Hércules Meneses: Crise na Nazionale: quando o problema vai muito além e é hora de mudar o sistema                                                                       

Crise na Nazionale: quando o problema vai muito além e é hora de mudar o sistema

 


O futebol, para a Seleção Italiana, tornou-se um déjà-vu cruel. Pela terceira vez consecutiva, a Itália terá que suar a camisa na Repescagem da Copa do Mundo 2026. O resultado final do grupo de qualificação não surpreendeu, mas a maneira como ele foi alcançado – com a pior derrota em casa em 70 anos contra a Noruega – é um atestado de fragilidade psicológica que o técnico Gattuso terá que resolver antes de março.

Il calcio, per la Nazionale Italiana, è diventato un crudele déjà-vu. Per la terza volta consecutiva, l'Italia dovrà faticare ai Playoff Mondiali 2026. Il risultato finale del girone di qualificazione non ha sorpreso, ma il modo in cui è stato raggiunto – con la peggior sconfitta casalinga degli ultimi 70 anni contro la Norvegia – è un certificato di fragilità psicologica che il tecnico Gattuso dovrà risolvere prima di marzo.

O sorteio da repescagem na próxima quinta-feira definirá o caminho dos Azzurri em busca da classificação para o Mundial. Estar no Pote 1 garante o fator casa na semifinal, mas a lista de possíveis adversários da Itália inclui nomes que causam calafrios. A Suécia, responsável pela ausência em 2018, e a Macedônia do Norte, que nos tirou da última Copa, estão na linha de tiro. Este não é um playoff de vítimas, mas sim um campo minado emocional.

Il sorteggio dei playoff di giovedì prossimo definirà il cammino degli Azzurri alla ricerca della qualificazione al Mondiale. Essere nel Pote 1 garantisce il fattore campo in semifinale, ma l'elenco dei possibili avversari dell'Italia include nomi che fanno venire i brividi. La Svezia, responsabile dell'assenza nel 2018, e la Macedonia del Nord, che ci ha eliminato dall'ultimo Mondiale, sono nel mirino. Questo non è un playoff da vittime, ma un campo minato emotivo.

Os desafios da Itália na Repescagem da Copa são claros. O time de Gattuso mostrou que, ao enfrentar adversidades, ele desmorona. A defesa, crucial em jogos de mata-mata, foi exposta em San Siro. A solução? O tempo é escasso, mas o técnico deve focar em pragmatismo.

Le sfide dell'Italia ai Playoff Mondiali sono chiare. La squadra di Gattuso ha dimostrato che, di fronte alle difficoltà, crolla. La difesa, cruciale nelle partite a eliminazione diretta, è stata esposta a San Siro. La soluzione? Il tempo è scarso, ma il tecnico deve concentrarsi sul pragmatismo.

Não há espaço para experiências. A escalação da Itália para março precisa ser ancorada em certezas: Bastoni, Barella, Kean, Retegui. O técnico precisa de atacantes laterais decisivos como Orsolini e Zaccagni, mas acima de tudo, precisa de uma defesa blindada. O futebol italiano não pode mais contar com a sorte no sorteio; precisa urgentemente de uma revolução psicológica.

Non c'è spazio per gli esperimenti. La formazione dell'Italia per marzo deve essere ancorata a certezze: Bastoni, Barella, Kean, Retegui. L'allenatore ha bisogno di esterni offensivi decisivi come Orsolini e Zaccagni, ma soprattutto ha bisogno di una difesa blindata. Il calcio italiano non può più contare sulla fortuna nel sorteggio; ha urgente bisogno di una rivoluzione psicologica.




A derrota em casa expôs mais do que falhas táticas ou escolhas discutíveis de Gattuso: revelou um sistema enfraquecido, preso a decisões internas que travam a evolução do futebol italiano. Enquanto goleadores da Série A seguem ignorados, dirigentes como Gabriele Gravina, Umberto Calcagno, Daniele Ortolano e Marco Brunelli continuam à frente de um modelo que pouco incentiva a renovação. Não adianta trocar o treinador ou ajustar a escalação se a estrutura que comanda o “calcio” permanece ultrapassada. A Itália precisa urgentemente abrir espaço para novas ideias, novos talentos e uma gestão que realmente priorize o futuro.

La sconfitta in casa ha messo in luce qualcosa di più profondo delle semplici scelte tattiche o dei convocati mancanti: ha rivelato un sistema fragile, bloccato da decisioni interne che ostacolano la crescita del calcio italiano. Mentre bomber della Serie A continuano a essere ignorati, figure come Gabriele Gravina, Umberto Calcagno, Daniele Ortolano e Marco Brunelli restano al comando di un modello che non favorisce il rinnovamento. Cambiare allenatore o modificare la formazione non basta se la struttura dirigenziale rimane antiquata. L’Italia ha bisogno, con urgenza, di nuove idee, nuovi talenti e di una gestione che guardi davvero al futuro.


A derrota histórica para a Noruega apenas expôs um problema que há anos corrói o futebol italiano de dentro para fora: um sistema ultrapassado, conduzido por dirigentes que parecem viver desconectados da realidade. Não é apenas a teimosia nas convocações que compromete a Nazionale — embora ignorar atacantes em grande fase seja um erro grave —, mas a falta de visão de uma cúpula que impede o surgimento de novos talentos e a renovação estrutural do esporte. Gattuso, por mais competente que seja, não pode fazer milagres enquanto o “calcio” estiver preso a decisões de gabinete e nomes que já não representam evolução. Sem uma mudança profunda na direção, a Itália continuará repetindo o mesmo déjà-vu de fracassos, dentro e fora de campo.

La sconfitta storica contro la Norvegia ha soltanto messo in luce un problema che da anni corrode il calcio italiano dall’interno: un sistema superato, guidato da dirigenti che sembrano vivere scollegati dalla realtà. Non è solo l’ostinazione nelle convocazioni a danneggiare la Nazionale — anche se ignorare attaccanti in grande forma resta un errore grave —, ma soprattutto la mancanza di visione di una dirigenza che frena la nascita di nuovi talenti e la necessaria ristrutturazione del movimento. Gattuso, per quanto competente, non può compiere miracoli mentre il “calcio” rimane prigioniero di decisioni prese in uffici climatizzati e da figure che non rappresentano più alcun progresso. Senza un cambiamento profondo ai vertici, l’Italia continuerà a rivivere lo stesso déjà-vu di fallimenti, in campo e fuori.

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