataforma de lançamento. Fortini, que deu a assistência crucial para o segundo gol, trocando de faixa com Parisi, demonstra a versatilidade tática que Pioli valoriza, provando ser uma aquisição acertada da última janela de transferências, com a experiência adquirida na Série B.
O segundo tempo eliminou qualquer dúvida sobre o vencedor. O experiente Edin Dzeko, que recebeu mais uma chance como titular na Conference League, não perdoou. Aos 49 minutos, o atacante bósnio converteu a assistência de Fortini em gol, um chute preciso que colocou o placar em 2 a 0 e encerrou a fase de maior resistência do Rapid Viena. O gol de Dzeko é um lembrete de que a experiência e a frieza de um grande atacante são ativos inestimáveis, especialmente em momentos de definição.
O único momento de tensão para a Fiorentina veio aos 65 minutos, quando o goleiro de Gea precisou fazer uma defesa salvadora em uma finalização de Seidl, evitando o que seria o gol de honra e uma potencial reação do time austríaco. A resposta tática de Pioli foi imediata, com substituições que visavam manter o ritmo e a solidez. A mudança se mostrou acertada: no final da partida, aos 88 minutos, o recém-entrado Kouadio fez uma jogada individual brilhante, culminando na assistência para o terceiro gol, marcado por Gudmundsson, selando a goleada de 3 a 0.
Em contraste com a performance convincente da Fiorentina, a atuação do Rapid Viena foi marcada por uma fragilidade defensiva gritante. O goleiro Hedl, com uma noite para se esquecer, foi o símbolo de um time que cedeu facilmente à pressão. A derrota, a segunda consecutiva na competição, deixa o clube austríaco na lanterna do grupo, com zero ponto, evidenciando uma necessidade urgente de reavaliação tática e anímica para o restante do torneio. A Fiorentina, por sua vez, segue em ritmo de cruzeiro na Conference League, utilizando a competição para consolidar seu elenco e mostrar à Europa que é um forte candidato ao título.
La Fiorentina domina il Rapid Vienna vincendo 3-0 in Conference League, salendo a punteggio pieno. I gol sono stati segnati da Ndour (dopo un errore di Hedl), Dzeko e Gudmundsson. La squadra di Pioli ha mostrato un grande controllo e il successo conferma il buon momento Viola in Europa.
O revés de 2 a 1 em casa para o Viktoria Plzen não é apenas mais uma derrota na jornada da Roma pela Liga Europa; é um sintoma alarmante da crise tática e mental que assola os Giallorossi sob o comando de Gasperini neste torneio. O time demonstrou uma incapacidade crônica de traduzir a posse de bola em ameaças reais, caindo em uma armadilha previsível.
O ponto mais forte da Roma na partida foi a reação de Gasperini no primeiro tempo. A substituição precoce de Ziolkowski por El Shaarawy, ajustando o esquema tático para o 4-2-3-1, foi uma intervenção corajosa e necessária. Essa mudança tática devolveu o domínio de campo à equipe e permitiu o gol de Dybala na segunda etapa, mantendo o time vivo na disputa.
Individualmente, o brilho de Dybala ao converter o pênalti e a inspiração de El Shaarawy e Pisilli no segundo tempo são os poucos destaques positivos. Eles tentaram romper a muralha tcheca com movimentos e chutes de fora da área. A pressão final da Roma, embora desesperada, mostrou um esforço físico e mental que faltou no início do jogo.
Contudo, os pontos fracos foram decisivos. A defesa inicial mostrou-se extremamente frágil. Aos 20 e 23 minutos, dois gols em sequência do Viktoria Plzen, ambos originados de falhas defensivas — Kwabena Adu vencendo Ziolkowski no primeiro gol e a falta de cobertura no segundo —, evidenciam a vulnerabilidade do time.
A incapacidade de finalização foi o maior problema. Mesmo após as mudanças e o domínio territorial, o ataque se mostrou "estéril". A falta de pontaria de Soulé e as chances perdidas, notavelmente o cabeceio de N'Dicka no final, demonstram a ausência de um "matador" eficiente.
A dependência de lances isolados, como o pênalti de Dybala, para marcar gols em um cenário de jogo dominado é inaceitável para uma equipe com as ambições da Roma. O gol anulado de Pisilli no último lance, embora emocionante, apenas sublinha o quão perto (e ao mesmo tempo, quão longe) a Roma esteve de um resultado minimamente aceitável.
No contexto da tabela, a derrota é devastadora. Com apenas 3 pontos, a Roma está no 23º lugar da classificação geral da Liga Europa, fora da zona de playoff. A equipe se coloca em uma situação de altíssimo risco, dependendo de resultados e melhorias urgentes para evitar uma eliminação precoce, o que seria um fracasso retumbante para o clube.
La Roma perde 2-1 in casa contro il Viktoria Plzen in Europa League, subendo due gol rapidi nel primo tempo. Nonostante la reazione tattica di Gasperini e il rigore trasformato da Dybala, i giallorossi non riescono a pareggiare. La sconfitta ferma la Roma a 3 punti, fuori dalla zona playoff, e ne complica seriamente il cammino nel torneo.
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