O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, que se encontra sob intensa pressão popular e midiática, concedeu uma entrevista franca, abordando as fragilidades e os dilemas que permeiam o futebol italiano a poucos meses dos playoffs que decidirão a qualificação da Itália para a Copa do Mundo de 2026. Gravina afirmou que "não há uma norma que me obrigue a dar um passo atrás", mas admitiu que, em caso de nova eliminação, faria "reflexões pessoais".
Il presidente della Federazione Italiana Giuoco Calcio (FIGC), Gabriele Gravina, che si trova sotto intensa pressione popolare e mediatica, ha rilasciato un'intervista schietta, affrontando le fragilità e i dilemmi che permeano il calcio italiano a pochi mesi dai playoff che decideranno la qualificazione dell'Italia alla Coppa del Mondo 2026. Gravina ha affermato che "non c'è una norma che mi impone di fare un passo indietro", ma ha ammesso che, in caso di nuova eliminazione, farebbe "delle riflessioni personali".
O dirigente da FIGC refutou as acusações de inércia, destacando projetos como a luta pela sustentabilidade e o foco no desenvolvimento juvenil. Em uma provocação direta aos críticos, ele questionou: "Se eu sair, o futebol recomeça e vencemos a Copa do Mundo? Se eu tivesse essa certeza, seria o primeiro a me afastar". Ele atribui o declínio do futebol italiano a uma metodologia errada, que se concentra em buscar culpados em vez de corrigir a base.
Il dirigente della FIGC ha respinto le accuse di immobilismo, rivendicando alcuni risultati progettuali come la battaglia per la sostenibilità e il focus sullo sviluppo giovanile. In una provocazione diretta ai critici, ha chiesto: "A chi mi dice 'vai a lavorare' rispondo: se vado via io, riparte il calcio e vinciamo i Mondiali? Se ne avessi la certezza, sarei il primo a farmi da parte". Attribuisce il declino del calcio italiano a una metodologia sbagliata, che si concentra sulla ricerca di colpevoli invece di correggere la base.
Reforma Estrutural e a Questão dos Estrangeiros
Gravina insistiu que a solução não passa por limitar o número de jogadores estrangeiros nas equipes, pois isso é impossível devido às normas da União Europeia (Sentença Bosman), que garantem a livre circulação de atletas comunitários. A FIGC só pode intervir no número de extracomunitários, respeitando as cotas legais. Ele defende que a ênfase em jogadores italianos deve ser uma "vocação natural" e não uma obrigação, aliada a investimentos em infraestrutura e setores juvenis.
Gravina ha insistito sul fatto che la soluzione non passi per la limitazione del numero di giocatori stranieri nelle squadre, poiché ciò è impossibile a causa delle norme dell'Unione Europea (Sentenza Bosman), che garantiscono la libera circolazione degli atleti comunitari. La FIGC può intervenire solo sul numero di extracomunitari, rispettando le quote legali. Sostiene che l'enfasi sui giocatori italiani debba essere una "vocazione naturale" e non un obbligo, unita a investimenti in infrastrutture e settori giovanili.
No âmbito da formação, Gravina revelou o foco em mudar a metodologia, priorizando "menos tática e mais técnica" para liberar o talento dos jovens. O objetivo é "cancelar a ideia de um método centrado apenas na tática", pois os treinadores tendem a engessar os jovens em esquemas táticos muito cedo, o que os "entedia". Projetos de base, com campeões mundiais como Perrotta e Zambrotta e o mestre Prandelli, visam aprimorar a atividade fundamental para as idades entre 5 e 13 anos.
Nell'ambito della formazione, Gravina ha rivelato l'obiettivo di cambiare la metodologia, dando priorità a "meno tattica e più tecnica" per liberare l'estro dei giovani. L'obiettivo è "cancellare l'idea di un metodo incentrato solo sulla tattica", poiché gli allenatori tendono a ingabbiare i giovani in schemi tattici troppo presto, cosa che li "annoia". Progetti di base, con campioni del mondo come Perrotta e Zambrotta e il maestro Prandelli, mirano a migliorare l'attività fondamentale per le età tra i 5 e i 13 anni.
A Crise Financeira e a Necessidade de uma Reforma Radical dos Campeonatos
O presidente criticou a postura dos clubes da Série A, que atuam como "sociedades antagonistas" da Seleção, olhando apenas para o próprio benefício. Ele enfatizou a necessidade urgente de uma reforma radical dos campeonatos, que deve ser discutida antes de março. O sistema atual é insustentável: a Itália possui 100 sociedades profissionais, em comparação com as 92 da Inglaterra, que tem apenas dois níveis de profissionalismo.
Il presidente ha criticato l'atteggiamento dei club di Serie A, che agiscono come "società antagoniste" della Nazionale, guardando solo al proprio tornaconto. Ha sottolineato l'urgente necessità di una riforma radicale dei campionati, che deve essere discussa prima di marzo. Il sistema attuale è insostenibile: l'Italia ha 100 società professionistiche, rispetto alle 92 dell'Inghilterra, che ha solo due livelli di professionismo.
Gravina apontou que o grande problema é a sustentabilidade financeira, frequentemente confundida com "crescimento sem limites". Ele defendeu que o valor da produção e o custo do trabalho devem ser compatíveis, citando o exemplo da Bundesliga, onde 90% das sociedades fecham o ano com lucro há 18 anos. A Lazio foi citada como exemplo de clube com mercado bloqueado devido à alta disparidade entre os baixos lucros e os custos elevados do trabalho, resultando no não cumprimento de três parâmetros.
Gravina ha indicato che il grande problema è la sostenibilità finanziaria, spesso confusa con "crescita senza limiti". Ha sostenuto che il valore della produzione e il costo del lavoro devono essere compatibili, citando l'esempio della Bundesliga, dove il 90% delle società chiude l'anno in utile da 18 anni. La Lazio è stata citata come esempio di club con mercato bloccato a causa dell'alta disparità tra i ricavi bassi e i costi del lavoro elevati, risultando nel mancato rispetto di tre parametri.
Ele defendeu o antigo índice de liquidez admissivo, que impedia a inscrição no campeonato caso a relação entre ativos e passivos correntes não fosse respeitada. Por fim, ele rejeitou veementemente a ideia de remover as Seleções Nacionais dos calendários, pois são fontes de "identidade territorial, agregação e orgulho" para o povo italiano.
Ha difeso il vecchio indice di liquidità ammissivo, che impediva l'iscrizione al campionato se non veniva rispettato il rapporto tra attività e passività correnti. Infine, ha respinto con veemenza l'idea di rimuovere le Nazionali dai calendari, poiché sono fonti di "identità territoriale, fenomeno di aggregazione e orgoglio" per il popolo italiano.
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