Hércules Meneses: Promessa de reconstrução e metas claras: objetivo: a vaga na Copa do Mundo                                                                       

Promessa de reconstrução e metas claras: objetivo: a vaga na Copa do Mundo

 

Malagò vs Abete: The FIGC Presidency Elections

Giovanni Malagò, ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano (CONI), é um dos candidatos à presidência da Federação Italiana de Futebol (FIGC). A eleição está marcada para 22 de junho. Em entrevista ao jornal Il Corriere della Sera, Malagò falou sobre por que decidiu aceitar a ideia de se candidatar, os desafios que pode enfrentar e o plano que pretende seguir se for eleito.

No começo, Malagò não queria voltar ao mundo do futebol. Ele conta que, depois de terminar a organização de Milão-Cortina, estava cansado e com vontade de cuidar da vida pessoal. Mas, pouco depois, clubes da Série A começaram a procurá‑lo. Primeiro foram cinco, depois o número subiu para 18 ou 19 — um sinal forte, já que o futebol italiano muitas vezes está dividido. Diante desse pedido unânime, ele decidiu colocar sua experiência a serviço do esporte.

Surgiu também uma questão sobre possível inelegibilidade de Malagò. Houve uma interpelação parlamentar e uma carta enviada à ANAC que questionaram sua candidatura. Apesar disso, Malagò disse estar tranquilo. Ele afirmou ter pedido um parecer legal e que o Collegio di Garanzia se pronunciou de forma clara. Para ele, as manobras contrárias acabaram fortalecendo seu apoio.

Sobre o programa, Malagò disse que é otimista, mas conhece as dificuldades. Ele quer reconstruir um ambiente com energia, novas ideias e renovação de pessoas. Ressaltou também o respeito pelo trabalho do atual presidente, Gabriele Gravina, que agiu com “stile” e senso institucional nesta fase de transição.

Na parte técnica e esportiva, Malagò destacou que a credibilidade se conquista com resultados. Entre as prioridades estão: qualificar seleções jovens para os Jogos Olímpicos, começar bem na Nations League e apoiar a seleção feminina. Ele lembrou a vitória da seleção Sub‑17 no Europeu como um sinal positivo: mesmo sem “fenômenos”, há muitos bons jogadores no país. Malagò projetou um horizonte de seis anos, com um mandato de dois anos mais quatro, e disse que depois pararia.

Sobre treinadores e contratações, afirmou que não conversou com figuras como Mancini, Conte ou Guardiola — seria “não sério” fazer isso antes da eleição. Também comentou a ideia de mudar regras para incentivar o uso de jogadores italianos nos clubes: defendeu apoio aos centros de formação e um pacto entre federação, ligas e clubes para valorizar talentos locais. Citou o exemplo do voleibol, onde um acordo entre federação e liga ajudou a formar uma “geração de ouro”.

Por fim, Malagò fez uma promessa simples e direta: se eleito, a Itália estará na próxima Copa do Mundo. É um objetivo claro e ligado à credibilidade esportiva que ele quer construir. Agora resta aguardar as decisões sobre a elegibilidade e o resultado das urnas em 22 de junho.

Pino Corrias su Giovanni Malagò: «Elegante e abbronzato, frequentatore di  salotti, potenti e belle donne. Ecco chi è il probabile futuro presidente  della Figc» | Vanity Fair Italia

Giovanni Malagò, ex presidente del CONI, è uno dei due candidati alla guida della Federazione Italiana Giuoco Calcio. Le elezioni sono previste per il 22 giugno. Intervistato dal Corriere della Sera, Malagò ha spiegato come è nata la sua candidatura, le questioni legali in sospeso e il programma che intende portare avanti se eletto.

All’inizio Malagò non sentiva il bisogno di tornare nel calcio. Dopo Milano‑Cortina era felice ma stanco, voleva recuperare la vita privata. Poi alcuni club di Serie A lo hanno contattato: da cinque sono diventati 18‑19, un numero alto in un ambiente spesso diviso. Davanti a questo sostegno diffuso, ha chiesto un impegno ufficiale e ha ricevuto anche l’endorsement della Lega B, degli allenatori e dei calciatori. Così, per spirito di servizio, ha deciso di mettersi a disposizione.

È emersa una questione sulla sua possibile ineleggibilità: un’interpellanza parlamentare e una lettera all’ANAC hanno sollevato dubbi. Malagò però si è detto tranquillo. Ha chiesto pareri legali e il Collegio di Garanzia si è espresso chiaramente. Secondo lui, le manovre contro la sua candidatura hanno paradossalmente aumentato i consensi.

Sul programma, Malagò ha ribadito di essere ottimista ma consapevole delle difficoltà. Vuole ricostruire l’ambiente con energia, idee nuove e innesti. Ha inoltre riconosciuto lo stile istituzionale dimostrato da Gravina in questa fase. Per lui la credibilità torna con i risultati sportivi: occorre puntare sulle qualificazioni — Under 21 per le Olimpiadi, buon avvio in Nations League e attenzione alla nazionale femminile. Ha visto positivamente la vittoria dell’Under 17 all’Europeo: magari non ci sono più “fenomeni” come un tempo, ma ci sono buoni giocatori.

Malagò immagina un orizzonte di sei anni: un biennio più quattro anni, e poi stop. Ha assicurato di non aver parlato con allenatori come Mancini, Conte o Guardiola, perché non sarebbe serio farlo prima dell’esito elettorale. Ha commentato l’idea di cambiare regole per favorire i calciatori italiani: serve sostenere i vivai e un patto fra tutti gli attori per valorizzare i talenti nazionali. Ha citato la pallavolo come esempio di accordo che ha portato buoni risultati.

Infine, ha promesso una cosa chiara: “Garantisco: ci saremo” — l’Italia andrà al prossimo Mondiale. Ora resta da vedere l’esito delle verifiche sull’ineleggibilità e il voto del 22 giugno. Se Malagò sarà eletto, dovrà trasformare promesse e progetti in risultati concreti per riportare fiducia al calcio italiano.


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