A Seleção Italiana volta a campo com a pressão de quem precisa urgentemente garantir sua vaga na próxima Copa do Mundo. Sob o comando de Gennaro Gattuso, a Itália tem uma missão clara nesta janela de outubro: somar seis pontos contra Estônia e Israel e, de preferência, com goleadas para tentar superar a Noruega na liderança do Grupo I. Agora, não basta só vencer. O cenário é de urgência, mas Gattuso, com sua visão pragmática, está apostando na injeção de sangue novo.
Gattuso e as Novidades na Convocação da Itália
A situação é contraditória, pois há atletas cuja principal função é modificar o placar e que, mesmo desempenhando menos que Baschirotto em suas funções, foram convocados. Outro ponto que levanta dúvidas é a ausência de nomes como Leonardo Spinazzola e Domenico Berardi, ambos com duas assistências na Série A. Será que não havia atletas em melhor fase que Cambiaghi, por exemplo? Uma justificativa coerente para a não convocação de Cristian Volpato, Baschirotto, Spinazzola, Berardi e outros seria a condição física.
Independentemente da idade, se um jogador está em boa fase, fazendo bons jogos e desempenhando um papel destacado em campo, merece ser chamado.
De todo modo, agora é torcer pelo sucesso da Nazionale.
Além dos novatos, a lista é recheada de estrelas globais. Nomes como Donnarumma (Manchester City), Calafiori (Arsenal) e Retegui (Al-Qadsiah) confirmam a vocação internacional do elenco. O retorno de jogadores importantes, como o zagueiro Matteo Gabbia e o volante Bryan Cristante, adiciona profundidade e experiência a um time que não pode se dar ao luxo de tropeçar.
Os jogos contra Estônia e Israel carregam um histórico amplamente favorável. A Itália nunca perdeu para a Estônia em oito confrontos, um retrospecto que cria uma expectativa de vitória tranquila em Tallinn. Contra Israel, a história também pende para o lado Azzurro. O confronto mais recente, um 4 a 1 em Udine pela Nations League, com gols de Di Lorenzo e Frattesi, serve como um termômetro da superioridade italiana.
O fator campo também joga a favor. O Estádio 'Friuli' em Udine é um verdadeiro talismã para a seleção, com 10 jogos disputados e nenhuma derrota. Este histórico invicto na cidade de Friuli oferece o ambiente ideal para buscar uma vitória sólida e decisiva.
A verdade é que a classificação da Itália para a Copa do Mundo passa, inegavelmente, por vencer adversários historicamente inferiores e, principalmente, garantir que os craques em campo, desde Barella a Raspadori, transformem a superioridade técnica em pontos. Os jogos não serão apenas buscar vencer as partidas contra Estônia e Israel, mas também contra o saldo de gols da Noruega, que lidera o grupo. Se a Itália vencer os dois próximos jogos por 3 a 0, ainda, não é bastante para alcançar a liderança e a vaga direta para o mundial. A esperança é que as apostas de Gattuso nos novos talentos pague dividendos imediatamente, recolocando a Azzurra no caminho direto para o Mundial, longe do fantasma da repescagem (caminho mais provável).
Il tecnico della Nazionale Italiana ha sorpreso con le sue convocazioni, premiando giovani talenti come Hans Nicolussi Caviglia (Fiorentina) e Nicolò Cambiaghi (Bologna), segno di un’attenzione al futuro del calcio italiano. Tuttavia, alcune scelte hanno sollevato dubbi: Federico Baschirotto, difensore che ha segnato due gol in Serie A 2025/2026, non è stato convocato, nonostante la sua capacità di contribuire anche in fase offensiva. Si è notato un contrasto, poiché alcuni attaccanti convocati hanno reso meno del previsto. Inoltre, l’assenza di Leonardo Spinazzola e Domenico Berardi, entrambi con due assist, e di Cristian Volpato, ha generato interrogativi. Una possibile giustificazione potrebbe essere la condizione fisica, ma un giocatore in forma e performante dovrebbe meritare la chiamata, indipendentemente dall’età. Ora non resta che tifare per il successo degli Azzurri.
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