A Seleção Italiana Sub-21 consolidou sua posição de destaque nas Eliminatórias para o Campeonato Europeu com uma performance inesquecível, goleando a Suécia por 4 a 0 em Cesena, no estádio 'Dino Manuzzi', diante de 4.200 espectadores vibrantes. A equipe, comandada por Silvio Baldini, manteve 100% de aproveitamento, conquistando a terceira vitória consecutiva e somando nove pontos, dividindo a liderança do grupo com a Polônia, que também venceu na rodada.
A vitória reflete a eficácia de um projeto que une coesão de grupo, liberdade de expressão individual e intensidade tática. Baldini destacou o espírito de equipe, enfatizando a alegria com gestos como permitir que o estreante Tommaso Berti, jogador local nascido em Cesena, cobrasse o segundo pênalti nos acréscimos (90’+2’), selando o placar e emocionando a torcida. Esse foco no fator humano, onde os jogadores “sabem rir, brincar e trabalhar”, sustenta o talento dessa nova geração.
Taticamente, a Itália dominou com um primeiro tempo “cintilante”, definido por pressão ofensiva e domínio territorial. Niccolò Pisilli, da Roma, foi o grande destaque, marcando dois gols (aos 12’ e 45’+2’) com um chute rasteiro e outro servido pelo imparável Palestra, evidenciando a força do meio-campo e da lateral direita. A equipe teve 53% de posse de bola, finalizou 22 vezes (9 no alvo) e criou 7 chances claras, demonstrando superioridade técnica e tática.
A estreia de Francesco Camarda, joia do Milan que atua no Lecce, também marcou a noite. Ele sofreu e converteu um pênalti aos 40 minutos com uma ousada cavadinha, enlouquecendo a torcida e reforçando sua personalidade instintiva. Apesar de Baldini não ser fã do gesto, ele tolera em nome da liberdade dos atletas, uma filosofia que evita “freios” e estimula o crescimento. Camarda ainda acertou a trave, mostrando o futuro promissor do ataque azzurro.
A defesa, liderada por Mané e Marianucci, neutralizou as investidas suecas, enquanto o goleiro Palmisani, exigido no final com defesas cruciais, manteve o zero no placar com segurança. Apesar do placar elástico, esse pequeno lapso de concentração será um ponto de trabalho para Baldini, que busca a perfeição mental de seus jovens talentos.
Com o resultado, a Itália Sub-21 dá um passo firme rumo à Euro Sub-21, mas mantém o foco no próximo desafio contra a Armênia, na terça-feira, 14, no Estádio 'Giovanni Zini', em Cremona. O confronto direto contra a Polônia será crucial, mas a combinação de legado, ousadia e talento dessa nova geração azzurra sinaliza um capítulo empolgante na busca por retomar o topo do futebol europeu.
A vitória reflete a eficácia de um projeto que une coesão de grupo, liberdade de expressão individual e intensidade tática. Baldini destacou o espírito de equipe, enfatizando a alegria com gestos como permitir que o estreante Tommaso Berti, jogador local nascido em Cesena, cobrasse o segundo pênalti nos acréscimos (90’+2’), selando o placar e emocionando a torcida. Esse foco no fator humano, onde os jogadores “sabem rir, brincar e trabalhar”, sustenta o talento dessa nova geração.
Taticamente, a Itália dominou com um primeiro tempo “cintilante”, definido por pressão ofensiva e domínio territorial. Niccolò Pisilli, da Roma, foi o grande destaque, marcando dois gols (aos 12’ e 45’+2’) com um chute rasteiro e outro servido pelo imparável Palestra, evidenciando a força do meio-campo e da lateral direita. A equipe teve 53% de posse de bola, finalizou 22 vezes (9 no alvo) e criou 7 chances claras, demonstrando superioridade técnica e tática.
A estreia de Francesco Camarda, joia do Milan que atua no Lecce, também marcou a noite. Ele sofreu e converteu um pênalti aos 40 minutos com uma ousada cavadinha, enlouquecendo a torcida e reforçando sua personalidade instintiva. Apesar de Baldini não ser fã do gesto, ele tolera em nome da liberdade dos atletas, uma filosofia que evita “freios” e estimula o crescimento. Camarda ainda acertou a trave, mostrando o futuro promissor do ataque azzurro.
A defesa, liderada por Mané e Marianucci, neutralizou as investidas suecas, enquanto o goleiro Palmisani, exigido no final com defesas cruciais, manteve o zero no placar com segurança. Apesar do placar elástico, esse pequeno lapso de concentração será um ponto de trabalho para Baldini, que busca a perfeição mental de seus jovens talentos.
Com o resultado, a Itália Sub-21 dá um passo firme rumo à Euro Sub-21, mas mantém o foco no próximo desafio contra a Armênia, na terça-feira, 14, no Estádio 'Giovanni Zini', em Cremona. O confronto direto contra a Polônia será crucial, mas a combinação de legado, ousadia e talento dessa nova geração azzurra sinaliza um capítulo empolgante na busca por retomar o topo do futebol europeu.
Um nome que merece destaque, mesmo sem ser o protagonista, é o de Luca Koleosho — jogador que teve atuação sólida e participação importante em lances que originaram jogadas culminando em gols.
La Nazionale Italiana Under-21 ha consolidato la sua posizione di vertice nelle qualificazioni al Campionato Europeo con una schiacciante vittoria per 4-0 contro la Svezia a Cesena, davanti a 4.200 spettatori entusiasti allo stadio 'Dino Manuzzi'. Guidata da Silvio Baldini, la squadra ha mantenuto il 100% di rendimento, conquistando la terza vittoria consecutiva e condividendo la testa del girone con la Polonia, anch’essa vittoriosa.
Il match ha evidenziato un progetto che unisce coesione di gruppo, libertà individuale e intensità tattica. Niccolò Pisilli, autore di una doppietta (12’ e 45’+2’), è stato il protagonista, supportato da un irresistibile Palestra. Francesco Camarda, al debutto, ha segnato su rigore con una “cucchiaino” al 40’, mostrando personalità, mentre Tommaso Berti, altro esordiente, ha chiuso il punteggio al 90’+2’ su rigore, celebrando l’unità del gruppo.
Con il 53% di possesso palla, 22 tiri (9 in porta) e 7 occasioni nitide, l’Italia ha dominato. La difesa, guidata da Mané e Marianucci, e il portiere Palmisani, decisivo nel finale, hanno mantenuto la porta inviolata. Nonostante un piccolo calo di concentrazione, la squadra guarda con fiducia alla prossima sfida contro l’Armenia, il 14 ottobre a Cremona, e al confronto diretto con la Polonia, puntando a riportare l’Italia al vertice del calcio europeo.
Il match ha evidenziato un progetto che unisce coesione di gruppo, libertà individuale e intensità tattica. Niccolò Pisilli, autore di una doppietta (12’ e 45’+2’), è stato il protagonista, supportato da un irresistibile Palestra. Francesco Camarda, al debutto, ha segnato su rigore con una “cucchiaino” al 40’, mostrando personalità, mentre Tommaso Berti, altro esordiente, ha chiuso il punteggio al 90’+2’ su rigore, celebrando l’unità del gruppo.
Con il 53% di possesso palla, 22 tiri (9 in porta) e 7 occasioni nitide, l’Italia ha dominato. La difesa, guidata da Mané e Marianucci, e il portiere Palmisani, decisivo nel finale, hanno mantenuto la porta inviolata. Nonostante un piccolo calo di concentrazione, la squadra guarda con fiducia alla prossima sfida contro l’Armenia, il 14 ottobre a Cremona, e al confronto diretto con la Polonia, puntando a riportare l’Italia al vertice del calcio europeo.
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