Hércules Meneses: Standing zone: o caminho para devolver o futebol às suas origens                                                                       

Standing zone: o caminho para devolver o futebol às suas origens

  

Standing zone: il cammino per riportare il calcio alle sue origini / Standing zone: o caminho para devolver o futebol às suas origens

O Parlamento italiano está aberto à possibilidade de introduzir zonas de pé nos estádios. A proposta está no centro do projeto de reforma do estádio Luigi Ferraris, em Gênova, em preparação para a Euro 2032.
Il Parlamento italiano è aperto alla possibilità di introdurre le standing zone negli stadi. La proposta è al centro del progetto di ristrutturazione dello stadio Luigi Ferraris di Genova, in vista della EURO 2032.

A ideia foi apresentada na Câmara dos Deputados, durante a conferência “Standing zone: devolver o futebol às suas origens”. Participaram representantes da Associação de Clubes Genoveses (ACG), do Genoa, de parlamentares e das federações de torcedores Federtifosi e Fissc.
L’idea è stata presentata alla Camera dei Deputati durante la conferenza “Standing zone: riportare il calcio alle sue origini”. Hanno partecipato rappresentanti dell’ACG, del Genoa, di parlamentari e delle federazioni dei tifosi Federtifosi e Fissc.

O que são as standing zone?

Cosa sono le standing zone?

São áreas do estádio onde os torcedores podem assistir ao jogo em pé, com segurança. O modelo é inspirado no alemão, onde já existe. O sistema proposto usa o “rail seat”: um assento que pode ser aberto para sentar ou fechado verticalmente com uma chave especial, liberando o espaço para ficar em pé. O sistema já funciona na Alemanha, Áustria, Inglaterra, Escócia e Holanda. O exemplo mais famoso é o Westfalenstadion, em Dortmund, com o “muro amarelo” da Südtribüne.
Sono aree dello stadio dove i tifosi possono assistere alla partita in piedi, in condizioni di sicurezza. Il modello è ispirato a quello tedesco, dove già esiste. Il sistema proposto usa il “rail seat”: un sedile che può essere aperto per sedersi o chiuso in verticale con una chiave speciale, liberando lo spazio per stare in piedi. Il sistema funziona già in Germania, Austria, Inghilterra, Scozia e Olanda. L’esempio più famoso è il Westfalenstadion di Dortmund, con il celebre “muro giallo” della Südtribüne.

O obstáculo: a lei italiana

L’ostacolo: la legge italiana

O principal problema não é técnico, mas legal: uma norma de 1996 proíbe assentos em pé nos estádios italianos. O deputado Luca Pastorino fez uma pergunta formal ao ministro do Esporte, Andrea Abodi, que respondeu abrindo a porta para um debate. “A torcida do Genoa, apoiada pela da Sampdoria, obteve a aprovação de dois pedidos no conselho municipal e o apoio da prefeita Salis”, disse Pastorino.
Il problema principale non è tecnico, ma legale: una norma del 1996 vieta i posti in piedi negli stadi italiani. Il deputato Luca Pastorino ha fatto un’interrogazione al ministro dello Sport Andrea Abodi, che ha risposto aprendo la porta a un confronto. “La tifoseria del Genoa, appoggiata da quella sampdoriana, ha ottenuto l’approvazione di due ordini del giorno in consiglio comunale e il sostegno della sindaca Salis”, ha detto Pastorino.

Efeito na capacidade do Ferraris

Effetto sulla capienza del Ferraris

Sem as standing zone, o projeto de renovação do estádio, feito pelo arquiteto Penaranda, reduziria a capacidade das arquibancadas populares para cerca de 32.000 lugares. Com as zonas de pé, seria possível recuperar entre 2.000 e 2.500 lugares por arquibancada, chegando a uma capacidade total de cerca de 36.000 espectadores — número adequado para competições da UEFA. Porém, para a Euro 2032, a UEFA já confirmou que não serão permitidos assentos em pé.
Senza le standing zone, il progetto di restyling dello stadio, ideato dall’architetto Penaranda, ridurrebbe la capienza dei settori popolari a circa 32.000 posti. Con le zone in piedi, sarebbe possibile recuperare tra i 2.000 e i 2.500 posti per ciascuna gradinata, raggiungendo una capienza complessiva di circa 36.000 spettatori, cifra adatta alle normative UEFA. Tuttavia, per la EURO 2032, la UEFA ha già confermato che non saranno consentiti i posti in piedi.

Próximos passos

Prossimi passi

O debate continua. No dia 24 de outubro, a ACG organizará um congresso com torcidas de toda a Itália e convidados estrangeiros especialistas em standing zone. O objetivo é aprofundar as soluções para introduzir essas áreas nos estádios italianos.
Il confronto continua. Il 24 ottobre l’ACG organizzerà un convegno con le tifoserie di tutta Italia e ospiti stranieri esperti di standing zone. L’obiettivo è approfondire le soluzioni per introdurre queste aree negli stadi italiani.

Un sogno chiamato Stadio Flaminio…

Lazio: o novo Flaminio

Lazio: il nuovo Flaminio

Enquanto isso, em Roma, a Lazio trabalha para obter o reconhecimento de interesse público para a requalificação do estádio Flaminio até o fim de 2026. A Superintendência emitiu parecer positivo, com condições. O projeto será modificado: a capacidade cairá dos 50.000 lugares pretendidos pelo presidente Claudio Lotito para cerca de 47.000, e a altura do estádio será reduzida em aproximadamente 10 metros, para não interferir visualmente com o Auditorium Parco della Música e o Palazzetto dello Sport.
Intanto, a Roma, la Lazio lavora per ottenere il riconoscimento del pubblico interesse per la riqualificazione dello stadio Flaminio entro la fine del 2026. La Soprintendenza ha espresso un parere positivo, con alcune condizioni. Il progetto sarà modificato: la capienza scenderà dai 50.000 posti auspicati dal presidente Claudio Lotito a circa 47.000, e l’altezza dello stadio sarà ridotta di circa 10 metri, per non interferire visivamente con l’Auditorium Parco della Musica e il Palazzetto dello Sport.

A questão da cobertura histórica do Flaminio, projetada para as Olimpíadas de 1960, ainda precisa de provas de carga. Lotito esperava iniciar as obras na primeira metade de 2027, mas os prazos apertados e a exigência de um novo plano econômico-financiário tornam o caminho incerto.
La questione della storica pensilina del Flaminio, progettata per le Olimpiadi del 1960, richiede ancora prove di carico. Lotito sperava di avviare i lavori nella prima metà del 2027, ma i tempi stretti e la richiesta di un nuovo piano economico-finanziario rendono il percorso incerto.

Postar um comentário

0 Comentários